" História, o melhor alimento para quem tem fome de conhecimento" PPDias

domingo, 13 de setembro de 2015

História e Cinema:o Imperialismo



Pequena relação de filmes (nunca definitiva) que nos ajudam a ilustrar e a entender um pouco dos aspectos do Imperialismo ou Neocolonialismo  

As montanhas da Lua: Em 1850 dois oficiais britânicos Capitão Richard Burton e Tenente John Speke começam uma aventura para descobrir a fonte do Nilo. Conhecedores dos grandes perigos que os aguardam mas decidem enfrentar tudo e se embrenham com sua expedição cada vez mais na selva inexplorada da África onde nenhum homem branco jamais havia estado. Mas essa jornada em busca da nascente do Rio Nilo, em nome do Império Britânico da Rainha Victória tem seu preço com fugas de carregadores, perda de mantimentos além de outros perigos e infortúnios. Baseado no livro de William Harrison que narra sobre essa expedição em busca dessa nascente. Em homenagem à rainha, o grande lago na região da descoberta recebe o nome de Lago Victória nas divisas hoje entre o Quênia, Uganda e Tanzânia.







Zulu: África, 1879, histórica verídica do colonialismo britânico, grupo de soldados tenta defender sua posição em Rorke's Drift contra uma horda de implacáveis de 4000 guerreiros zulus.








O último Imperador: O filme conta a história da vida de Aisin-Gioro Puyi, o último imperador da China Imperial. Com a vitória comunista em 1949 Puyi é entregue para a China – havia sido capturado por tropas soviéticas em 1945, considerado criminoso de guerra, ficara preso em um gulag até essa data. Através de flashes, o último imperador recorda a sua infância, foi proclamado imperador muito precoce, e como teve de viver isolado na Cidade Proibida – palácio imperial chinês localizado no meio de Pequim – com a restauração da república em 1911. Após, ele recorda como tornara-se um imperador fantoche em Manchukuo (1932 – 1945), então, sob o domínio japonês, razão pela qual é julgado pelo tribunal de Crimes de Guerra de Tóquio em 1946. Puyi vive, então, a partir de 1949, em um presídio para reeducação na China até 1959, ano no qual passa a ter uma vida comum em Pequim trabalhando como jardineiro no jardim botânico da cidade. Posteriormente atuou como bibliotecário da "Conferência Consultiva Política do Povo Chinês". A partir de 1964, tornou-se membro dessa instituição. Escreveu uma autobiografia A primeira metade de minha vida, traduzido em inglês como From Emperor to Citizen. Casado várias vezes (com duas imperatrizes e três concubinas), morreu em 1967 de um câncer renal, sem deixar descendentes.


55 dia em Pequim: Na China de 1900, submetida à voragem das potências colonialistas, o bairro onde se localizam as embaixadas estrangeiras é atacado pelos boxers - guerrilheiros nacionalistas (como forte acento xenófobo) - que lutam contra os dominadores estrangeiros, com o apoio (oficioso) da imperatriz Tzu-Hsi.
O ataque serve de pretexto para que o país seja invadido por um exército internacional composto por ingleses, estadunidenses, franceses, russos, alemães, japoneses e outras nacionalidades. Segue-se uma feroz repressão, com várias execuções públicas.
O filme de Nicholas Ray (que se reserva o papel de cônsul norte-americano) é uma ode às "razões do Colonialismo". Nele, os colonialistas são os heróicos defensores da Civilização, os chineses (construtores de uma cultura milenar) são um povo atrasado e inferior, e os boxers não passam de bandidos "terroristas".




