" História, o melhor alimento para quem tem fome de conhecimento" PPDias

sábado, 13 de agosto de 2011

50 anos da construção do Muro de Berlim


Há exatos 50 anos, a então Alemanha Oriental surpreendeu o mundo ao erguer uma parede de 162 km em apenas 24 horas. O Muro de Berlim, como ficou conhecido, foi construído para impedir que os moradores da parte comunista do país fugissem para o lado capitalista. Mas o paredão de 4 m de altura, que simbolizou a divisão do mundo em dois blocos, também cortou o país ao meio, separando famílias inteiras e deixando feridas que continuam abertas até hoje na Alemanha, mais de 20 anos após a sua queda.
A construção do muro começou na madrugada de 13 de agosto de 1961. As Forças Armadas da Alemanha comunista derrubaram postes e colocaram barricadas de arame farpado pelas ruas de Berlim para separar os dois lados da cidade.
Principal símbolo da Guerra Fria, o muro dividiu por 28 anos a Alemanha em dois blocos: a República Democrática da Alemanha - que seguia o regime socialista liderado pela União Soviética - e a República Federal da Alemanha - sob o regime capitalista.
O objetivo da construção era evitar a fuga de alemães do lado comunista para o mundo capitalista, caminho feito por quase 3 milhões de pessoas desde o final da 2ª Guerra Mundial - eles tentavam escapar de problemas de abastecimento e da situação econômica cada vez pior na Alemanha oriental.
Após a construção do muro, o fluxo de migração caiu drasticamente: estima-se que cerca de 5.000 pessoas conseguiram atravessar a barreira entre 1961 e 1989, ano da queda do paredão.
Para o professor de Ciências Políticas e Relações Internacionais da Unesp (Universidade Estadual Paulista), Tullo Vigevani, “dividir a cidade de Berlim ao meio simbolizava a divisão do mundo em dois blocos” completamente isolados entre si.
- Cada parte tinha suas próprias regras. O muro não respeitou nada. Ele dividiu ruas, prédios e famílias.
A barreira foi reforçada diversas vezes ao longo dos anos e chegou a possuir não apenas um, mas dois muros de 162 km de extensão, separados por um corredor de 100 m de largura extremamente militarizado. A zona ficou conhecida como “corredor da morte”.
De acordo com Vigevani, o muro era tão vigiado que, quem tentasse mudar de lado, era recebido com tiros. Segundo estimativas oficiais do governo alemão, 136 pessoas morreram tentando cruzar a barreira.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Câmara acha recados de operários que construíram prédio do Congresso


Mensagens escritas em 1959 foram encontradas por equipe da Câmara.
Manutenção buscava a origem de um vazamento no Salão Verde da Casa.

Mensagem de operários encontrado na Câmara (Foto: Jose Cruz/Agência Brasil)Mensagem de operários encontrada na Câmara
(Foto: Jose Cruz/Agência Brasil)
Ao buscar a origem de um vazamento no Salão Verde da Câmara, uma equipe de manutenção encontrou seis mensagens de operários que trabalharam na construção do Congresso Nacional. As mensagens, com erros de ortografia, foram encontradas acima da laje do Salão Verde da Câmara. As mensagens trazem frases de amor e recados aos políticos.

"Que os homens de amanhã que aqui vierem tenham compaixão dos nossos filhos e que a lei se cumpra", diz mensagem escrita a lápis sobre o concreto pelo operário José Silva Guerra, com data de 22 de abril de 1959. Outra mensagem diz: "Só temos uma esperança: nos brasileiros de amanhã".

Além das mensagens, foram encontradas uma caixa de prego, um tubo de pasta de dente da marca Gessy e ferramentas. “É uma escrita feita com a intenção de deixar uma mensagem de otimismo, de que eles estavam acreditando que aquele trabalho que eles estavam fazendo, trabalho árduo, seria em benefício do país", disse o diretor do Departamento Técnico da Câmara, Reinaldo Brandão.

As mensagens também mostram sentimentos dos operários como amor e saudade. "Amor palavra sublime que domina qualquer ser humano" e "Saudade: palavra que nunca morre, quando morre fica arquivada no coração", foram algumas das frases encontradas.
 

