Uma tumba de uma princesa egípcia da Quinta Dinastia faraônica foi descoberta por arqueólogos da República Tcheca ao sul do Cairo. De acordo com comunicado do ministro das Antiguidades do Egito, Mohammed Ibrahim, trata-se da Shert Nebti, filha do rei Men Salbo, de 2.500 anos a.C. Também de acordo com o governo egípcio foram encontrados mais quatro túmulos de funcionários da Quinta Dinastia, no complexo de Abu Sir, perto da pirâmide de degraus de Saqqara.
Os arqueólogos iniciaram os trabalhos de escavação no último mês, e a descoberta foi anunciada pelo governo do Egito na sexta-feira. Ainda não há previsão de data para a abertura do local para visitação pública.
Fonte: Daily Mail
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Estudo afirma que "teoria" de Jurassic Park é impossível.
Uma pesquisa científica tratou de mostrar que existem barreiras bem definidas entre a ficção e a realidade. Um grupo de cientistas australianos concluiu que é impossível fazer a clonagem de dinossauros por conta de sua informação genética segundo a “teoria” do filme Jurassic Park – no qual o DNA usado para recriar os dinossauros era de insetos conservados em âmbar. O trabalho foi publicado na revista Proceedings of the Royal Society B.
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| Cena do filme Jurassic Park |
Liderado pelo pesquisador Mike Bunce, o estudo afirma que o DNA não sobrevive mais do que 7 milhões de anos e, portanto, é impossível clonar dinossauros extintos há 65 milhões de anos. A pesquisa foi fundamentada no estudo da taxa de conservação dos dados genéticos do “moa”, uma espécie de ave gigante neozelandesa já extinta. Do estudo, chegou-se à conclusão de que fragmentos de ossos podem guardar o DNA, em uma temperatura ideal de -5 graus Celsius, durante 6,8 milhões de anos. Tempo que não chega a ser suficiente para tornar possível a “teoria” do Jurassic Park.
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domingo, 30 de setembro de 2012
Caixões de pedra de mil anos são encontrados em região das Filipinas
Sítio arqueológico foi descoberto no meio de floresta na região de Mulanay.
Segundo pesquisadores, local já foi saqueado algumas vezes.
Arqueólogos encontraram na cidade de Mulanay, nas Filipinas, um cemitério com mais de mil anos de idade encravado na floresta tropical. De acordo com a agência de notícias "France Presse", o sítio arqueológico continha vários caixões feitos com pedra calcária, que mediam cerca de seis metros de comprimento.
O anúncio sobre a descoberta do sítio foi feito há uma semana, mas nesta quinta-feira (27) foram divulgadas imagens do local.
Funcionários do governo local conseguiram encontrar restos mortais dentro dos túmulos, como mandíbulas e outras partes de ossos. Entretanto, os pesquisadores afirmam que o local já passou por diversos saques de artefatos valiosos, que teriam sido roubado há muito tempo por "caçadores de tesouros".
Funcionários do governo local conseguiram encontrar restos mortais dentro dos túmulos, como mandíbulas e outras partes de ossos. Entretanto, os pesquisadores afirmam que o local já passou por diversos saques de artefatos valiosos, que teriam sido roubado há muito tempo por "caçadores de tesouros".

Imagem de sítio arqueológico com caixões feitos com pedra calcária, encravado na floresta tropical (Foto: Ted Aljibe/AFP)
Fonte: G1
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Descoberta de tecidos de mamute na Sibéria cria expectativa sobre clonagem de animal extinto
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| Pesquisadores trabalham nos fragmentos de fóssil de mamute encontrado na Sibéria |
A existência destas células ainda precisa se confirmada pelo laboratório sul-coreano envolvido na pesquisa, mas suspeita-se que o número seja insuficiente para a realização do experimento, que vem sendo criticado e recebido com ceticismo por outros cientistas que realizam pesquisas na mesma área.
Diante disso, a equipe envolvida neste trabalho se esforça por obter credibilidade, já que há dúvidas sobre a possibilidade de que algo possa permanecer vivo durante milênios no permafrost. Estima-se que o mamute foi extinto há menos de 4 mil anos. Elevação da temperatura, mudanças na vegetação e os seres humanos teriam contribuído para o desaparecimento definitivo do animal.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
DNA lança luz sobre primos misteriosos do homem
Um fragmento de osso encontrado em uma caverna da Sibéria lançou luz sobre a odisseia genética de um grupo enigmático de humanoide chamado homem de Denisova, ou denisovaniano, anunciaram cientistas nesta quinta-feira.
