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terça-feira, 2 de junho de 2015

Divulgação de livro: BARBAROSSA

BARBAROSSA
A invasão da União Soviética pela Alemanha nazista em 1941    
   
Em 22 de junho de 1941, os alemães iniciaram a tão esperada invasão da União Soviética. Em código, seu nome era “Operação Barbarossa”, devido a um dos heróis de Hitler, o imperador Frederico Barba-Ruiva (Barbarossa) do Sacro Império Romano, no século XII. O ataque culminou o antigo desejo de Hitler de estender para Leste as fronteiras do Reich.

A luta que se seguiu foi um dos conflitos mais ferozes da história da guerra moderna. As forças alemãs avançaram em três formações: o Grupo de Exércitos Norte foi encarregado de capturar os estados bálticos e Leningrado; o Grupo de Exércitos Centro deveria avançar até Moscou; e o Grupo de Exércitos Sul teria de subjugar a Ucrânia. Em seis dias, a Wehrmacht capturou Riga, Minsk e Lvov, e o Grupo de Exércitos Centro avançou 300 quilômetros pelo interior soviético.

Com relatos em primeira mão de ambos os lados, fotografias vívidas, quadros detalhados e mapas exclusivos do avanço alemão e das ações defensivas soviéticas, Barbarossa é um estudo abrangente da primeira semana dos quatro anos de guerra na frente oriental.



SOBRE O AUTOR: Will Fowler é jornalista, trabalha na área editorial desde 1972 e se especializou em história militar. De 1983 a 1990, cobriu o exército britânico para a revista Defence. Escreveu mais de 15 livros, entre eles Eastern Front: The Unpublished Photographs, D-Day: The First 24
Hours e Stalingrad: The Vital 7 Days. Serviu na 7ª Brigada Blindada britânica na Primeira
Guerra do Golfo (1990-1991). Hoje, mora em Hampshire, na Inglaterra.

Saiba mais em http://www.mbooks.com.br/

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O fim da União Soviética

15/12/2011

Entenda o fim da União Soviética

DE SÃO PAULO
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
Vinte anos após o fim da União Soviética, a Rússia ainda defende o legado soviético com o objetivo de manter a todo custo sua imagem de potência mundial diante do impulso do Ocidente e da China.

O ato de morte da URSS foi pronunciado em 8 de dezembro de 1991 com a criação da Comunidade dos Estados Independentes (CEI), que reúne hoje as antigas repúblicas soviéticas, com exceção da Geórgia e dos três Estados bálticos.

Por meio de uma mensagem pela televisão, Mikhail Gorbatchov comunicava a desintegração da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) em 25 de dezembro de 1991.

O fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), há duas décadas, não foi suficiente para pôr fim a uma série de conflitos que até hoje afligem os países que nasceram das cinzas do antigo regime comunista.

Veja um infográfico que relembra os principais fatos que levaram ao fim da URSS:

 

sábado, 13 de agosto de 2011

O muro de Berlim está de volta. Meio século depois de ser construído e duas décadas após sua destruição, algumas partes do muro que dividia a cidade de Berlim estão sendo reconstruídas para a posteridade, para a alegria dos turistas que buscam ter uma visão de como era a cidade durante a Guerra Fria.
Erguido com o objetivo de separar Berlim Ocidental da comunista Berlim Oriental, o muro teve sua construção iniciada em 13 de agosto de 1961. Quase todos os seus 160 quilômetros foram destruídos durante a euforia que se seguiu à queda de seus primeiros pedaços, em 1989.
Apenas alguns pedaços do muro continuavam intactos quando a Alemanha foi reunificada, em 3 de outubro de 1990. Somente três das 302 torres de controle da Alemanha Oriental ainda permanecem em pé.
David Brauchli-11.nov.89/Reuters
Policiais da Alemanha Oriental observam enquanto manifestante destrói pedaço do muro de Berlim
Policiais da Alemanha Oriental observam enquanto manifestante destrói pedaço do muro de Berlim
"Há uma reclamação generalizada de que a demolição do muro foi extensa demais", declarou o prefeito de Berlim, Klaus Wowereit. "Isso é compreensível nos dias de hoje e teria sido melhor para os turistas se mais partes tivessem sido preservadas. Mas naquela época todos estavam tão felizes em ver que o muro havia acabado".