10 dicas para tornar uma visita ao museu divertida

Incentivar seu filho a interagir com a exposição e contar suas próprias histórias pode aproximá-lo do mundo da arte


Educar
18/05/2011 15:49
Texto Marina Pastore

Foto: Uma obra de arte como a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, é um ótimo caminho para despertar a imaginação da criança
Uma obra de arte como a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci,
é um ótimo caminho para despertar a imaginação da criança.
Um museu pode parecer um ambiente chato e entediante para as crianças. Por isso, uma visita a uma exposição nem sempre é lembrada na hora de escolher o passeio do fim de semana. Mas não precisa ser assim: além do aprendizado enorme que a criança pode ter em contato com obras de arte, muitas instituições produzem material educativo especialmente para aproximar a exposição do universo infantil e, assim, torná-la mais interessante. Você mesmo também pode estimular seu filho a fazer mais do que simplesmente observar: a obra de arte tem a capacidade de despertar a imaginação da criança e estimulá-la a conversar sobre aspectos de sua própria vida.

Conheça agora 10 dicas para ajudar seu filho a se divertir no museu!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Pensadores da Educação

Tão antigo quanto a Filosofia, o pensamento educacional se desdobra em várias correntes. Clique na imagens para conhecer séculos de reflexões sobre o ofício de educar


Fonte: 

sábado, 6 de agosto de 2011

Hiroshima lembra 66º aniversário de bomba atômica



Hiroshima lembrou nesta sexta-feira os 66 anos do lançamento da bomba atômica sobre a cidade, em um aniversário marcado pela crise na central de Fukushima, com uma chamada ao desarmamento e à revisão da política nuclear do Japão.
Às 8h15 hora local (20h15 do horário de Brasília da sexta-feira), um minuto de silêncio e várias badaladas lembraram o momento em que a primeira bomba atômica caiu sobre a cidade, três dias antes de uma segunda bomba fosse lançada sobre Nagasaki.
Calcula-se que no fim de 1945 cerca de 140 mil pessoas morreram em Hiroshima e cerca de 74 mil em Nagasaki após o ataque nuclear, que levou à rendição do Japão em 15 de agosto desse ano e ao fim da Segunda Guerra Mundial.
Na cerimônia, que contou com cerca de 53 mil pessoas presentes, incluindo representantes de 66 países, entre eles EUA, que pelo segundo ano consecutivo, o prefeito de Hiroshima, Kazumi Matsui, citou testemunhos de sobreviventes da bomba, os quais, disse, conseguiram com ajuda de outros reconstruir a cidade, e hoje continuam buscando a paz "em um mundo sem armas nucleares".
Matsui, filho de um sobrevivente do bombardeio, expressou a necessidade que o mundo aprenda com eles e que passem adiante estas doutrinas às gerações futuras.
Por ocasião da crise nuclear em Fukushima, o prefeito disse que o governo japonês deveria assumir a confiança dos japoneses a respeito da energia nuclear e que, por isso, deveria revisar urgentemente suas políticas energéticas e estabelecer medidas concretas para "recuperar a confiança das pessoas".
Por sua vez, o primeiro-ministro, Naoto Kan, se comprometeu em seu discurso a seguir trabalhando para a abolição das armas nucleares e para reduzir a dependência do Japão da energia nuclear depois da crise em Fukushima pelo terremoto e tsunami de 11 de março.
Kan assegurou que o Japão, além de seguir tentando liderar os debates globais para conseguir o desarmamento e a não-proliferação de armas nucleares, tratará de criar uma "sociedade que não dependa da geração de energia nuclear".
Trata-se da primeira ocasião na qual a declaração da paz que faz anualmente Hiroshima, que normalmente se centra na eliminação das armas atômicas, se refere à questão da energia nuclear desde o acidente de Chernobyl, em 1986.
A cerimônia foi realizada no Parque Memorial da Paz de Hiroshima, onde está a famosa cúpula que ficou de pé após a tragédia e que se preservou como símbolo da devastação causada pela bomba.
Ali se prestaram homenagens às vítimas da bomba, ao tempo que também serviu de ponto de encontro para ativistas antinucleares que reivindicavam o fechamento das centrais de energia atômica.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Frases: Educação Pública



"(É preciso) acabar com esta trágica ilusão de ver aluno passar de ano sem aprender quase nada". Dilma Roussef. 