A existência dos denisovanianos só veio à tona em 2010, graças a um pedaço do osso do dedo e dois molares escavados na Caverna de Denisova, nas montanhas Altai, no sul da Sibéria, e datados de cerca de 80 mil anos.
Mas como era a aparência destes humanos e o que aconteceu com eles continuou um mistério.
Nada se sabia, a não ser que foram contemporâneos dos neandertais - outra espécie "prima" do 'Homo sapiens', que pode ter sido extinta com a chegada do homem moderno ou, dizem alguns, se miscigenou com ele.
Antropólogos alemães realizaram o que chamam do estudo mais completo e preciso do DNA do homem de Denisova, graças a uma minúscula amostra do osso de um dedo.
Ele mostra que o dedo pertenceu a uma menina e a comparação dos cromossomos herdados de sua mãe e seu pai sugere que os indivíduos pertenciam a um grupo com vínculos muito estreitos, já que há poucos sinais de grande disseminação genética.
Mas uma comparação do genoma com o de 11 humanos modernos de diferentes partes do mundo sugere que eles podem ter se espalhado por regiões da Ásia.
As populações modernas das ilhas do sul da Ásia, incluindo Papua Nova Guiné, compartilham genes com eles, incluindo variações que são associadas a pele escura, cabelos e olhos castanhos.
Mesmo assim, a semelhança genética do homem de Denisova com o 'Homo sapiens' é limitado, segundo o artigo, publicado na revista americana Science.
A comparação aponta para 100.000 mudanças no genoma do 'Homo sapiens' desde o reinado dos denisovanianos.
Muitas delas são associadas com a função cerebral e o desenvolvimento do sistema nervoso, e outras podem afetar a pele, os olhos e a forma dos dentes.
"Esta pesquisa ajudará a determinar como as populações humanas modernas se expandiram dramaticamente em tamanho assim como em complexidade cultural, enquanto os humanos arcaicos foram diminuindo em número e acabaram extintos fisicamente", explicou o chefe das pesquisas, Svante Paabo, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva em Leipzig, leste da Alemanha.
A existência dos denisovanianos só veio à tona em 2010, graças a um pedaço do osso do dedo e dois molares escavados na Caverna de Denisova, nas montanhas Altai, no sul da Sibéria, e datados de cerca de 80 mil anos.
Mas como era a aparência destes humanos e o que aconteceu com eles continuou um mistério.
Nada se sabia, a não ser que foram contemporâneos dos neandertais - outra espécie "prima" do 'Homo sapiens', que pode ter sido extinta com a chegada do homem moderno ou, dizem alguns, se miscigenou com ele.
Antropólogos alemães realizaram o que chamam do estudo mais completo e preciso do DNA do homem de Denisova, graças a uma minúscula amostra do osso de um dedo.
Ele mostra que o dedo pertenceu a uma menina e a comparação dos cromossomos herdados de sua mãe e seu pai sugere que os indivíduos pertenciam a um grupo com vínculos muito estreitos, já que há poucos sinais de grande disseminação genética.
Mas uma comparação do genoma com o de 11 humanos modernos de diferentes partes do mundo sugere que eles podem ter se espalhado por regiões da Ásia.
As populações modernas das ilhas do sul da Ásia, incluindo Papua Nova Guiné, compartilham genes com eles, incluindo variações que são associadas a pele escura, cabelos e olhos castanhos.
Mesmo assim, a semelhança genética do homem de Denisova com o 'Homo sapiens' é limitado, segundo o artigo, publicado na revista americana Science.
A comparação aponta para 100.000 mudanças no genoma do 'Homo sapiens' desde o reinado dos denisovanianos.
Muitas delas são associadas com a função cerebral e o desenvolvimento do sistema nervoso, e outras podem afetar a pele, os olhos e a forma dos dentes.
"Esta pesquisa ajudará a determinar como as populações humanas modernas se expandiram dramaticamente em tamanho assim como em complexidade cultural, enquanto os humanos arcaicos foram diminuindo em número e acabaram extintos fisicamente", explicou o chefe das pesquisas, Svante Paabo, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva em Leipzig, leste da Alemanha.
