" História, o melhor alimento para quem tem fome de conhecimento" PPDias

sábado, 20 de agosto de 2011

Carbono 14 - História, Física e Química juntas.

Como é criado o carbono 14
O método de datação conhecido como radiocarbono ou carbono 14 foi desenvolvido na década de 1940. Ele forneceu aos historiadores um "relógio" para calcular a idade de restos fósseis, ossos e outros documentos arqueológicos de até 60 mil anos. 
O processo baseia-se na constatação de que a relação entre o carbono 12 e o carbono 14 (radioatividade) é constante nos seres vivos, mas após a morte o carbono 14 existente no organismo não é mais resposto. Os físicos e químicos verificaram que esse isótopo radioativo tem meia-vida de aproximadamente 5700 anos, ou seja, decorrido esse prazo a massa de carbono 14 cai para metade.
Ao medir a relação entre o carbono 12 e carbono 14 na amostra e compará-la com a existente em um ser vivo, é possível calcular a idade da amostra. Por exemplo, se esta contiver metade do carbono 14 encontrado em tecidos vivos, o ser que forneceu a amostra estava vivo há cerca de 5700 anos.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Parabéns aos Historiadores pelo seu dia!


Um Historiador é um indivíduo que estuda e escreve sobre a história e é considerado uma autoridade neste campo. Historiadores se preocupam com a narrativa contínua e metódica, bem como a pesquisa dos eventos passados relacionados ao ser humano, e o estudo dos eventos ocorridos ao longo do tempo. Embora o termo historiador possa ser usado para descrever tanto os profissionais quanto os amadores da área, costuma ser reservado para aqueles que obtiveram uma graduação acadêmica na disciplina. Alguns historiadores, no entanto, são reconhecidos unicamente com mérito em seu treinamento e experiência no campo.

“AMO A HISTÓRIA. SE NÃO AMASSE, NÃO SERIA HISTORIADOR. FAZER A VIDA EM DUAS: CONSAGRAR UMA À PROFISSÃO, CUMPRIDA SEM AMOR; RESERVAR OUTRA A SATISFAÇÃO DAS NECESSIDADES PROFUNDAS – ALGO DE ABOMINÁVEL QUANDO A PROFISSÃO QUE SE ESCOLHEU É UMA PROFISSÃO DE INTELIGÊNCIA. AMO A HISTÓRIA E É POR ISSO QUE ESTOU FELIZ POR VOS FALAR, HOJE, DAQUILO QUE AMO” – LUCIEN FEBVRE

“O BOM HISTORIADOR SE PARECE COM O OGRO DA LENDA: ONDE FAREJA CARNE HUMANA, SABE QUE ALI ESTARÁ SUA CAÇA” – MARC BLOCH
“AINDA QUE OS HISTORIADORES TENHAM SIDO SEMPRE OS PIORES PROFETAS, CERTAMENTE, NO ENTANTO, PODEM AJUDAR A COMPREENDER AS HERESIAS ACUMULADAS QUE FIZERAM NÓS O QUE SOMOS HOJE” – ROGER CHARTIER
“OS OUTROS POVOS SÃO DIFERENTES. E, SE QUEREMOS ENTENDER SUA MANEIRA DE PENSAR, PRECISAMOS COMEÇAR COM A IDÉIA DE CAPTAR A DIFERENÇA. QUANDO NÃO CONSEGUIMOS ENTENDER UM PROVÉRBIO, UMA PIADA, UM RITUAL OU UM POEMA, TEMOS A CERTEZA DE QUE ENCONTRAMOS ALGO. ANALISANDO O DOCUMENTO ONDE ELE É MAIS OPACO, TALVEZ SE CONSIGA DESCOBIR UM SISTEMA DE SIGNIFICADOS ESTRANHOS. O FIO PODE CONDUZIR A UMA PITORESCA E MARAVILHOSA VISÃO DE MUNDO” – ROBERT DARNTON
“A FUNÇÃO DO HISTORIADOR É LEMBRAR A SOCIEDADE DAQUILO QUE ELA QUER ESQUECER” – PETER BURK

