" História, o melhor alimento para quem tem fome de conhecimento" PPDias

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Divulgação: História da Primeira Guerra Mundial - Vitória na Frente Ocidetnal

A revolução tecnológica ocorrida durante o período da chamada Segunda Revolução Industrial, entre a segunda metade do século XIX e o início do seculo XX possibilitou um gigantesco avanço em setores como o da comunicação, transporte e produção. Infelizmente a mesma ciência que promoveu avanços em vários campos benéficos à humanidade, promoveu também um grande avanço no setor bélico, armas e outros equipamentos de guerra foram desenvolvidos ou aperfeiçoados, tornando-se mais letais. 
Os inúmeros avanços no campo dos armamentos tornaram-se presentes na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), a Primeira Guerra foi um conflito da sociedade industrial. Os países beligerantes apresentaram ao mundo uma coleção de equipamentos bélicos de última geração: aviões, metralhadoras, lancha-chamas, submarinos e tanques blindados. 
A Primeira Guerra Mundial ou Grande Guerra sempre promoveu um certo fascínio entre estudiosos e curiosos sobre os temas que cercam os vários conflitos ocorridos na história da humanidade, especialmente porque com certeza a Primeira Guerra destaca-se por ter entre suas motivações, características e consequências um pouco da trama que ajudou a construir o século XX.
Cem anos após a eclosão do conflito, temos o prazer de podermos entender um pouco mais sobre esta guerra que já foi vista como "a guerra para acabar com todas as guerras" ou até mesmo como o prenúncio do fim do mundo, através do livro do historiador Martin Marix Evans, "História da Primeira Guerra - Vitória na Frente Ocidental", onde o autor destaca relatos de batalhas, fotos raras e as principais características dos armamentos e estratégias empregados na Grande Guerra, tudo isso através de uma narrativa rica e envolvente. 

História da Primeira Guerra Mundial - Vitória na Frente Ocidental.    
   
No início de 1918, as inovações técnicas na fabricação de tanques e aviões, e a entrada dos Estados Unidos na guerra, foram decisivas para a derrota da Alemanha em algumas frentes de batalha. A vitória só poderia ser conquistada com o uso imediato da nova e poderosa tática de combate: a “fire-waltz”, a barreira de fogo da artilharia, e do ataque das tropas de choque da infantaria.

Este livro traz o relato das batalhas na França no último ano da Primeira Guerra Mundial, em uma narrativa envolvente com depoimentos vívidos das trincheiras e dos campos de batalha feitos pelos soldados e oficiais de todas as nações, que participaram da guerra. À medida que os exércitos opostos avançavam e recuavam em meio a batalhas em lugares inóspitos e em circunstâncias adversas, Martin Evans mostra a importância dos progressos técnicos e das novas estratégias para derrotar o inimigo.


SOBRE O AUTOR: Martin Marix Evans é historiador especialista em temas militares. Além da pesquisa e de trabalhos acadêmicos sobre a Guerra dos Boêres, a Primeira Guerra Mundial e a Segunda Guerra Mundial, Martin trabalhou com pesquisadores locais no campo de batalha de Nasaby por mais de uma década. É autor de Passchendale: The Hollow Victory e Somme 1914-1918: Lessons in War, além de livros sobre a experiência dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial.

Mais informações: http://www.mbooks.com.br/

quinta-feira, 19 de junho de 2014

As três bandeiras

"No final do século XIX, um grupo de exploradores ingleses viajou para o Brasil, a bordo do navio Alerte, para procurar um tesouro que piratas teriam enterrado na Ilha de Trindade, na Bahia. Além de não acharem tesouro nenhum, segundo o relato de um tripulante chamado E. F. Knight, os ingleses voltaram à sua pátria sem entender direito os costumes deste nosso exótico país.
 