Durante anos, por causa da promoção automática, recebemos alunos analfabetos no 6º ano, causando um nó que precisa ser desatado. Luiz Claúdio de Souza, diretor da E.M. Pincesa Isabel em entrevista ao Dia Online em 21.08.10. 

"Se a pessoa não consegue produzir, coitado, vai ser professor. Então fica a angústia: se ele vai ter um nome na praça ou se ele vai dar aula a vida inteira e repetir o que os outros fazem..."Fernando Henrique Cardoso em cerimônia pública no Superior Tribunal Federal em 27/11/01.
"No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos estão tristes. Na educação é o 85º e ninguém reclama..." Senador Cristóvam Buarque. 

"A profissão de professor será desejada quando ele deixar de ter vergonha de exibir seu contracheque."
Vera Lúcia A. Godefroid inhttp://www.soprando.net/pulpito/greve-de-professores-em-minas-gerais
 

A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces".Aristóteles
“Ser professor não é um dom, é uma profissão. Por muito tempo se falou que ser professor era um sacerdócio, por isso que até hoje vivemos de dízimo”. Reginaldo – comentário em13/03/2010 – 11:31 – Folha de São Paulo. Gilberto Dimenstein: Greve dos Professores de São Paulo 2010. 

"Um bom professor não se contenta com dinheiro - ele é necessário, mas não suficiente. Um bom professor que dar uma boa aula, ter bons alunos, trabalhar numa boa escola, ajudar a construir uma boa nação. Um bom professor quer ser respeitado. Quer planejar seu próprio curso, produzir e selecionar materiais (pasmem, mas na escola pública um professor não pode nem tirar xeróx)." Ramiropresidente do Sindicato dos Professores de São Paulo em entrevista concedia a Paulo Henrique Amorim em 2008.
"Nossa responsabilidade como educadores é enorme. Quanto maior a nossa ignorância, maior o perigo da negação absoluta da civilização".Antonio Ozaí da Silva.

"Todos nós, antes de sermos professores somos intelectuais. A função do intelectual é detectar os problemas, analisá-los e sugerir soluções". Graça Aguiar.
"O problema é que ninguém inaugura professor ou aluno".Cristovam Buarque referindo-se aos investimentos na área de educação.


"Hoje numa sala de aula, o verdadeiro quadro-negro é o salário do professor". Max Nunes.
"Aqueles que sucateam a educação pública, sobrepondo o fator quantidade em detrimento do fator qualidade, são os mesmos que se mantém no poder às custas da ignorância política e cultural de um povo." Prof. Nilo Jeronimo Vieira.

"A escola pública hoje está ao alcance de todos, pena que a educação ainda não esteja". Prof. Nilo Jeronimo Vieira . 



Fonte: Blog SOS Educação Pública  - http://soseducaopblica.blogspot.com/

"No futuro quando forem analisar historicamente a sociedade brasileira e verificarem porque o Brasil não deu certo, mesmo com uma economia positivamente crescente e um cenário internacional onde Estados Unidos e a própria União Europeia estavam em crise, um documento será fundamental: o contra-cheque de um professor. Nele estará toda a estrutura de manutenção de poder das elites e como manipular uma categoria fundamental para uma nação que pretendia ser digna e mais uma vez fracassou. O destrato ao Professor é uma das faces mais cruéis de nosso tempo e quem está por trás disso tem pleno conhecimento desta artimanha.Escola para muitos ainda é merenda, livro didático, transporte e profissionais presentes, mesmo ganhando uma miséria.É o que pensam pessoas sem visão é que ¨tudo está em seu lugar, graças a Deus¨, entretanto, o que está em jogo em nossa luta é o futuro não só de nossos bolsos, mas da própria nação. É a visão medíocre de desinformados e medíocres, de pessoas que infelizmente foram eleitas num processo que hoje é chamado de democrático, mas será que assim será considerado no futuro?
Acho que além de me unir à categoria vou me juntar às treze almas. Quem sabe juntos possamos fazer algo aqui e no plano espiritual.(...)" Professor Josias Guedes - Carangola/MG 

Aprenda brincando...


Quanto mais antigo, mais fundo está o artefato. Ajude o arqueólogo a encontrar essas peças perdidas no tempo!

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