O último samurai: Conta a história do Capitão Nathan Algreen(Tom Cruise), Veterano da Guerra Civil Americana. Após o fim do conflito Algreen é convidado por seu ex-comandante para participar com ele do treinamento do recém criado exército Imperial Japonês. Após a volta do Imperador ao poder central no Japão, O governo passou a contratar Generais e Engenheiros ocidentais para treinar e equipar o seu exército contra os Samurais (Revolução Mejji). Após começar o treinamento dos soldados do Exército Imperial, Algreen percebe que não estão prontos para lutar e não podem vencer mesmo com armas de fogo, no entanto seu comandante, O Coronel Bagley insiste em envia-los a batalha. Durante o combate, vendo o exército ser massacrado pelos samurais, O Coronel bagley foge da frente de batalha, pois na verdade não tinha o dever de lutar mesmo, Ao contário de seu comandante, Algreen fica e luta bravamente até ser rendido pelo líder dos Samurais que fica impressionado com a bravura de seu adversário, poupando-lhe assim a vida mas levendo-o como prisioneiro. Durante sua estadia com os Samurais, Algreen acaba aos poucos se apaixonando pela cultura e valores dos guerreiros e enfim passa a apoiá-los contra as forças Imperiais e a ocidentalização desenfreada do país.





O HOMEM QUE QUERIA SER REI : Danny Dravot (Sean Connery) e Peachy Carnehan (Michael Caine) são dois malandros aventureiros na Índia dos anos 1880, que ganham a vida precariamente traficando armas, contrabandeando e outras atividades suspeitas. Eles saem procurando ser reis e fazem fortuna no lendário reino do Kafiristão. Após uma terrível viagem pelo Himalaia, eles chegam exatamente no momento de usar sua habilidade de luta para salvar a comunidade dos invasores. Após a batalha Danny é aclamado como rei, mas em vez de ir embora com o tesouro real, ele decide ficar e governar... e então tudo começa a dar errado. Um filme espetacular, na tradição das grandes aventuras.




Entre dois amores: O livro e o filme relatam a história real da baronesa dinamarquesa Karen von Blixen-Finecke, uma mulher independente e forte que dirige uma plantação de café no Quênia, por volta de 1914. Para sua total surpresa, ela se descobre apaixonada pela África e pela sua gente. Casada por conveniência com o Barão Bror von Blixen-Finecke, apaixona-se pelo misterioso caçador Denys Finch Hatton.




O Elo perdido: Na promissora Edinburgo de 1879, o jovem médico escocês Jamie Dodd  se aventura pela inexplorada África Equatorial na companhia da aventureira Elena Van Den End  para capturar pigmeus. 
De volta à cidade na companhia de Toko (Lomama Boseki) e Likola (Cécile Bayiha), o médico desentende-se com seus dois colegas de pesquisa, determinados a provar o elo perdido da espécie humana, quando defende que o casal de pigmeus demonstra inteligência e sentimentos humanos. Vítima da segregação dos amigos, do escárnio da comunidade científica e da crueldade humana, Jamie vê seus amigos pigmeus serem expostos no zoológico local e submetidos, como ele próprio, à mais injusta humilhação. A solidariedade que vai reuni-los será de laços muito fortes, os laços da própria humanidade. Uma aventura antropológica do cineasta francês Régis Wargnier em busca do O Elo Perdido dos valores mais nobres do ser humano. 



Sangue sobre a Índia: No noroeste da Índia logo após a virada do século 20, os rebeldes muçulmanos procuram matar uma criança de seis anos, o príncipe hindu para acabar com sua linhagem familiar.O capitão Scott do Exército Britânico é condenado a receber o príncipe da região de forma segura.Segue a aventura como Scott foge a criança longe, através do território muçulmano, declarou, de comboio.Também estão a bordo governanta americano do rapaz, um comerciante de armas, um repórter cínico, dois britânicos e classe alta




A Passagem para a Índia: No final da década de 1920, Adela Quested, uma rica inglesa liberal, parte para a Índia, então sob domínio britânico, em companhia de sua futura sogra, a fim de encontrar Ronny Heaslop, seu noivo, e decidir-se sobre se casar e morar naquele país. O clima, as diferenças culturais e religiosas, a postura colonialista adotada por Ronny e a atitude dos britânicos com o povo indiano chocam as duas inglesas recém-chegadas. No afã de conhecer a "Verdadeira Índia", ambas fazem amizade com o Dr. Aziz, um afável médico indiano. Durante uma excursão, em que o Dr. Aziz as leva para conhecer as Cavernas de Marabar, algo estranho então acontece e Adela acusa Aziz de tentar violentá-la.