“SER MEMBRO DA CONSCIÊNCIA HUMANA É SITUAR-SE COM RELAÇÃO AO SEU PASSADO” – ERIC J HOBSBAWM

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sociedades secretas: Thule


Grupo ocultista fundado em 1918 por Rudolf Sebottendorff. Seu nome é uma referência a uma lenda nórdica que evocava uma terra mítica próxima à Groelândia. Lá teria vivido uma civilização superior, a origem da raça ariana. Profundamente nacionalista, teve entre seus membros nomes importantes do Partido Nazista, ainda que não exista evidência de que Hitler tenha sido um deles. Embora o site oficial da organização negue qualquer ligação com a ideologia nazista, sabes-e que seu periódico, O Observador do Povo, tornou-se propriedade do Partido Nazista em 1920 e funcionou até a derrota dos alemães na Segunda Guerra Mundial, em 1945.

No século XX, é relacionada ao Grupo de Thule este fundado em 17 de Agosto de 1918 por Rudolf von Sebottendorff em Munique. O nome Thule é derivado da ilha mítica Thule. O seu nome original era "Studiengruppe für germanisches Altertum" (Grupo de estudo para antiguidade germânica), mas em breve com a formação do Grupo de Thule, este começou a disseminar propaganda anti-republicana e anti-semítica. A Sociedade Thule, existe a cerca de 1.200 anos e desde sua fundação, teve como objetivo a promoção das antigas tradições religiosas européias, tais como o Druidismo, o Wotanismo, o Woragsmo, a Asatru e a Vanatru, desde sua fundação ela sempre foi dirigida por Druidas e Ghodis nos cargos de Grão Mestre e Venerável.
Foi um grupo precursor que teve importancia na transformação do "Deutsche Arbeiter-Partei" (Partido Alemão dos Trabalhadores) que mais tarde se tornaria o NSDAP (Partido Nazista). Teve membros dos escalões de topo do partido, incluindo Rudolf Heß, Alfred Rosenberg, inclusive Adolf Hitler que já era Grão Mestre Cátaro, foi iniciado na Sociedade Thule e no Grupo de Thule por Rudolf Heß, enquanto estavam presos no forte de Landsberg. O seu órgão de imprensa foi o "Münchener Beobachter" (Observador de Munique) que mais tarde se tornaria o "Völkischer Beobachter" (Observador do Povo), o jornal do NSDAP. A sociedade Thule é também conhecida por estar associada à sociedade secreta Germanenorden.
O símbolo associado com o Grupo de Thule era uma adaga, e com a Sociedade Thule era e ainda é o octagrama, muitas vezes com três triângulos ou raios em seu interior.O site atual e oficial da Sociedade Thule é : www.sociedade-thule.8m.com . O Grupo de Thule atuou no Brasil até 1969, quando voltou novamente e agora com lojas no sudeste (SP, RJ) e sul do país.

sábado, 13 de agosto de 2011

O muro de Berlim está de volta. Meio século depois de ser construído e duas décadas após sua destruição, algumas partes do muro que dividia a cidade de Berlim estão sendo reconstruídas para a posteridade, para a alegria dos turistas que buscam ter uma visão de como era a cidade durante a Guerra Fria.
Erguido com o objetivo de separar Berlim Ocidental da comunista Berlim Oriental, o muro teve sua construção iniciada em 13 de agosto de 1961. Quase todos os seus 160 quilômetros foram destruídos durante a euforia que se seguiu à queda de seus primeiros pedaços, em 1989.
Apenas alguns pedaços do muro continuavam intactos quando a Alemanha foi reunificada, em 3 de outubro de 1990. Somente três das 302 torres de controle da Alemanha Oriental ainda permanecem em pé.
David Brauchli-11.nov.89/Reuters
Policiais da Alemanha Oriental observam enquanto manifestante destrói pedaço do muro de Berlim
Policiais da Alemanha Oriental observam enquanto manifestante destrói pedaço do muro de Berlim
"Há uma reclamação generalizada de que a demolição do muro foi extensa demais", declarou o prefeito de Berlim, Klaus Wowereit. "Isso é compreensível nos dias de hoje e teria sido melhor para os turistas se mais partes tivessem sido preservadas. Mas naquela época todos estavam tão felizes em ver que o muro havia acabado".

