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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Álbum de fotografias da Revolução Russa


Em novembro de 1917, James Maxwell Pringle, funcionário do First National Bank, de Nova York, se viu em meio ao turbilhão da Revolução Russa durante uma viagem de negócios. Pringle fotografou tudo com olhar de estrangeiro e turista. Manteve distância dos fatos mas foi atento para registrar o clima e as marcas daquela época.

Pringle chegou a Petrograd (atual São Petersburgo) dias depois Revolução de Outubro, na qual os bolcheviques derrubaram o governo provisório – instaurado depois da deposição do Czar Nicolau II, em fevereiro daquele mesmo ano. Além de cenas comuns do dia a dia, as imagens mostram prédios esburacados por balas, barricadas em algumas ruas e covas sendo feitas para os mortos dos confrontos.
A viagem durou até março de 1918 e Pringle circulou pelas cidades russas de Moscou, São Petersburgo, Vologda, Vereshchagin e Novo-Nikolaevsk – além de ter passado por Japão, Coreia do Sul e China.
Todas as imagens da viagem foram reunidas por James Maxwell Pringle num álbum de fotografias com algumas importantíssimas identificações históricas (foto 21). O álbum foi doado pela família de Pringle à Biblioteca do Congresso Americano que digitalizou algumas páginas e mantém o álbum completo em exposição.


Alexandre Belém

Mais detalhes sobre a Revolução Russa nos arquivos de VEJA:

1.  Parada militar em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

2.  Museu Hermitage em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

3.  Esquina das ruas Litania e Sergiefskaya em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

4.  Rio Neva e o Palácio de Inverno em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

5.  Troitsky Most (ponte Trinity ) no rio Neva em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

6.  Canal Fontanka no rio Veva em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

7.  Rua Furstadtskaya em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

8.  Mulheres esperam para receber pão em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

9.  Manifestações no centro de Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

10.  Manifestações no centro de Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

11.  Café em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

12.  Centro de Moscou, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

13.  População lembra os mortos no centro de Moscou durante a Revolução de 1917, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

14.  Prédio esburacado por balas no centro de Moscou, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

15.  Barricadas no centro de Moscou, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

16.  Covas sendo feitas para os mortos durante a Revolução de 1917, Moscou, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

17.  Mercado de Vereshchagino, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

18.  Mercado de Vereshchagino, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

19.  Mercado de Vereshchagino, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

20.  Mercado de Vereshchagino, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

21.  Página do álbum de James Maxwell Pringle com as fotos e identificações.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Fotos antigas e seus locais contemporâneos.

Conheça uma interessante série de fotografias do artista Jason E. Powell, que combinam fotografias antigas com os seus respectivos locais na atualidade, o resultado dessas obras remetem a uma bela viagem ao passado.  











quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Cristo Redentor completa 80 anos.




O Cristo Redentor, uma das imagens símbolo do Rio de Janeiro, completa 80 anos nesta quarta-feira. A estátua foi inaugurada em 12 de outubro de 1931. Segundo a Arquidiocese do Rio de Janeiro, detentora dos direitos autorais do monumento, a construção do Cristo Redentor do Corcovado é considerada um grande marco da engenharia civil brasileira.

A construção do Cristo Redentor foi sugerida pela primeira vez em 1859, para a princesa Izabel, mas a ideia realmente começou a se tornar realidade em 1921, quando uma primeira assembleia foi feita para discutir onde a estátua seria construída. Na época, foi sugerido o Corcovado, o Pão de Açúcar e o Morro de Santo Antônio. O Corcovado foi o escolhido pela localização e visualização de várias zonas da cidade.

O monumento foi todo construído no Brasil. As obras começaram em 1926. O projeto foi erguido em concreto aramado e revestido em mosaico de pedra-sabão, originária da região de Carandaí, em Minas Gerais. O desenho final do monumento é de autoria do artista plástico Carlos Oswald e a execução da escultura é responsabilidade do estatuário francês Paul Landowski.