Gandhi: África do Sul, início do século XX. Após ser expulso da 1ª classe de um trem, o jovem e idealista advogado indiano (Ben Kingsley) inicia um processo de auto-avaliação da condição da Índia, que na época era uma colônia britânica, e seus súditos ao redor do planeta. Já na Índia, através de manifestações enérgicas, mas não-violentas, atraiu para si a atenção do mundo ao se colocar como líder espiritual de hindus e muçulmanos.



A sombra e a Escuridão: No final do século XIX, um engenheiro (Val Kilmer) vai para a África construir uma ponte, mas acaba se deparando com dois leões assassinos que aterrorizam os operários, pois várias vítimas são feitas e mesmo com a chegada de um experiente caçador (Michael Douglas), as mortes continuam. Acesse: http://migre.me/rw0rL 






Anna e o ReiEm 1860, a professora inglesa Anna Leonowens (Jodie Foster), viúva, viaja até o Sião para ser tutora dos 58 filhos do Rei Mongkut (Chow Yun-Fat). Aos poucos, ela se envolve nos casos do Rei, como o plano de uma concubina e uma guerra orquestrada pela Inglaterra. Divergências, choque de culturas e até o início de um romance marcam o relacionamento entre Anna e Mongkut.






Avatar: Jake Sully (Sam Worthington) ficou paraplégico após um combate na Terra. Ele é selecionado para participar do programa Avatar em substituição ao seu irmão gêmeo, falecido. Jake viaja a Pandora, uma lua extraterrestre, onde encontra diversas e estranhas formas de vida. O local é também o lar dos Na'Vi, seres humanóides que, apesar de primitivos, possuem maior capacidade física que os humanos. Os Na'Vi têm três metros de altura, pele azulada e vivem em paz com a natureza de Pandora. Os humanos desejam explorar a lua, de forma a encontrar metais valiosos, o que faz com que os Na'Vi aperfeiçoem suas habilidades guerreiras. Como são incapazes de respirar o ar de Pandora, os humanos criam seres híbridos chamados de Avatar. Eles são controlados por seres humanos, através de uma tecnologia que permite que seus pensamentos sejam aplicados no corpo do Avatar. Desta forma Jake pode novamente voltar à ativa, com seu Avatar percorrendo as florestas de Pandora e liderando soldados. Até conhecer Neytiri (Zoe Saldana), uma feroz Na'Vi que conhece acidentalmente e que serve de tutora para sua ambientação na civilização alienígena. Acesse: http://migre.me/rw0ET

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

4ª Semana UEMG - Diversidade e Afrodescendência


A 4ª SEMANA UEMG – Diversidade e Afrodescendência: Interações, Mediações e (Re)conhecimento, será de 11 a 19 de setembro de 2015 em todas as unidades da UEMG com cursos presenciais: Abaeté, Barbacena, Campanha, Carangola, Cláudio, Diamantina, Divinópolis, Frutal, Leopoldina, Ibirité, Ituiutaba, Passos, Poços de Caldas, João Monlevade, Ubá.
A Semana UEMG é um evento de natureza extensionista e de divulgação da UEMG, aberto à participação de estudantes e professores de outras instituições, secundaristas, do público em geral, e de sua comunidade acadêmica, docentes, discentes, funcionários técnico-administrativo, familiares nas cidades onde se situam as dez Unidades e/ou Campi da UEMG no Estado de Minas Gerais. Objetiva explorar e divulgar a diversidade de uma universidade multicampi e a sua integração como uma instituição comprometida com a formação acadêmica de seus estudantes e com as regiões nas quais está inserida.
A realização do evento objetiva também a abertura de diálogos no interior das Unidades Acadêmicas e da universidade de modo geral, bem como com as comunidades externas possibilitando a escuta de impressões, concepções e vivências, gerando troca de conhecimentos. Esse movimento inclui outras instituições de ensino, movimentos sociais, prefeituras, associações e programas municipais propiciando a interlocução entre universidade e comunidade.
Na Unidade Carangola as atividades irão se concentrar entre os dias 14/09/2015 a 18/09/2015.
Para mais informações acesse: http://uemg.br/semanauemg/2015/index.php

100 Anos da Primeira Guerra Mundial





Reconstituição do Atentado de Sarajevo, evento considerado o estopim da Primeira Guerra Mundial, seguido por um pequeno resumo das principais causas e características da Grande Guerra (1914-1918)

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Links para baixar livros.