Quando chegou a Salvador, em 1889, a tripulação pôde ver muitas bandeiras do Império tremulando sobre os prédios públicos e os navios ancorados no cais. Meses depois, já em 1890, retornaram da Ilha de Trindade e repararam que as bandeiras eram diferentes. É que as autoridades haviam substituído a bandeira imperial pela flâmula da Bahia. Curioso, Knight perguntou a um remador o que acontecera. Este respondeu com um ar de indiferença: "Ah, a República".
Do alto de suas tradições monárquicas, o inglês ficou indignado com a indolência dos brasileiros, que na sua opinião deveriam ter reagido ao golpe que depôs d. Pedro II. Ele viajou então de novo para a ilha atrás do tesouro. ao retornar, dias depois, percebeu que o pavilhão mudara novamente. Desta vez trazia o globo azul ao centro, com dístico "Ordem e progresso. Achou que houvera outra revolução. Mas não. Era apenas mais uma bandeira. "

Gilberto Freire - Ordem e progresso

Fonte: Revista nossa História 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

A origem do Dia dos Namorados

O dia dos namorados, ou dia de São Valentim, como é chamado em alguns países, é uma das principais datas comemorativas do planeta. A troca de presentes e mensagens entre os casais aquece o comércio e gera cifras colossais em diversos países. No entanto, a celebração nem sempre foi ligada ao comércio. A festividade tem raízes históricas que remontam aos rituais pagãos da Roma antiga.


De acordo com a tradição, o dia 14 de fevereiro, data em que o dia dos namorados é comemorado em países como os Estados Unidos, relembra o aniversário de morte de São Valentim, mártir cristão que provavelmente viveu durante o século III. Nesse período, o imperador romano Claudio II proibira os casamentos, por acreditar que os homens solteiros e sem responsabilidades familiares eram melhores soldados. Valentim se opôs a essa decisão, concedendo as bênçãos matrimoniais a jovens noivos de forma clandestina.

A rebeldia do santo o levou à prisão e ele acabou decapitado no ano de 270. Durante o período em que esteve trancafiado, Valentim teria se apaixonado por uma jovem, filha do carcereiro, com quem manteve um romance secreto. Antes de sua morte, o religioso lhe escreveu uma mensagem em que assinou “do seu Valentim”, criando aquilo que se tornaria o primeiro cartão de dia dos namorados.

Dois séculos depois, no ano de 496, o papa Gelásio I escolheu Valentim como símbolo dos namorados. No entanto, toda a saga do mártir é incerta. Há pelo menos três religiosos com o nome de Valentim, dois deles sepultados em Roma e um terceiro que teria sido morto na África. A própria Igreja Católica, em 1969, deixou de celebrar o aniversário do santo por considerar suas origens – e mesmo sua existência – incertas.
Instituto de Arte de Detroit


Detalhe da obra A dança da noiva ao ar livre,
de Pieter Brueghel (1566). Os festivais medievais 

como o São Valentim era espaços de
 quebra das regras morais
Apesar dessas dúvidas sobre a verdadeira história do mártir, a data que relembra sua morte se consolidou durante o período medieval, mas de uma maneira muito diferente da que conhecemos hoje. Ligadas a rituais de fertilidade e renovação da terra que remontam ao período romano, as comemorações do dia de São Valentim eram o momento em que as rígidas condutas morais impostas pela Igreja Católica eram quebradas. Nessas festividades, as mulheres casadas reconquistavam as liberdades do tempo de solteiras e ficavam livres para flertar com quem quisessem, podendo até cometer adultério com a tolerância de seus maridos.

Esse tipo de conduta, que desafiava o sagrado dever da fidelidade, foi duramente combatido pela Igreja, especialmente após o século XVII, durante a chamada Contra-Reforma. Essas tradições se mantiveram por algum tempo em regiões como Turim e Gênova, mas a partir do século XX já haviam desaparecido por completo. A partir de então, a comemoração do dia de São Valentim abandonou suas raízes libertinas e se tornou uma ocasião para as demonstrações de afeto entre casais de todo o planeta.