O Cristo Redentor, com 30 metros e três centímetros de altura e base de 80 metros, abriga a capela de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

Em 2007, o monumento foi eleito e apresentado publicamente como uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, ao lado da Muralha da China, Coliseu na Itália, Machu Picchu no Peru, Petra na Jordânia, Taj Mahal na Índia e Chichén Itzá no México. A escolha, promovida pela New Open World Foundation, contou com mais de cem milhões de votos.

Além disso, em 2009, foi considerado pelo Guinness World Records (o Livro dos Recordes) a maior estátua de Cristo do mundo. 



Fonte: www.band.com.br


Obras nas alturas

O projeto do monumento consumiu cinco anos e a construção, outros cinco
Braços abertos
No projeto original do engenheiro Heitor da Silva Costa, o Cristo estaria carregando um globo. O desenho dos braços abertos é de Carlos Oswald, que fazia parte da equipe de Heitor.
Mosaico voluntário
O Cristo é feito de concreto sobre uma tela de aço, que foi colocada sobre o molde original de gesso, pedaço por pedaço. Na argamassa, usaram areia, açúcar e óleo de baleia. Para revesti-lo, donas-de-casa voluntárias cortaram triângulos de três centímetros de tecido, sobre os quais foram colados pedaços de pedra-sabão – material resistente a intempéries.
Olhos bem abertos
Antes da execução do modelo final da estátua, o escultor francês Maxmilien Paul Landowski, a quem foi encomendado o trabalho, fez diversos moldes, todos na França. Já em tamanho definitivo, as peças feitas de gesso foram divididas em dezenas de partes numeradas e transportadas de Paris ao Rio – só a cabeça tinha 50 partes.
Estrada de ferro
As peças do Cristo foram reunidas na Igreja Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado, e levadas aos pedaços para o alto do Corcovado, onde a camada de concreto foi aplicada. Elas, junto com cimento, areia e até água, foram transportadas pelos trens da Estrada de Ferro do Corcovado, a primeira eletrificada do país, construída em 1884.
Bate coração
O pedestal da imagem, com 8 metros de altura, abriga uma capela dedicada a Nossa Senhora Aparecida, com capacidade para 20 pessoas sentadas. O interior da estátua tem escadas em ziguezague. À medida que se sobe, a altura dos corredores diminui. Para se chegar aos braços, é preciso andar agachado. O Cristo tem um coração, instalado, claro, na altura do peito.
Esforço milagroso
Não há registro da quantidade de operários que trabalharam nas obras do Cristo Redentor durante os cinco anos que elas duraram. Apesar da altura e dos ventos fortes, não houve nenhum acidente grave durante a construção – quase um milagre, já que os empregados ficavam pendurados em andaimes sem qualquer segurança.


Saiba mais



O Analfabeto Político



Bertold Brecht
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.



Bertold Brecht



domingo, 21 de agosto de 2011

Santo Sudário pode ser obra de Giotto


Restaurador italiano afirma que o tecido que por muito tempo acreditou-se ser a mortalha de Jesus Cristo é um desenho do mestre renascentista
por Heloísa Broggiato
Um dos objetos mais venerados – e controversos – do cristianismo, o Santo Sudário, teria sido obra de um dos principais pintores italianos pré-renascentistas, Giotto di Bondone. Essa é a base do estudo de um artista e restaurador italiano, Luciano Buso, que diz ter encontrado sinais característicos da obra de Giotto no Sudário conservado em Turim.

O pano de linho, que os cristãos acreditam ter envolvido o corpo de Jesus morto, foi analisado pelo restaurador, que identificou a presença da assinatura de Giotto, feita com uma técnica de escrita oculta usada pelos pintores na época. Além disso, Buso – que é cristão – diz ter encontrado o número 15 em várias partes do pano, datação usada geralmente por Giotto, indicando que a pintura seria de 1315.