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012
PESQUISADORA TERIA ENCONTRADO DUAS NOVAS PIRÂMIDES NO EGITO EM IMAGENS DO GOOGLE EARTH
A arqueóloga e pesquisadora Angela Micol publicou em seu site que teria encontrado, em imagens do Google Earth, duas pirâmides no Egito que ainda são desconhecidas. De acordo com ela, as imagens são de dois complexos de pirâmides, por causa do formato triangular e formação similar a outros complexos como as Pirâmides de Gizé. As construções teriam sofrido com a erosão ao longo dos anos. As informações foram divulgadas no site da pesquisadora, o Google Earth Anomalies.
As descobertas da arqueóloga estão a 145 km uma da outra, na região do Egito Superior, na parte sul do país, perto da cidade de Dimai. As imagens, assim como dados sobre a sua localização, foram enviadas a egiptólogos e investigadores que farão uma análise mais aprofundada destas informações.
Em uma das imagens, Micol explica que uma das obras tem aproximadamente 188 metros de largura e, portanto, seria três vezes maior do que a Grande Pirâmide, a mais famosa do Egito. A outra tem 45 metros de largura e um formato um pouco mais quadrado.
“As imagens falam por si próprias. Mas é claro que deve haver verificações para confirmar se são mesmo pirâmides. Mas acredito que sim. Agora é preciso fazer um trabalho extenso, procurar provas e saber suas origens. Creio que a tecnologia atual pode ajudar muito neste tipo de descoberta”, afirma Micol.
Artigo relacionado Google Earth Anomalies Fonte: The History Channel
As descobertas da arqueóloga estão a 145 km uma da outra, na região do Egito Superior, na parte sul do país, perto da cidade de Dimai. As imagens, assim como dados sobre a sua localização, foram enviadas a egiptólogos e investigadores que farão uma análise mais aprofundada destas informações.
Em uma das imagens, Micol explica que uma das obras tem aproximadamente 188 metros de largura e, portanto, seria três vezes maior do que a Grande Pirâmide, a mais famosa do Egito. A outra tem 45 metros de largura e um formato um pouco mais quadrado.
“As imagens falam por si próprias. Mas é claro que deve haver verificações para confirmar se são mesmo pirâmides. Mas acredito que sim. Agora é preciso fazer um trabalho extenso, procurar provas e saber suas origens. Creio que a tecnologia atual pode ajudar muito neste tipo de descoberta”, afirma Micol.
Artigo relacionado Google Earth Anomalies Fonte: The History Channel
domingo, 19 de agosto de 2012
MÚMIAS “FRANKENSTEIN" DA ESCÓCIA INTRIGAM PESQUISADORES
Cientistas da Universidade de Manchester descobriram que duas múmias de 3 mil anos de idade, que até então pensava-se que eram de um homem e uma mulher, são na verdade uma espécie de "Frankenstein". Exames de DNA mostraram que os dois corpos, em excelente estado de conservação, são formados por partes de seis cadáveres diferentes.
As duas múmias foram descobertas há mais de 10 anos entre as ruínas de uma aldeia pré-histórica de uma ilha na Escócia e até então nunca haviam chamado a atenção para nada muito diferente. Contudo, um dos cientistas reparou que a mandíbula de um dos cadáveres não encaixava no crânio e, partir daí, deu-se início a novas investigações sobre o caso.
De acordo com estudos posteriores, estes corpos "Frankenstein" teriam sido desenterrados e depois enterrados novamente no local onde foram encontrados há cerca de 300 ou 600 anos. Está quase descartada a possibilidade de que os ossos de pessoas diferentes tenham caído "por acaso" no mesmo poço, já que eles estavam em uma posição perfeita.
Contudo, as razões para o uso de diferentes partes de cadáveres em uma múmia ainda são um mistério. Segundo os cientistas envolvidos na investigação, a tendência é que com o aprofundamento das investigações e com o estudo de múmias cada vez mais antigas serão encontrados outros sinais de rituais ainda mais difíceis de compreender.