Acesse alguns links abaixo e baixe alguns livros grátis sobre a temática Afro-Brasileira.






LINK PARA DOWNLOAD: http://wixnaass.wix.com/identidafrica#!o-casamento-da-princesa/c1y3











LINK PARA DOWNLOAD: http://wixnaass.wix.com/identidafrica#!racas-e-etnias/ckx0












LINK PARA DOWNLOAD: http://wixnaass.wix.com/identidafrica#!o-portugus-afro-brasileiro/c15gt











LINK PARA DOWNLOAD: http://rmirandas.wix.com/identidafrica#!aya-de-yopougon/c3e0











LINK PARA DOWNLOAD:http://rmirandas.wix.com/identidafrica#!literatura-afro-brasileira/cj43











LINK PARA DOWNLOAD: http://rmirandas.wix.com/identidafrica#!uma-histria-do-negro-no-brasil/c1y91






Estes são alguns exemplos de livros disponíveis para serem baixados. Acesse a página do Facebook:  Nomes Afro e Africanos e seus Significados (www.facebook.com/nomesafro)  e tenha acesso a inúmeros exemplares sobre a História Afro-Brasileira.

LINK PARA OS DEMAIS LIVROS: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.400244633373021.99039.278535572210595&type=3

terça-feira, 21 de julho de 2015

Perguntas de um trabalhador que lê

Bertolt Brecht

Quem construiu Tebas, a das sete portas?
Nos livros vem o nome dos reis, 
Mas foram os reis que transportaram as pedras?

Babilônia, tantas vezes destruída,
Quem outras tantas a reconstruiu?

Em que casas Da Lima Dourada moravam seus obreiros?
No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde foram os seus pedreiros? 
A grande Roma Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu?

Sobre quem Triunfaram os Césares? 
A tão cantada Bizâncio Só tinha palácios Para os seus habitantes? 

Até a legendária Atlântida. 
Na noite em que o mar a engoliu.Viu afogados gritar por seus escravos. 

O jovem Alexandre conquistou as Índias Sozinho?
César venceu os gauleses.
Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço? 

Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha Chorou. 
E ninguém mais? 
Frederico II ganhou a guerra dos sete anos. 
Quem mais a ganhou?

Em cada página uma vitória.

Quem cozinhava os festins? 

Em cada década um grande homem. 

Quem pagava as despesas? 

Tantas histórias 

Quantas perguntas.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Impostos do período do ciclo do ouro no Brasil.


Com o aumento da extração aurífera, ampliou-se também a carga fiscal sobre a atividade. A pressão tributária da Coroa portuguesa levou á montagem de um complexo aparato burocrático nos centros de mineração, cujo objetivo era, em última instancia, estabelecer um rígido controle para se evitar a sonegação e ampliar ao máximo as receitas do próprio Estado.
Lingotes de ouro
Assim, diversos impostos foram sendo criados, destacando-se:
I.                    Capitação: imposto instituído em 1703 e cobrado sobre o número de escravos utilizados no garimpo. Previa a cobrança de 17 gramas de ouro por escravo.
II.                  Fintas: sistema de cotas anuais de arrecadação do quinto, instituído em 1713, com seu valor fixado em 30 arrobas (450 quilos de ouro).
III.                Quinto régio do ouro: tributo cobrado pelo Estado sobre o ouro extraído e que equivalia a 20% do total declarado pelo minerador. Era cobrado nas Casas de Fundição (1719), onde todo o ouro produzido na capitania deveria ser fundido, quintado, isto é, retirada a quinta parte pertencente à Coroa; em seguida, ele era transformado em barras de tamanho e peso variáveis, que eram marcadas com o selo real e, posteriormente, devolvidas aos seus proprietários. As primeiras Casas de Fundição foram instaladas em Vila Rica, Sabará e São João del rei.
IV.                Bateia: instituído em 1715, consistia num tributo por bateia (tipo de gamela utilizada para separar o ouro do cascalho e que foi o principal instrumento utilizado na mineração), cobrado de cada minerador e equivalente a 40 gramas de ouro em pó.
V.                  Direito de entrada: criado em 1710, era pago nas três passagens legais que vinham do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia; incidia sobre os produtos “secos” (material agrícola, ferramentas, tecidos, roupas, mobiliário) e os “molhados” (vinho, azeite e alimentos).
VI.                Direito de passagem: criado em 1711, era uma espécie de pedágio e incida sobre os indivíduos e os animais em trânsito para as Minas Gerais.
VII.              Derrama:  instituído em 1765, consistia na cobrança oficial e forçada dos quintos em atraso que, a partir de 1750, deveriam alcançar, pelo menos, 100 arrobas (1,5 mil quilos) anuais para toda a capitania de Minas Gerais. 