O mito do Sudário surgiu no século XIX, quando um fotógrafo, ao ver a imagem do negativo das fotos que fez do tecido, identificou a silhueta de Jesus. Mas testes de carbono-14 feitos em 1989 indicaram que o manto foi produzido entre 1260 e 1390.

terça-feira, 5 de julho de 2011

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A Guerra e a Arte II

Apesar da repressão contra os opositores  e da censura aos meios de comunicação e à arte, inúmeros intelectuais, artistas e militantes de partidos de esquerda nos deixaram registros de sua crítica às ditaduras nazi-fascistas.
Um desses registros é o quadro Guernica, do pintor espanhol Pablo Picasso, que se tornou símbolo da resistência contra o nazi-fascismo. Picasso representou o cruel bombardeio pela Luftwaffe, a força área alemã, com o objetivo de testar a eficiência da sua aviação de guerra e apoiar os fascistas espanhóis na Guerra Civil Espanhola. (1936-1939). Guernica foi arrasada.
A Guerra Civil foi travada entre os seguidores do general Franco, que tinha idéias próximas às de Hitler, e os republicanos. O bombardeio a Guernica ocorreu em abril de 1937 e antecipou os horrores da Segunda Guerra Mundial.
O general Franco venceu a guerra na Espanha e estabeleceu uma ditadura de partido único, que durou perto de quarenta anos.
Pablo Picasso nunca permitiu que o quadro fosse exposto na Espanha enquanto durasse o regime de Franco, por isso ele ficou guardado no edifício da ONU. Apenas em 1977, quando foram realizadas as primeiras eleições livres na Espanha desde 1936, o quadro Guernica pode retornar ao país. 
Guernica, obra de Pablo Picasso - 1937.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Guerra e a Arte

Jogadores de cartas mutilados
durante a guerra
Rua de Praga
O alemão OTTO Dix, viveu de 1891a 1969, foi soldado no front ocidental da Primeira Guerra Mundial por quatro anos.
As experiências vividas na frente de batalha deixaram marcas profundas em Otto Dix. Ao longo da década de 1920, suas obras representaram todo o desprezo e crueldade da sociedade com os mortos, feridos e mutilados. A proximidade da morte tornou comum a presença de cadáveres e suicidas em suas obras.
Seus trabalhos mais marcantes sobre a tragédia da guerra foram reunidos em cinco álbuns de gravuras em metal, publicadas em 1924. Neles, a fuligem, a névoa, os tons de cinza procuram retratar um mundo em decomposição, um mundo deformado pela indiferença ao sofrimento e à morte. Os sentimentos de melancolia e angústia são inevitáveis diante destas imagens.
Soldado ferido - Outono de 1916
O vendedor de fósforos.
Conheça outras obras do artista em: www.ottodix.org 

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Breve história da Tatuagem.


A tatuagem já foi usada para identificar bandidos e enfeitar poderosos; para juntar tribos e afugentar inimigos; para mostrar preferências e esconder imperfeições. O que não mudou quase nada foi a técnica de aplicação de tinta na pele. Passados mais de 4 mil anos, ela ainda é feita por meio de agulhas que perfuram a derme. Perseguida em vários momentos da história, a prática foi banida por decreto papal no século 8 e na Nova York do século 20. Apesar disso, é difícil encontrar quem nunca tenha pensado em fazer uma.


>> Entre 2160 a.C e 1994 a.C.
Múmias de mulheres egípcias, como a Amunet, possuem traços e inscrições na região do abdome

>>> Há mais de 2.400 anos
Múmias encontradas nas montanhas de Altais, na Sibéria, apresentam ombros tatuados com animais, reais e imaginários

>>> Entre 509 aC e 27 aC
Os imperadores romanos determinam que, para não serem confundidos com súditos mais bem afortunados, prisioneiros e escravos sejam tatuados

>>> 787
Sob a alegação de ser coisa do demônio, o papa Adriano I proíbe as pessoas de se tatuarem

>>> Entre os séculos 15 e 17
Durante a invasão da Bósnia e Herzegovina pelos turcos otomanos, os católicos tatuavam cruzes como forma de evitar ter de rezar para Alá

>>> 1600
Com o fim das guerras feudais no Japão, os serviços dos samurais tornaram-se desnecessários. Surge, então, a Yakuza, a máfia japonesa

>>> 1769
Em expedição à Polinésia, o navegador inglês James Cook nota a tradição local de marcar o corpo com tinta. Na língua local, chamam isso de "tatao"