Artigo relacionado
Journal of Archaeological Science
As duas múmias foram descobertas há mais de 10 anos entre as ruínas de uma aldeia pré-histórica de uma ilha na Escócia e até então nunca haviam chamado a atenção para nada muito diferente. Contudo, um dos cientistas reparou que a mandíbula de um dos cadáveres não encaixava no crânio e, partir daí, deu-se início a novas investigações sobre o caso.
De acordo com estudos posteriores, estes corpos "Frankenstein" teriam sido desenterrados e depois enterrados novamente no local onde foram encontrados há cerca de 300 ou 600 anos. Está quase descartada a possibilidade de que os ossos de pessoas diferentes tenham caído "por acaso" no mesmo poço, já que eles estavam em uma posição perfeita.
Contudo, as razões para o uso de diferentes partes de cadáveres em uma múmia ainda são um mistério. Segundo os cientistas envolvidos na investigação, a tendência é que com o aprofundamento das investigações e com o estudo de múmias cada vez mais antigas serão encontrados outros sinais de rituais ainda mais difíceis de compreender.
Artigo relacionado
Journal of Archaeological Science
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Arqueólogos encontram caixa dos tempos do Império no Rio de Janeiro
A caixa foi encontrada em meio às obras de recuperação da Zona Portuária do Rio de Janeiro, e com um tesouro histórico que pesquisadores da Biblioteca Nacional estão tentando recuperar.
André CurvelloRio de Janeiro - RJ

Arqueólogos encontraram uma caixa em meio às obras de recuperação da Zona Portuária do Rio de Janeiro, e com um tesouro histórico que pesquisadores da Biblioteca Nacional estão tentando recuperar.
Fugiu da Rua dos Pescadores, número 35, o escravo Jerônimo. O anúncio estava nos classificados de um jornal de 1871. Hoje, o pedacinho de papel faz parte do quebra-cabeça que a equipe da Biblioteca Nacional tenta montar.
Os pesquisadores dizem que as páginas são de três jornais diferentes; dois ainda desconhecidos, e o diário oficial do Império. Os papéis estavam em uma caixa.
Cápsulas do tempo já foram comuns em grandes obras. Era tradição colocar dentro da pedra fundamental algum material que identificasse a época da construção. Como as velhas mensagens em garrafas que viajavam pelo mar na esperança de que alguém as encontrasse, a cápsula do tempo também viaja pelas décadas, pelos séculos. Muitas delas cumprem o seu papel.
A caixa estava dentro de um bloco de granito, a pedra fundamental da companhia Docas Pedro II, onde eram armazenados os produtos que chegavam pelo mar. Mesmo já modificado, o prédio permanece de pé.
Feita de madeira por fora e de chumbo por dentro, a cápsula do tempo foi encontrada cheia d’água. Os jornais pareciam uma massa de papel, de tão destruídos.
Veio a fase de recuperação. O material agora vai passar por uma etapa de limpeza. Depois, os espaços perdidos serão preenchidos com um papel produzido na própria Biblioteca Nacional.
Os jornais chegaram a ser levados para a Universidade de São Paulo, onde foram esterilizados. Na volta, uma surpresa.
“Até então, a maçaroca estava fechada, o jornal estava fechado, compacto, impossibilitando ver o que tinha dentro. Quando voltou de São Paulo, observamos que tinham umas moedas. Eram nove moedas. E duas parecem ser de ouro”, revela Fernando Menezes Amaro, do Laboratório de Restauração da Biblioteca Nacional.
Mil réis, 500 réis, 200 réis. Tem valor simbólico. Um golpe de sorte. O cara ou coroa da história.
Fonte: G1
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quarta-feira, 9 de maio de 2012
Google homenageia o arqueólogo Howard Carter
O egiptólogo britânico ficou conhecido por ter descoberto a tumba do faraó Tutankhamon no Vale dos Reis

O Google homenageia o arqueólogo e egiptólogo britânico Howard Carter, que caso estivesse vivo completaria 138 anos nesta quarta-feira. Ele ficou conhecido por ter descoberto a tumba do faraó Tutankhamon no Vale dos Reis - localizado no Egito - e por inovar os métodos de análise dos túmulos.
Para conferir todos os doodles, clique aqui
Conhecedor de vários dialetos árabes, aos 27 anos tornou-se inspetor-chefe dos monumentos do Alto Egito e Núbia.