terça-feira, 14 de julho de 2015

O origem de alguns nomes ou expressões do seu dia a dia

Você sabe o que é um Epônimo ?

Aposto que você já teve curiosidade de saber a origem de uma palavra ou expressão que você utiliza naturalmente no seu dia a dia e nunca soube porquê, como por exemplo na hora de ferver ou pasteurizar o leite; na hora de parar no posto de combustível e pedir diesel para o seu caminhão ou imaginar que é masoquismo você não comer um belo sanduíche com medo de engordar e estragar sua silhueta
Louis Pasteur, criador do processo de pasteurização

Algumas dessas palavras ou expressões podem ter origem em nomes de personalidades históricas ou lendárias, que emprestaram o seu nome para posteridade, para designar um produto, uma teoria, uma doença ou um lugar por exemplo, ou seja, a palavra que você utiliza pode ser um Epônimo

Epónimo (português europeu) ou epônimo (português brasileiro) (do grego antigo επώνυμους, translit. epónymos, composto de επἰ, translit. epí, 'sobre', e ὀνυμα, translit. ónyma, 'nome') é uma personalidade histórica ou lendária que dá, ou empresta, o seu nome a alguma coisa, um lugar, época, tribo, dinastia, etc. Como herói epónimo designa-se o fundador, real ou mítico, de uma cidade, família, dinastia, etc.


Lugares


Outros


[Fonte: Wikipédia]


terça-feira, 23 de junho de 2015

Heróis e Vilões da ficção levados ao passado

Imagine os Super-heróis dos quadrinhos, filmes e séries de ficção, ambientados com trajes inspirados no século XVI. O fotógrafo Sacha Goldberger imaginou  e colocou em prática esta ideia, levou estes personagens de mundos e tempos diferentes ao século XVI, e o resultado é impressionante.  





Conheça o projeto aqui: http://sachagoldberger.com/portfolio/?portfolio=family-portrait

sexta-feira, 19 de junho de 2015

O mapa europeu através do tempo

Conheça algumas mudanças no mapa da Europa através do tempo neste vídeo. Apesar de haver nele algumas imprecisões históricas e geográficas, o trabalho é muito interessante. 



Fonte: Ciência Hoje
A Europa e o Oriente Próximo viram surgir algumas das mais brilhantes - e das mais perversas - formas de organização humana. Ao longo dos séculos, essas áreas foram cortadas e recortadas por fronteiras e limites que dividiram povos, línguas e culturas. Esse vídeo recupera mil anos da dinâmica geopolítica de boa parte dessa região e retrata a trajetória de territórios, impérios e nações, do nascimento à fragmentação e vice-versa, em igual frequência, num xadrez de 
nascimento à fragmentação e vice-versa, em igual frequência, num xadrez de permanente impermanência - uma ebulição que as crises, primaveras e conflitos atuais mostram continuar presente. Como estarão dispostas as peças desse tabuleiro daqui a 100 anos? Aliás, a interessante iniciativa bem poderia ser repetida nas Américas, para resgatar um pouco do passado do continente, em especial antes da chegada dos europeus. Alguém se anima?
Leia mais na CH On-line e na revista Ciência Hoje sobre:
O prêmio Nobel da paz para a União Europeia
http://cienciahoje.uol.com.br/…/premio…/a-uniao-faz-o-nobel/