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Apoio à democracia cai em ex-repúblicas comunistas integrantes da União Europeia, mostra pesquisa


Fernanda Calgaro
Especial para o UOL Notícias
Em Londres
A recente crise econômica mundial fez uma grande parte dos moradores das ex-repúblicas da União Soviética e da Iugoslávia, desmembradas há cerca de 20 anos, ficar mais descrente em relação à economia de mercado e à democracia. Pesquisa realizada pelo Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento, a ser divulgada nesta quarta-feira (29) em Londres, aponta que, embora poucos queiram voltar ao passado –marcado por regimes autoritários e economias planificadas–, o apoio à democracia e à economia de mercado caiu, respectivamente, em 18 e 11 países, incluindo nove dos dez países dos antigos blocos que entraram na União Europeia. A exceção em ambos os casos foi a Bulgária.
No estudo, realizado em parceria com o Banco Mundial, foram ouvidas 39 mil pessoas de 34 países da Europa Central à Ásia Central, incluindo cinco da Europa Ocidental para efeito de comparação. O objetivo era traçar um panorama acerca do grau de satisfação das pessoas e sobre o que elas pensam do futuro. Os dados, coletados em 2010, fazem parte da segunda pesquisa sobre o tema. A primeira havia sido feita em 2006, quando a maioria das economias locais estava em alta, com média de crescimento na região de 7,3%.
A lista dos países em transição pesquisados é composta por: Croácia, República Tcheca, Estônia, Hungria, Letônia, Lituânia, Polônia, Eslováquia, Eslovênia, Albânia, Bósnia-Hezergóvina, Bulgária, Macedônia, Montenegro, Romênia, Sérvia, Armênia, Azerbaijão, Belarus, Geórgia, Moldávia, Ucrânia, Cazaquistão, Quirguistão, Mongólia, Tajiquistão, Uzbequistão, Rússia e Turquia. Os cinco países da Europa Ocidental incluídos na pesquisa atual são: França, Reino Unido, Itália, Alemanha e Suécia.
No geral, o apoio à democracia na região é de 45%, maior do que o suporte à economia de mercado, com 40%. O apoio menor é sentido na Sérvia, Letônia e Rússia, onde menos de 40% das pessoas dão preferência a regimes democráticos. No entanto, quase um quarto dos entrevistados sente que o tipo de modelo econômico pouco interfere no seu estilo de vida e mais de um quinto acha o mesmo em relação ao sistema político. Nos cinco países incluídos para comparação, os habitantes tendem a ser mais felizes e mais favoráveis à democracia e liberdades políticas.

Tolerância

Os entrevistados também responderam a perguntas sobre tolerância religiosa e étnica. De maneira geral, as pessoas não se importam com diferenças religiosas. No entanto, em seis países esse índice passa de 20% e chega a 30% na Moldávia.
No tocante à raça, 30% da população da Armênia, Moldávia e Turquia não gostaria de ter pessoas de outras raças como seus vizinhos. A aversão a imigrantes também é alta na Turquia, com mais de 30% que se disseram contrários, seguidos de perto pela Mongólia e a Rússia.

Economia

Em mais da metade dos países pesquisados, a maioria disse ter sido bastante afetada pela crise –o mesmo foi sentido em um único país ocidental usado para comparação, a Itália. Nos países de transição, 70% dos lares atingidos tiveram de cortar custos com alimentos de primeira necessidade. Apesar das privações econômicas, o nível de satisfação com a vida acabou ficando em 43%, pouco abaixo dos 44% registrados em 2006. O otimismo acerca do futuro caiu de 55% para 49% dos países, mas continua alto.

Corrupção

A pesquisa também avaliou o que as pessoas pensam em relação à corrupção, incluindo o pagamento de subornos, e apontou que a percepção geral é que tenha aumentado. Os servidores vistos como mais corruptos são os policiais de trânsito, seguidos de funcionários do sistema de saúde.
O Azerbaijão é o país onde o percentual é mais alto: 65% dos entrevistados indicaram que o pagamento não-oficial ou a entrega de presentes são frequentes ou quase sempre necessários quando se lida com autoridades.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Há 50 anos, homem chegava ao espaço pela primeira vez