Sua primeira missão foi em Bani Hassan, onde foi incumbido de gravar e copiar as cenas nas paredes dos túmulos dos príncipes do Médio Egito. Dizem que ele trabalhava ao longo do dia e dormia com os morcegos nos túmulos durante a noite.
Em 1922, Carter encontrou os degraus que o levou ao túmulo de Tutankhamon. O arqueólogo descobriu o túmulo faraónico melhor preservado que já havia sido encontrado. Os meses seguintes foram dedicados a catalogar o conteúdo de antiguidades do Egito. Já em 1923, ele encontrou uma casa mortuária e o sarcófago de Tutankhamon.
Para conferir todos os doodles, clique aqui
Conhecedor de vários dialetos árabes, aos 27 anos tornou-se inspetor-chefe dos monumentos do Alto Egito e Núbia.
Sua primeira missão foi em Bani Hassan, onde foi incumbido de gravar e copiar as cenas nas paredes dos túmulos dos príncipes do Médio Egito. Dizem que ele trabalhava ao longo do dia e dormia com os morcegos nos túmulos durante a noite.
Em 1922, Carter encontrou os degraus que o levou ao túmulo de Tutankhamon. O arqueólogo descobriu o túmulo faraónico melhor preservado que já havia sido encontrado. Os meses seguintes foram dedicados a catalogar o conteúdo de antiguidades do Egito. Já em 1923, ele encontrou uma casa mortuária e o sarcófago de Tutankhamon.
Doodles
Os doodles consistem em mudanças no visual do logotipo do Google, geralmente utilizadas para celebrar feriados, aniversários e grandes acontecimentos da história. Até agora, mais de mil intervenções foram criadas.
O Google já utilizou os doodles para homenagear grandes cientistas, artistas e políticos, além de celebrar datas de âmbito nacional e internacional. Muitas das intervenções extrapolam a ideia inicial de homenagem e se tornam logos interativos, como o pequeno jogo de Pac Man, criado em maio de 2011, em homenagem aos 30 anos do clássico game.
Outro doodle que fez sucesso foi a guitarra interativa, em comemoração ao guitarrista americano Les Paul, que faria 96 anos se estivesse vivo, em junho do ano passado. O logo se transformou em uma guitarra interativa, que podia ser tocada ao passar o cursor em cima das cordas. O sucesso foi tão grande que o Google criou uma página permanente para o instrumento virtual.
[Fonte: www.band.com]
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domingo, 21 de agosto de 2011
Santo Sudário pode ser obra de Giotto
| Restaurador italiano afirma que o tecido que por muito tempo acreditou-se ser a mortalha de Jesus Cristo é um desenho do mestre renascentista | ||||||
| por Heloísa Broggiato | ||||||
O pano de linho, que os cristãos acreditam ter envolvido o corpo de Jesus morto, foi analisado pelo restaurador, que identificou a presença da assinatura de Giotto, feita com uma técnica de escrita oculta usada pelos pintores na época. Além disso, Buso – que é cristão – diz ter encontrado o número 15 em várias partes do pano, datação usada geralmente por Giotto, indicando que a pintura seria de 1315. O mito do Sudário surgiu no século XIX, quando um fotógrafo, ao ver a imagem do negativo das fotos que fez do tecido, identificou a silhueta de Jesus. Mas testes de carbono-14 feitos em 1989 indicaram que o manto foi produzido entre 1260 e 1390. | ||||||
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sábado, 20 de agosto de 2011
Carbono 14 - História, Física e Química juntas.
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| Como é criado o carbono 14 |
O método de datação conhecido como radiocarbono ou carbono 14 foi desenvolvido na década de 1940. Ele forneceu aos historiadores um "relógio" para calcular a idade de restos fósseis, ossos e outros documentos arqueológicos de até 60 mil anos.
O processo baseia-se na constatação de que a relação entre o carbono 12 e o carbono 14 (radioatividade) é constante nos seres vivos, mas após a morte o carbono 14 existente no organismo não é mais resposto. Os físicos e químicos verificaram que esse isótopo radioativo tem meia-vida de aproximadamente 5700 anos, ou seja, decorrido esse prazo a massa de carbono 14 cai para metade.