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Biblioteca Digital do Senado disponibiliza obras raras com mais de 300 anos




Entre os 260 mil documentos de interesse do Poder Legislativo, obras raras com mais de 300 anos fazem parte do acervo digital da Biblioteca do Senado.  O livro mais antigo é o Novvs Orbis seu Descriptionis Indiae Occidentalis, de Johannes de Laet, datado de 1633. Trata-se de uma descrição geográfica, científica, etnológica e linguística da América, além de relatos e desenhos dos animais e plantas da região, com especial destaque para o Brasil.
Da Coleção Digital de Obras Raras também constam revistas e manuscritos. A Revista Moderna, impressa em Paris a partir de 1897 é um dos destaques do acervo, com o que havia de mais avançado em jornalismo na época, primando por reportagens elaboradas e a cobertura dos acontecimentos mais marcantes.
Em breve serão incluídos outros títulos como o jornal ilustrado Don Quixoteuma publicação de sátira política, editada e ilustrada por Angelo Agostini, que circulou entre 1895 e 1903.
Ainda são poucos os manuscritos digitalizados, mas todos muito relevantes. Um deles é o autógrafo da Lei Áurea, pertencente ao Arquivo do Senado, sendo um dos documentos mais acessados. Outro bastante procurado é composto por versos de Machado de Assis, intitulado O Casamento do Diabo, que é acompanhado por uma versão digitada para ajudar na compreensão do texto.

Acesso

A Biblioteca do Senado oferece 916 obras raras e valiosas digitalizadas, dentro da coleção específica que possui 7.548 volumes. As obras foram restauradas e estão à disposição de qualquer pessoa conectada à Internet. A restauração e conservação do acervo permitiram a digitalização e facilitaram o acesso. Os arquivos digitais reproduzem fielmente todas as características das obras.
O processo de disponibilização desse material demanda tempo e exige diversos cuidados, como informa a bibliotecária Clara Bessa da Costa, do Serviço de Biblioteca Digital.
— Na etapa de seleção analisamos se as obras estão em condições de passar pelo processo de digitalização, que é realizada com todo o cuidado para que não haja nenhum dano ao material.  Depois os arquivos em alta resolução são conferidos e convertidos para PDF para facilitar  o download pelas pessoas que acessarem nosso acervo — explicou.
Em 2014, os arquivos da Biblioteca Digital do Senado foram visualizados mais de 2,2 milhões de vezes. As obras publicadas são de domínio público ou têm os direitos autorais cedidos pelos proprietários, possibilitando o download gratuito.

Pesquisa

Para pesquisar na Biblioteca Digital do Senado, basta acessar o portal e informar o nome do autor, título ou assunto procurados. A pesquisa avançada também permite selecionar a coleção (entre livros, legislação em texto e áudio, jornais e revistas, produção intelectual de senadores e servidores do Senado e documentos diversos).
Clara Bessa da Costa explica que não é necessário nenhum tipo de cadastro.
— Porém, se o usuário quiser ficar atualizado com nossas novidades basta se cadastrar para receber um e-mail com o link dos novos itens incluídos na coleção que ele escolher.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

domingo, 7 de junho de 2015

Divulgação de livro: Uma nova história da Guerra do Paraguai


A história de Elisa Lynch, cortesã irlandesa, companheira de Solano López, que um dia sonhou tornar-se a imperatriz da América do Sul.    

Suas estratégias, suas ambições e sua influência sobre Solano López precipitaram um conflito bélico, que colocou fogo na América do Sul e, por fim, dizimou grande parte da população do Paraguai. Uma descrição, passo a passo, do envolvimento político de diversas nações e a vaidade pessoal de vários de seus líderes.

O livro narra, ainda, como após muitos anos o general Stroessner, tentando reviver o mito de Evita Perón, traz da França o corpo de Elisa Lynch e o coloca em uma cripta de heróis nacionais. Estava, assim, sendo reescrita uma nova história do Paraguai, um novo mito, uma nova heroína.