50 anos da construção do Muro de Berlim


Há exatos 50 anos, a então Alemanha Oriental surpreendeu o mundo ao erguer uma parede de 162 km em apenas 24 horas. O Muro de Berlim, como ficou conhecido, foi construído para impedir que os moradores da parte comunista do país fugissem para o lado capitalista. Mas o paredão de 4 m de altura, que simbolizou a divisão do mundo em dois blocos, também cortou o país ao meio, separando famílias inteiras e deixando feridas que continuam abertas até hoje na Alemanha, mais de 20 anos após a sua queda.
A construção do muro começou na madrugada de 13 de agosto de 1961. As Forças Armadas da Alemanha comunista derrubaram postes e colocaram barricadas de arame farpado pelas ruas de Berlim para separar os dois lados da cidade.
Principal símbolo da Guerra Fria, o muro dividiu por 28 anos a Alemanha em dois blocos: a República Democrática da Alemanha - que seguia o regime socialista liderado pela União Soviética - e a República Federal da Alemanha - sob o regime capitalista.
O objetivo da construção era evitar a fuga de alemães do lado comunista para o mundo capitalista, caminho feito por quase 3 milhões de pessoas desde o final da 2ª Guerra Mundial - eles tentavam escapar de problemas de abastecimento e da situação econômica cada vez pior na Alemanha oriental.
Após a construção do muro, o fluxo de migração caiu drasticamente: estima-se que cerca de 5.000 pessoas conseguiram atravessar a barreira entre 1961 e 1989, ano da queda do paredão.
Para o professor de Ciências Políticas e Relações Internacionais da Unesp (Universidade Estadual Paulista), Tullo Vigevani, “dividir a cidade de Berlim ao meio simbolizava a divisão do mundo em dois blocos” completamente isolados entre si.
- Cada parte tinha suas próprias regras. O muro não respeitou nada. Ele dividiu ruas, prédios e famílias.
A barreira foi reforçada diversas vezes ao longo dos anos e chegou a possuir não apenas um, mas dois muros de 162 km de extensão, separados por um corredor de 100 m de largura extremamente militarizado. A zona ficou conhecida como “corredor da morte”.
De acordo com Vigevani, o muro era tão vigiado que, quem tentasse mudar de lado, era recebido com tiros. Segundo estimativas oficiais do governo alemão, 136 pessoas morreram tentando cruzar a barreira.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Câmara acha recados de operários que construíram prédio do Congresso


Mensagens escritas em 1959 foram encontradas por equipe da Câmara.
Manutenção buscava a origem de um vazamento no Salão Verde da Casa.

Mensagem de operários encontrado na Câmara (Foto: Jose Cruz/Agência Brasil)Mensagem de operários encontrada na Câmara
(Foto: Jose Cruz/Agência Brasil)
Ao buscar a origem de um vazamento no Salão Verde da Câmara, uma equipe de manutenção encontrou seis mensagens de operários que trabalharam na construção do Congresso Nacional. As mensagens, com erros de ortografia, foram encontradas acima da laje do Salão Verde da Câmara. As mensagens trazem frases de amor e recados aos políticos.

"Que os homens de amanhã que aqui vierem tenham compaixão dos nossos filhos e que a lei se cumpra", diz mensagem escrita a lápis sobre o concreto pelo operário José Silva Guerra, com data de 22 de abril de 1959. Outra mensagem diz: "Só temos uma esperança: nos brasileiros de amanhã".

Além das mensagens, foram encontradas uma caixa de prego, um tubo de pasta de dente da marca Gessy e ferramentas. “É uma escrita feita com a intenção de deixar uma mensagem de otimismo, de que eles estavam acreditando que aquele trabalho que eles estavam fazendo, trabalho árduo, seria em benefício do país", disse o diretor do Departamento Técnico da Câmara, Reinaldo Brandão.

As mensagens também mostram sentimentos dos operários como amor e saudade. "Amor palavra sublime que domina qualquer ser humano" e "Saudade: palavra que nunca morre, quando morre fica arquivada no coração", foram algumas das frases encontradas.
 