Na manhã de 12 de abril de 1961, o soviético Alekseyevich fez um café-da-manhã inédito. Flutuando a 327 km acima da superfície terrestre, o homem de apenas 27 anos comeu e bebeu dentro de uma bola de apenas 2,3 m. Ficou conhecido para a posteridade como Yuri Gagarin e seu desjejum matinal foi apenas um feito dentro de outro maior: o primeiro voo de um humano no espaço.
Foi a segunda refeição do dia para o piloto da força aérea da extinta URSS. Horas antes, na companhia do seu substituto imediato German Titov, o cosmonauta já havia recebido “comida do espaço” para se acostumar à rotina durante a missão. Gagarin foi o escolhido entre mais de 3,5 mil aspirantes à missão, após intensos testes de resistência física e psicológica. Somente seis homens foram selecionados como possíveis candidatos à primeira aventura do homem no espaço. A decisão sobre quem iria estar a bordo da nave redonda Vostok 1 foi comunicada ao grupo apenas quatro dias antes da missão.Foi a segunda refeição do dia para o piloto da força aérea da extinta URSS. Horas antes, na companhia do seu substituto imediato German Titov, o cosmonauta já havia recebido “comida do espaço” para se acostumar à rotina durante a missão.
À época, a extinta União Soviética e os Estados Unidos travavam uma batalha silenciosa para saber qual nação levaria o primeiro ser humano à Lua. Os norte-americanos venceram a disputa em 1969, com o “pisão” inaugural de Neil Armstrong no satélite natural da Terra, mas nos oito anos anteriores, os soviéticos sempre estiveram à frente - inclusive no lançamento do primeiro satélite artificial, o Sputnik, em 1957.
Os Estados Unidos só levariam o primeiro homem ao espaço alguns meses mais tarde, durante a viagem de Alan Shepard no voo da Freedom 7, em 5 de maio de 1961. Porém somente em 7 de fevereiro de 1962, durante a missão Friendship, com John Glenn, o país teve seu primeiro astronauta completando uma volta inteira ao redor do planeta. Ambos os feitos fizeram parte do Projeto Mercury, da agência espacial norte-americana (Nasa).
‘Poyekhali’
O voo de Gagarin começou às 09h07 no horário de Moscou, com o lançamento da cápsula Vostok 1 com o foguete R-7.
Antes de decolar, o cosmonauta gritou “Poyekhali!” (“Vamos nessa!", em tradução livre).
A nave partiu das instalações do então secreto Cosmódromo de Baikonur, conhecido à época também como Tyuratam, localizado atualmente nas estepes do Cazaquistão – uma das ex-repúblicas soviéticas.
Onze minutos após a decolagem, o combustível do foguete acabou, a cápsula redonda Vostok foi liberada e a humanidade entrava em órbita pela primeira vez.
Gagarin 4 (Foto: Nasa)Yuri Gagarin ao ser transportado para o lançamento da Vostok 1, na manhã de 12 de abril de 1961. Ao fundo da imagem está German Titov, piloto reserva da missão, que foi ao espaço na missão Vostok 2. (Foto: Nasa)
Para girar ao redor do planeta, a Vostok precisou alcançar uma velocidade média de 28 mil km/h. Gagarin não chegou a controlar a nave, ainda que os controles para uma operação manual da Vostok 1 estivessem disponíveis ao piloto soviético.
Durante os 108 minutos de duração da missão, Gagarin deu uma volta inteira em torno da Terra. Os relatos do cosmonauta narram a sensação de estar sob o efeito de uma gravidade menor, além de uma preocupação constante sobre os dados do voo – ao solicitá-los à equipe responsável na Terra.
O cosmonauta retornou ao solo terrestre às 10h55 em uma área de plantação em Smelovka, na província de Saratov, a 300 km de onde deveria ter pousado. De volta ao planeta, Gagarin recebeu seu terceiro café-da-manhã naquele dia: leite e pão de Anna Takhtarova, uma avó espantada com a figura de um homem vestido em trajes laranjas e com um capacete, vindo do espaço.
Vostok 1a (Foto: ESA)A cápsula Vostok 1, com apenas 2,3 m de diâmetro,
após aterrissar de volta na Terra. (Foto: ESA)
Legado
Gagarin virou um herói soviético após retornar ao planeta que ele observou - pela primeira vez - de fora. Foi poupado de outras missões pelo medo de um acidente encerrar a vida de um dos principais ícones soviéticos durante a Guerra Fria.
Ironicamente, o temor se justificou em 28 de maio de 1968, quando em um acidente ainda envolto em mistério, Gagarin morreu durante testes em um avião MiG.
Após a tragédia, uma cratera na Lua e um asteroide foram nomeados em homenagem ao cosmonauta.
Depois de Gagarin, mais de 400 pessoas – de 30 países diferentes – já estiveram no espaço. A maior distância já percorrida por humanos foi pouco maior que 400 mil quilômetros, durante a quase fatal missão Apollo 13, da Nasa.
[ Fonte: G1

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