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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Fotografias da Guerra do Vietnã


Larry Burrows


A fotografia de guerra sempre está envolta numa aura de aventura. A tragédia dos grandes conflitos, no entanto, sempre atingiu os jornalistas e, principalmente, os fotógrafos.
Grandes nomes da fotografia mundial estão relacionados às coberturas de conflitos. É o caso de Roger Fenton com a Guerra da Crimeia (1853-1856) e Robert Capa com a guerra Civil Espanhola (1936-1939) e a Segunda Guerra Mundial (1938-1945).
Na história recente, a Guerra do Vietnã foi, provavelmente, a experiência mais avassaladora e trágica para o fotojornalismo. Pelas características do conflito – a liberdade e mobilidade dos fotógrafos –, mais de 120 fotojornalistas morreram trabalhando. O sacrifício não foi em vão. Muitas imagens desses fotojornalistas foram fundamentais para que a opinião pública tomasse conhecimento do terror da guerra.
Das centenas de fotógrafos em solo vietnamita, um dos mais importantes foi o britânico Larry Burrows (1926-1971). Ele entra na fotografia aos dezesseis anos, durante a Segunda Guerra Mundial, como um “faz tudo” e laboratorista do escritório da revista LIFE em Londres. Para a mesma revista, ficou no Vietnã de 1962 até 1971, quando morreu  após o helicóptero no qual viajava, com mais três fotojornalistas, foi derrubado no Laos.
Larry Burrows é o autor de imagens vigorosas do Vietnã.  Seu livro Larry Burrows: Vietnam (Knopf, 2002, 244 pg.) é uma referência para o fotojornalismo mundial.
Alexandre Belém


1.  Infantaria vietnamita passa por vilarejo incendiado, Vietnã – 1962. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

2.  Soldados vietnamitas passam por arrozais, Vietnã – 1962. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

3.  Soldado vietnamita tenta ajudar companheiro atolado na lama, Vietnã – 1962. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

4.  Soldado vietnamita ameaça vietcong capturado, Vietnã – 1962. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

5.  Soldados americanos usam iluminação noturna durante patrulha, Vietnã – 1964. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

6.  Soldado americano fala com a base enquanto soldados vietnamitas queimam esconderijo vietcong, Vietnã – 1964. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

7.  Esconderijo vietcong é esvaziado após ser destruído pelos soldados americanos e vietnamitas, Vietnã – 1964. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

8.  Tropas americanas desembarcam na praia de Da Nang, Vietnã – 1965. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

9.  Membro da tripulação de helicóptero americano morre durante missão, Vietnã – 1965. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

10.  Missão americana perto de Da Nang, Vietnã – 1965. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

11.  Sargento Jeremiah Purdie (centro) após ser ferido durante batalha no Vietnã do Sul, 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

12.  Soldados durante a Guerra do Vietnã, 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

13.  Soldado americano recebendo os primeiros socorros durante a Guerra do Vietnã, 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

14.  Missão americana, Vietnã – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

15.  Militares feridos durante batalha no Vietnã do Sul – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

16.  Soldados carregam colega morto durante batalha no Vietnã do Sul. Ao fundo, a fotógrafa francesa Catherine LeRoy – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

17.  Soldado ferido durante batalha no Vietnã do Sul – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

18.  Soldado ferido durante batalha no Vietnã do Sul – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

19.  Soldados durante batalha no Vietnã do Sul – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

20.  Soldado vietnamita aguarda socorro médico para mulher ferida durante ataque vietcong, Vietnã – 1968. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

21.  Soldados americanos durante a Guerra do Vietnã – 1968. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

22.  Soldado ferido durante batalha no Vietnã do Sul – 1969. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

23.  Vietnamita chora ao receber restos mortais do marido, Vietnã – 1969. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

24.  Americanos e vietnamitas durante batalha em Dak To, Vietnã – 1969. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

25.  Soldados americanos na fronteira com o Cambodja, Vietnã – 1970. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

26.  Soldados cambojanos tentam recuperar vila em poder de vietcongues, Vietnã – 1970. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

27.  Soldados americanos na fronteira com o Cambodja, Vietnã – 1970. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

28.  Fotógrafo Larry Burrows, Vietnã – 1968. (Express Newspapers/Getty Images)

domingo, 12 de agosto de 2012

A origem do Dia dos Pais

Evoca-se como origem dessa data a Babilônia, onde, há mais de 4 mil anos, um jovem chamado Elmesu teria moldado em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.
Entretanto, a institucionalização dessa data é bem mais recente. Em 1909, nos Estados Unidos, Sonora Luise resolveu criar um dia dedicado aos pais, motivada pela admiração que sentia pelo seu pai, William Jackson Smart. O interesse pela data difundiu-se da cidade de Spokane para todo o Estado de Washington e daí tornou-se uma festa nacional. Em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o "Dia do Pai" (Father's Day).
 Seguindo a tradição, nos Estados Unidos, ele é comemorado no terceiro domingo de Junho. Em Portugal é comemorado a 19 de Março, seguindo a tradição da Igreja católica, que neste dia celebra São José, marido de Maria (a mãe de Jesus Cristo).
No Brasil, é comemorado no segundo domingo de agosto. Relata-se que o publicitário Sylvio Bhering propôs a primeira celebração do Dia dos Pais no Brasil para o dia 14 de agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família Bhering.