No Brasil, a história do dia dos namorados começou em 1949. Na época, o empresário João Dória trouxe do exterior a ideia de celebrar uma data em homenagem aos jovens casais. No entanto, a festa passou por algumas adaptações para se encaixar melhor nas tradições do país. Em primeiro lugar, a referência a São Valentim, santo nada popular na cultura brasileira, foi abandonada. Em seguida, trocou-se o dia 14 de fevereiro pelo 12 de junho. A nova data, véspera do dia do “santo casamenteiro”, Santo Antônio, foi escolhida para que a festividade pudesse animar o fraco comércio no sexto mês do ano. E deu certo.


Fonte: Revista História Viva

Divulgação de livro: "Uma Nova História do Mundo"


      Considero a História como o melhor alimento para quem fome de conhecimento, a história sempre fascinou estudiosos, intelectuais e com certeza também aqueles que se consideram leigos nesta área do conhecimento humano. O homem sempre esteve em busca de informações sobre o seu passado, assim como o passado de tudo que o cerca, família; comunidade; país e mundo. Diante disso, o livro do historiador britânico Alex Woolf, "Uma Nova História do Mundo", da Editora M.Books, traz para o público em geral, uma abrangente, ágil e acessível obra sobre a História da humanidade, Uma leitura leve, agradável e muito informativa, que pode trazer a todos os interessados pela História do mundo, subsídios para alimentar o seu conhecimento. 


Nota da editora: 


Uma Nova História do MundoUma Nova História do Mundo é uma visão abrangente, ágil e acessível da história da humanidade.    
   
Este livro conta a história da humanidade,desde seu início, há seis ou sete milhões de anos na África, até o mundo complexo e globalizado do século XXI. A história dos homens passa aos nossos olhos com uma profundidade de conhecimento, que nos permite acompanhar página a página os acontecimentos que construíram o mundo atual. 

Uma Nova História do Mundo é um livro inovador em sua apresentação gráfica, na inclusão de 350 ilustrações e na simplicidade de contar a História.

O autor Alex Woolf, com uma linguagem objetiva e abrangente, proporciona ao leitor total compreensão dos termos e dos elementos que compõem este livro.

SOBRE O AUTOR: Alex Woolf - estudou História na Universidade de Essex. Foi editor durante 15 anos e é escritor há seis. Resultado: mais de 30 livros escritos sobre uma grande variedade de tópicos, como os romanos, os vikings, a Idade Média, a quebra de Wall Street, a Alemanha nazista, as batalhas britânicas e os conflitos árabe-israelenses.


Mais informações em:  http://www.mbooks.com.br 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Passado, presente e futuro...

“ ..., passado, presente e futuro constituem um continuum. Todos os seres humanos e sociedades estão enraizados no passado – o de suas famílias, comunidades, nações ou outros grupos de referencias, ou mesmo de memória pessoal – e todos definem sua posição em relação a ele, positiva ou negativamente. Tanto hoje como sempre: somos quase tentados a dizer “hoje mais que nunca”. E mais, a maior parte da ação humana consciente, baseada em aprendizado, memória e experiência, constitui um vasto mecanismo para comparar constantemente passado, presente e futuro. As pessoas não podem evitar a tentativa de antever o futuro mediante alguma forma de leitura do passado. Elas precisam fazer isto. Os processos comuns da vida humana consciente, para não falar das políticas públicas, assim o exigem. E é claro que as pessoas o fazem com base na suposição justificada de que, em geral, o futuro está sistematicamente vinculado ao passado, que, por sua vez, não é uma concatenação arbitrária de circunstancias e eventos. As estruturas das sociedades humanas, seus processos e mecanismos de reprodução, mudança e transformação, estão voltadas a restringir o numero de coisas passiveis de acontecer, determinar algumas das coisas que acontecerão e possibilitar a indicação de probabilidades maiores ou menores para grande parte das restantes.” 