Este livro narra a história da criação de um mito: a transformação extraordinária de uma mulher, na personificação da virtude feminina e do martírio. O corpo de Elisa foi levado para o Paraguai, para que a história do país fosse reescrita. Elisa, em morte, atingiu a posição que sempre sonhar.



SOBRE O AUTOR: Nigel Cawthorne estudou na Universidade College, em Londres, onde obteve Grau de Honra em Física, antes de escrever profissionalmente. É escritor e editor há mais de 25 anos - os últimos 21 como freelance. Escreveu, contribuiu e editou mais de sessenta livros, incluindo Fighting them on the Beaches: D-Day, 6 June 1944; Turning the Tide: Decisive Battle of the Second World War; The Bamboo Cage e The Encyclopaedia of World Terrorism. Seu trabalho apareceu também em mais de cento e cinquenta jornais, revistas e outras publicações em ambos os lados do Atlântico - do Sun ao Financial Times, e inclui contribuições a Nam, Eyewitness Nam e The Falklands War. Nigel também visitou o Vietnã com o lendário Tim Page, onde pesquisou o material para Nam, Eyewitness Nam e The Bamboo Cage. Além disso, criou websites sobre a Batalha de Hastings e Pearl Harbor.


Saiba mais: www.mbooks.com.br 

Um pouco de reflexão histórica...


sábado, 6 de junho de 2015

Quer se tornar um fóssil?


Como se transformar em 

fóssil depois de morrer


 crânio de australopithecus (Foto: wikimedia commons)
Arqueólogos já descobriram vários fósseis de nossos ancestrais. Mas como os restos desses ‘‘tataravós" viraram história? As chances de preservação de corpos são mínimas e, mesmo que ela ocorra, não tem como saber quais ossos fossilizados serão descobertos no futuro.
"Nós temos um registro fóssil que representa apenas uma fração minúscula de todos indivíduos e espécies que já viveram no planeta. É um evento muito raro de se tornar um fóssil”, diz o diretor do departamento de paleontologia do Museu Americano de História Natural, Mark Norell, ao site Atlas Obscura.
Como são formados os fósseis Os fósseis são indicações de vida antiga de pelo menos 10.000 anos atrás (antes disso o material é considerado apenas restos ou provas). Mas para um fóssil se tornar um fóssil, o corpo deve ser enterrado sem proteção, o que é raro, afinal as técnicas de embalsamento modernas não permitem o contato corpo/terra - vide os caixões. Esse tipo de enterro geralmente só acontece por efeitos naturais, incluindo erupções vulcânicas, que enterram as coisas em cinza ou morrer perto de um rio, situação em que o corpo é coberto rapidamente.
Outro modo de fossilização é através de substâncias líquidas que se solidificam com facilidade, como piche ou resina. Mas a forma mais eficiente de fossilizar algo é através de minérios. A maioria dos fósseis são feitos quando a água rica em minerais interage com corpos em decomposição. Minerais, como sílica e calcita, são deixados para trás, às vezes dentro de células, e se solidificam graças ao tempo e pressão.
Ossos mais resistentes são mais propícios a se tornarem fósseis, como por exemplo, dentes de mamíferos. É muito comum que a arcada dentária sobreviva intacta por mais tempo que os outros ossos. Essa condição explica, também, a escassez de fósseis de aves: a ossada das aves é muito frágil e, portanto, menos resistente.
Quero ser um fóssil!
Aspirantes a fósseis devem ficar atentos a vários fatores. O principal deles é o local de sepultamento. O marco ideal seriam as Grandes Planícies, no centro dos Estados Unidos. Lá tem tudo o que é preciso para um fóssil: o território é tectonicamente estável (evitando terremotos), bem drenado e com poucos rios. É provável que você fique do jeito que está por muito tempo. "Esses tipos de habitats são mais suscetíveis de preservar fósseis", diz Norell.
Então, se você quiser se tornar um fóssil e ficar marcado pra sempre nos livros de histórias de daqui 10.000 anos (ainda existirão livros?) como um exemplo de mau comportamento educacional ecológico, basta morrer de forma intacta, ser enterrado em algum lugar nas Grandes Planícies e (tentar) não perder nenhum dente no processo.

[Fonte: Revista Galileu]

Veja também:

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