Datas do Dia dos Pais nos outros países


Na Itália e Portugal, por exemplo, a festividade acontece no dia 19 de março. Essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante.
Inglaterra - No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.
Argentina - A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes. 
Grécia - Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho. 
Portugal - A data é comemorada no dia 19 de março. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração. 
Canadá - O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial. 
Alemanha - Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa) . Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique. 
Paraguai - A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes. 
Peru - O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles. 
Austrália - A data é comemorada no segundo domingo de setembro, com muita publicidade. 
África do Sul - A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional. 
Rússia - Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamada de "o dia do defensor da pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva). 


Feliz Dia dos Pais!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Álbum de fotografias da Revolução Russa


Em novembro de 1917, James Maxwell Pringle, funcionário do First National Bank, de Nova York, se viu em meio ao turbilhão da Revolução Russa durante uma viagem de negócios. Pringle fotografou tudo com olhar de estrangeiro e turista. Manteve distância dos fatos mas foi atento para registrar o clima e as marcas daquela época.

Pringle chegou a Petrograd (atual São Petersburgo) dias depois Revolução de Outubro, na qual os bolcheviques derrubaram o governo provisório – instaurado depois da deposição do Czar Nicolau II, em fevereiro daquele mesmo ano. Além de cenas comuns do dia a dia, as imagens mostram prédios esburacados por balas, barricadas em algumas ruas e covas sendo feitas para os mortos dos confrontos.
A viagem durou até março de 1918 e Pringle circulou pelas cidades russas de Moscou, São Petersburgo, Vologda, Vereshchagin e Novo-Nikolaevsk – além de ter passado por Japão, Coreia do Sul e China.
Todas as imagens da viagem foram reunidas por James Maxwell Pringle num álbum de fotografias com algumas importantíssimas identificações históricas (foto 21). O álbum foi doado pela família de Pringle à Biblioteca do Congresso Americano que digitalizou algumas páginas e mantém o álbum completo em exposição.


Alexandre Belém

Mais detalhes sobre a Revolução Russa nos arquivos de VEJA:

1.  Parada militar em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

2.  Museu Hermitage em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

3.  Esquina das ruas Litania e Sergiefskaya em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

4.  Rio Neva e o Palácio de Inverno em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

5.  Troitsky Most (ponte Trinity ) no rio Neva em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

6.  Canal Fontanka no rio Veva em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

7.  Rua Furstadtskaya em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

8.  Mulheres esperam para receber pão em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

9.  Manifestações no centro de Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

10.  Manifestações no centro de Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

11.  Café em Petrograd (São Petersburgo), Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

12.  Centro de Moscou, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

13.  População lembra os mortos no centro de Moscou durante a Revolução de 1917, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

14.  Prédio esburacado por balas no centro de Moscou, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

15.  Barricadas no centro de Moscou, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

16.  Covas sendo feitas para os mortos durante a Revolução de 1917, Moscou, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

17.  Mercado de Vereshchagino, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

18.  Mercado de Vereshchagino, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

19.  Mercado de Vereshchagino, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

20.  Mercado de Vereshchagino, Rússia – 1917/1918. (James Maxwell Pringle/Libray of Congress)

21.  Página do álbum de James Maxwell Pringle com as fotos e identificações.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Arqueólogos encontram caixa dos tempos do Império no Rio de Janeiro



A caixa foi encontrada em meio às obras de recuperação da Zona Portuária do Rio de Janeiro, e com um tesouro histórico que pesquisadores da Biblioteca Nacional estão tentando recuperar.
André CurvelloRio de Janeiro - RJ