10 dicas para tornar uma visita ao museu divertida

Incentivar seu filho a interagir com a exposição e contar suas próprias histórias pode aproximá-lo do mundo da arte


Educar
18/05/2011 15:49
Texto Marina Pastore

Foto: Uma obra de arte como a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, é um ótimo caminho para despertar a imaginação da criança
Uma obra de arte como a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci,
é um ótimo caminho para despertar a imaginação da criança.
Um museu pode parecer um ambiente chato e entediante para as crianças. Por isso, uma visita a uma exposição nem sempre é lembrada na hora de escolher o passeio do fim de semana. Mas não precisa ser assim: além do aprendizado enorme que a criança pode ter em contato com obras de arte, muitas instituições produzem material educativo especialmente para aproximar a exposição do universo infantil e, assim, torná-la mais interessante. Você mesmo também pode estimular seu filho a fazer mais do que simplesmente observar: a obra de arte tem a capacidade de despertar a imaginação da criança e estimulá-la a conversar sobre aspectos de sua própria vida.

Conheça agora 10 dicas para ajudar seu filho a se divertir no museu!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Pensadores da Educação

Tão antigo quanto a Filosofia, o pensamento educacional se desdobra em várias correntes. Clique na imagens para conhecer séculos de reflexões sobre o ofício de educar


Fonte: 

sábado, 6 de agosto de 2011

Hiroshima lembra 66º aniversário de bomba atômica



Hiroshima lembrou nesta sexta-feira os 66 anos do lançamento da bomba atômica sobre a cidade, em um aniversário marcado pela crise na central de Fukushima, com uma chamada ao desarmamento e à revisão da política nuclear do Japão.
Às 8h15 hora local (20h15 do horário de Brasília da sexta-feira), um minuto de silêncio e várias badaladas lembraram o momento em que a primeira bomba atômica caiu sobre a cidade, três dias antes de uma segunda bomba fosse lançada sobre Nagasaki.
Calcula-se que no fim de 1945 cerca de 140 mil pessoas morreram em Hiroshima e cerca de 74 mil em Nagasaki após o ataque nuclear, que levou à rendição do Japão em 15 de agosto desse ano e ao fim da Segunda Guerra Mundial.
Na cerimônia, que contou com cerca de 53 mil pessoas presentes, incluindo representantes de 66 países, entre eles EUA, que pelo segundo ano consecutivo, o prefeito de Hiroshima, Kazumi Matsui, citou testemunhos de sobreviventes da bomba, os quais, disse, conseguiram com ajuda de outros reconstruir a cidade, e hoje continuam buscando a paz "em um mundo sem armas nucleares".
Matsui, filho de um sobrevivente do bombardeio, expressou a necessidade que o mundo aprenda com eles e que passem adiante estas doutrinas às gerações futuras.
Por ocasião da crise nuclear em Fukushima, o prefeito disse que o governo japonês deveria assumir a confiança dos japoneses a respeito da energia nuclear e que, por isso, deveria revisar urgentemente suas políticas energéticas e estabelecer medidas concretas para "recuperar a confiança das pessoas".
Por sua vez, o primeiro-ministro, Naoto Kan, se comprometeu em seu discurso a seguir trabalhando para a abolição das armas nucleares e para reduzir a dependência do Japão da energia nuclear depois da crise em Fukushima pelo terremoto e tsunami de 11 de março.
Kan assegurou que o Japão, além de seguir tentando liderar os debates globais para conseguir o desarmamento e a não-proliferação de armas nucleares, tratará de criar uma "sociedade que não dependa da geração de energia nuclear".
Trata-se da primeira ocasião na qual a declaração da paz que faz anualmente Hiroshima, que normalmente se centra na eliminação das armas atômicas, se refere à questão da energia nuclear desde o acidente de Chernobyl, em 1986.
A cerimônia foi realizada no Parque Memorial da Paz de Hiroshima, onde está a famosa cúpula que ficou de pé após a tragédia e que se preservou como símbolo da devastação causada pela bomba.
Ali se prestaram homenagens às vítimas da bomba, ao tempo que também serviu de ponto de encontro para ativistas antinucleares que reivindicavam o fechamento das centrais de energia atômica.

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