Ao medir a relação entre o carbono 12 e carbono 14 na amostra e compará-la com a existente em um ser vivo, é possível calcular a idade da amostra. Por exemplo, se esta contiver metade do carbono 14 encontrado em tecidos vivos, o ser que forneceu a amostra estava vivo há cerca de 5700 anos.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
EUA devolvem peças arqueológicas da tumba de Tutancâmon ao Egito
Os 19 objetos devolvidos ficarão expostos no Museu Egípcio do Cairo.
Peças foram encontradas na tumba de Tutancâmon, descoberta em 1922.
Ao todo serão devolvidos 19 objetos (Foto: AFP)O secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias (CSA), Mohammed Abdel Maqsud, informou neste sábado (3) que o Metropolitan Museum of Art de Nova York, nos Estados Unidos, devolveu ao Egito 19 peças arqueológicas pertencentes à tumba do faraó Tutancâmon (1336-1327 a. C.).
A decisão em devolver os objetos ocorreu após logo período de negociações entre os responsáveis egípcios e norte-americanos. Atef Abul Dahab, subdiretor do Departamento de Arqueologia Egípcia, deve desembarcar no Cairo com as antiguidades nesta terça-feira (2). As peças serão exibidas no Museu Egípcio do Cairo.
Os 19 objetos, todos de pequeno tamanho, foram encontrados na tumba de Tutancâmon, descoberta pelo arqueólogo britânico Howard Carter em 1922 na ribeira oeste do rio Nilo, na localidade monumental de Luxor. Nessa época, o governo do Egito permitia que os arqueólogos que trabalhavam com recursos próprios ficassem com uma parte de suas descobertas.
Abdel Maqsud destacou o gesto do museu nova-iorquino, especialmente após a instituição ter se transformado em uma grande aliada do CSA para recuperar peças arqueológicas levadas ilegalmente do Egito. Nesse sentido, o responsável egípcio lembrou que no passado o Metropolitan proporcionou ao Egito informações que ajudaram a recuperar um pedaço de rocha que fazia parte do templo faraônico de Karnak, também situado em Luxor.
Fonte: G1
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quinta-feira, 3 de março de 2011
Pesquisadores encontram ruínas históricas durante escavação no RJ
Durante as obras de revitalização foram encontradas camadas de pedras que podem ter sido um cais - onde atracavam navios com escravos da África. Também foram encontrados objetos que pertenceram aos escravos.
A Baía de Guanabara já teve mais espaço, na época do Brasil-Império. Mas, no século XX, o Rio de Janeiro cresceu sobre as águas, sobre aterros.
Agora, as obras de revitalização da zona portuária, para as Olimpíadas de 2016, revelaram uma cidade em camadas.
Todo o trabalho vem sendo acompanhado por arqueólogos e historiadores. Cada pá de terra que sai, desvenda mais um degrau da nossa história.
Um cais foi construído em 1843 para a chegada da imperatriz Tereza Cristina, que veio para o Brasil se casar com Dom Pedro II.
O cais da imperatriz já estava nos mapas. Os arqueólogos sabiam o que iriam encontrar no local. Mas eles queriam ir além, voltar alguns anos na história. Trazer de volta a memória que andava esquecida.
Os pesquisadores acreditam que o piso de pedras irregulares e coberto por outras camadas de calçamento seja o cais do Valongo. Em um determinado ponto, os navios negreiros chegavam com escravos da África.
No meio das ruínas, foram encontrados vários objetos. A cultura negra está exposta na religiosidade dos búzios e nas contas que as mulheres usavam em colares. Segundo os arqueólogos, um cachimbo de argila é da primeira metade do século XIX, feito à mão pelos escravos.
No meio das ruínas, foram encontrados vários objetos. A cultura negra está exposta na religiosidade dos búzios e nas contas que as mulheres usavam em colares. Segundo os arqueólogos, um cachimbo de argila é da primeira metade do século XIX, feito à mão pelos escravos.
As peças mostram um pouco do cotidiano do Rio quase dois séculos atrás. Louças inglesas, instrumentos de navegação, artigos de costura. Época em que brinquedo de criança era um mini-canhão.
“Juntar peças de um quebra-cabeça e compor uma história maior. É uma história, em migalhas, que a gente procura juntar e fazer disso uma coisa maior. A cidade vive o seu presente, tem que olhar para seu futuro, mas não pode esquecer o seu passado”, explica a professora de Antropologia do Museu Nacional, Tânia Andrade de Lima.
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