Arqueólogos encontraram uma caixa em meio às obras de recuperação da Zona Portuária do Rio de Janeiro, e com um tesouro histórico que pesquisadores da Biblioteca Nacional estão tentando recuperar.
Fugiu da Rua dos Pescadores, número 35, o escravo Jerônimo. O anúncio estava nos classificados de um jornal de 1871. Hoje, o pedacinho de papel faz parte do quebra-cabeça que a equipe da Biblioteca Nacional tenta montar.
Os pesquisadores dizem que as páginas são de três jornais diferentes; dois ainda desconhecidos, e o diário oficial do Império. Os papéis estavam em uma caixa.
Cápsulas do tempo já foram comuns em grandes obras. Era tradição colocar dentro da pedra fundamental algum material que identificasse a época da construção. Como as velhas mensagens em garrafas que viajavam pelo mar na esperança de que alguém as encontrasse, a cápsula do tempo também viaja pelas décadas, pelos séculos. Muitas delas cumprem o seu papel.
A caixa estava dentro de um bloco de granito, a pedra fundamental da companhia Docas Pedro II, onde eram armazenados os produtos que chegavam pelo mar. Mesmo já modificado, o prédio permanece de pé.
Feita de madeira por fora e de chumbo por dentro, a cápsula do tempo foi encontrada cheia d’água. Os jornais pareciam uma massa de papel, de tão destruídos.
Veio a fase de recuperação. O material agora vai passar por uma etapa de limpeza. Depois, os espaços perdidos serão preenchidos com um papel produzido na própria Biblioteca Nacional.
Os jornais chegaram a ser levados para a Universidade de São Paulo, onde foram esterilizados. Na volta, uma surpresa.
“Até então, a maçaroca estava fechada, o jornal estava fechado, compacto, impossibilitando ver o que tinha dentro. Quando voltou de São Paulo, observamos que tinham umas moedas. Eram nove moedas. E duas parecem ser de ouro”, revela Fernando Menezes Amaro, do Laboratório de Restauração da Biblioteca Nacional.
Mil réis, 500 réis, 200 réis. Tem valor simbólico. Um golpe de sorte. O cara ou coroa da história.
Fonte: G1

Hitler usava cocaína e tomava injeções de sêmen


Adolf Hitler soltava gases de forma incontrolável, usava cocaína para descongestionar o nariz, ingeria cerca de 28 drogas ao mesmo tempo e tomava injeções de sêmen de búfalo para melhorar seu desempenho sexual.
Crédito da foto: Photos.com
As revelações surpreendentes estão nos prontuários médicos de Hitler, cujos itens serão leiloados pela casa Alexander Historical Auctions de Stamford, Connecticut.
O material inclui dez radiografias de vários ângulos do crânio do ditador, os resultados de vários eletroencefalogramas (EEG) e desenhos do interior de seu nariz. Também constam um documento de 47 páginas, reunindo relatórios elaborados por seis psiquiatras, cada um especializado em um tipo de tratamento, e um relatório de 178 páginas datado de 12 de junho de 1945, escrito pelo Dr. Erwin Giesing enquanto permaneceu detido por forças americanas.
O exército americano disponibilizou os relatórios fornecidos pelos médicos pessoais de Hitler, afirmou Bill Panagopulos, presidente da Alexander Autographs, ao New York Daily News.
Embora nenhum documento oficial mencione o fraco de Hitler por cocaína, Giesing escreveu que o ditador inalava a droga para “limpar as cavidades nasais” e “aliviar” a garganta. Quando começou a se viciar na droga, sua dosagem teve que ser reduzida, escreveu Giesing.
Os documentos revelam outro aspecto constrangedor da vida de Hitler: o Führer "sofria de flatulência incontrolável".
Para tentar controlar a doença, ele ingeria regularmente um coquetel de 28 drogas, incluindo comprimidos contra gases à base de estricnina, um veneno que pode ter causado danos a seu estômago e fígado.
Um dos médicos, Theodore Morrell, relatou que o ditador tomava injeções de extratos das vesículas seminais, testículos e próstata de búfalos jovens.
Segundo um dos documentos, "Morrell acreditava que Hitler, embora não se demonstrasse nenhuma tendência à atividade sexual, mantinha relações com Eva Braun. No entanto, eles dormiam em camas separadas”.
Cada histórico médico deve ser vendidos por no mínimo 2 mil dólares.

Fonte: Discovery

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Hugo Chávez revela reconstituição digital do rosto de Simón Bolívar


Imagem parece com a maioria dos retratos do ex-líder latino-americano.
Estudos sobre possível causa da morte estão sendo feitos por especialistas.


O presidente venezuelano, Hugo Chávez, revelou nesta terça-feira (24) em seu perfil no microblog Twitter uma imagem digitalizada do que seria o rosto de Simón Bolívar, feito a partir de estudos forenses e antropológicos, segundo reportagem do jornal local 'El Universal'. A imagem coincide com a maioria dos retratos do ex-líder latino-americano, expostos nas salas do Palácio de Miraflores, sede do governo, em Caracas.
No ato transmitido pela rádio e televisão, Chávez disse que não seriam informadas as causas da morte do ideólogo da união latino-americana, mas adiantou que "descobertas importantes" estão sendo feitas.
Segundo o periódico venezuelano, a doutora Yanocemis García indicou que os estudos feitos com restos de Bolívar mostram que ele pode ter sofrido de uma doença que tenha sintomas parecidos com a tuberculose. Ainda de acordo com o 'El Universal', esses primeiros achados derrubariam a versão, até então sustentada pelo presidente, de que Bolívar havia sido assassinado.
Fonte: G1

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