>>> Entre 1831 a 1836
A bordo do HMS Beagle, Charles Darwin registra que a maioria dos povos do planeta conheciam ou utilizavam algum tipo de tatuagem

>>> 1891
O americano Samuel O’Reilly patenteia a máquina de tatuar. Trata-se de uma adaptação de uma invenção de Thomas Edison

>>> 1928
Em Chicago, um caminhão com peles tatuadas é roubado. A coleção pertencia a Masaichi Fukushi, médico japonês que estudava como a tatuagem ajudava a preservar a pele

>>> 1942
Durante a Segunda Guerra, os nazistas tatuavam um número no corpo dos judeus para identificá-los como prisioneiros nos campos de concentração

>>> 1959
Chega ao Brasil o dinamarquês Knud Gegersen, o primeiro tatuador profissional a atuar por aqui

>>> 1961
Depois de um surto de hepatite B, a Secretaria da Saúde de Nova York proíbe a realização de novas tatuagens na cidade

>>> 1999
A empresa de brinquedos Mattel lança a Barbie Butterfly Art, boneca que vinha com uma tatuagem lavável

>>> dezembro de 2009
Ao passar 52 horas tatuando o corpo de Nick Thunberg, o americano Jeremy Brown bateu o recorde mundial de sessão mais longa, que era de 43h50min, estabelecido em 2006

[ Fonte: Revista Galileu ]

domingo, 15 de maio de 2011

Acervo do Museu Nacional de Belas Artes




O Museu Nacional de Belas Artes é um dos mais importantes e conhecidos centros de cultura do país. Ele foi fundado no Rio de Janeiro, em 19 de agosto de 1938. O primeiro grande acervo colocado à disposição do público foi o conjunto de obras trazidas por Dom João VI, em 1808.  O local conta atualmente com mais de 16 mil peças entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras brasileiras e estrangeiras.

 Em 17 de fevereiro de 2011, após três anos de restauração, o museu foi reaberto com uma grande exposição de 230 obras produzidas no século XIX por grandes artistas como: Pedro Américo, Vitor Meirelles, Almeida Junior e Rodolfo Amoedo.
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Pedro Américo
Nascido em 1843, o paraibano começou a fazer desenhos com apenas 11 anos de idade. Sua vida acadêmica teve início na Academia Imperial de Belas Artes. Aos 15 anos, Américo recebeu de Dom Pedro II uma bolsa para estudar e se aperfeiçoar em desenho e pintura na França. Sua obra mais conhecida é a ‘Batalha do Avaí’ com 66 metros quadrados. Ele morreu em Florença, na Itália, em 1905.



Vitor Meirelles
Meirelles nasceu em 1832 em Florianópolis, e foi professor de desenho no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Como todo artista da época, ele precisou sair do país para estudar pintura. Morou em Roma e Paris. Entre seus trabalhos mais marcantes estão: ‘Batalha dos Guararapes’ (1879) e ‘Primeira Missa no Brasil’ (1860). Vitor Meirelles morreu na cidade do Rio de Janeiro, aos 71 anos.



Almeida Junior
Esse paulista de Itu, nasceu em 1850 e teve muita importância para cultura e na arte do país. Ele sempre retratou o regionalismo do Brasil em suas obras. Expandindo seu trabalho, Almeida Junior trazia o diferente ao abordar a cultura caipira, até então muito desconhecida pelas pessoas dos centros urbanos. O artista morreu na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo, em 1889.



Rodolfo Amoedo
Em 1857, nasce em salvador um dos grandes pintores brasileiros. Estudante do Liceu de Artes e Ofícios e da Academia de Belas Artes, o artista viu em Vitor Meirelles um grande mestre. Rodolfo  ganhou uma bolsa na Escola de Belas Artes de Paris.Em seu retorno ao Brasil, o artista teve o privilégio de ser professor e, mais tarde, diretor da Escola Nacional de Belas Artes. Muito de seus trabalhos são encontrados no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e no Palácio do Itamaraty.



[Fonte: Globo.com/Faustao]

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