Eric Hobsbawm - Historiador britânico

Infográfico: Golpe Civil-Militar de 1964.


Veja como foi o movimento de tropas militares entre os dias 31 de março e 1º de abril, que causou a queda do presidente João Goulart.

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/multimidia/infografico-golpe-de-1964
Adicionar legenda

quinta-feira, 20 de março de 2014

Infográfico: Usos do Pau-brasil.


O pau-brasil é uma espécie arbórea característica da Mata Atlântica, que ocorre do Rio Grande do Norte a São Paulo. Em muitas das regiões de ocorrência natural ela foi erradicada; na Região Cacaueira da Bahia, sua sobrevivência deve-se, basicamente, ao modelo de agricultura - cacau-cabruca - desenvolvido para estabelecimento da cultura. Ela teve uma participação relevante e ativa na história do país, não só política como econômica, desde a colonização até os primórdios da república.

Devido à intensa comercialização da madeira para a extração de corante vermelho ( brasilina ), a região produtora da Ilha de Vera Cruz ficou conhecida como C osta do Pau-brasil e no ano de 1535, passou a se chamar oficialmente de Brasil. Essa atividade manteve-se economicamente rentável por aproximadamente 350 anos (1850-1870), quando foi progressivamente substituída por corantes sintéticos.

Por volta de 1750, a Caesalpinia echinata (pau-brasil) começou a ser utilizada para a confecção de arcos de violino e a partir do início do séc. XIX, os arcos de violino de músicos profissionais passaram a ser produzidos exclusivamente com a madeira do pau-brasil. Apesar de não se conhecer a real forte pressão que a espécie tem estado sujeita ao longo de todos esses anos, é preciso rever o modelo de exploração adotado, pois em muitas de suas áreas de ocorrência natural, ela já foi completamente erradicada. 
[Fonte: http://www.oguialegal.com/08-opaubrasil.htm

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Música para pensar... Seu Jorge - Brasis





Brasis

Seu Jorge


Tem um Brasil que é próspero
Outro não muda
Um Brasil que investe
Outro que suga...
Um de sunga
Outro de gravata
Tem um que faz amor
E tem o outro que mata
Brasil do ouro
Brasil da prata
Brasil do balacochê
Da mulata...
Tem um Brasil que é lindo
Outro que fede
O Brasil que dá
É igualzinho ao que pede...

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Um pouco de reflexão histórica...


A verdade histórica 

 Como grande parte dos historiadores atuais, creio que não existe a tal “verdade histórica” definitiva e absoluta. Cada época faz a sua própria história, sempre respondendo perguntas que cada época faz a seu passado.
     A história acumulou numerosos conhecimentos e interpretações sobre os fatos, que vão acrescentando pedaços e facetas do conhecimento à chamada “verdade histórica”. É como se uma câmera cinematográfica filmasse uma cena de diversos ângulos e perspectivas. Nenhuma foto contém toda a cena, mas o seu conjunto se aproxima do que chamaríamos de visão global.

     Cada pesquisador e cada estudioso acrescenta uma nova perspectiva ao conhecimento, que para cada um deles é a “verdade”.  Laima Mesgravis - Historiadora brasileira. 

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Um pouco de reflexão histórica...



"... penso que o historiador não deve enganar-se a si próprio. O que ele enuncia, quando escreve história, é o seu próprio sonho. Há, sem dúvida, uma enorme diferença entre a história e o romance, na medida em que a ficção histórica está forçosamente ligada a algo que foi verdadeiramente vivido, mas, no fundo, a forma de abordagem não é muito diferente. O historiador conta uma história, uma história que ele forja recorrendo a um certo número de informações concretas. Não me faça dizer que eu repudio o método histórico criado e aperfeiçoado com tanto rigor pelos nosso predecessores do século XIX e do princípio do século XX. Pelo contrário, é absolutamente necessário preservar essa preocupação crítica relativamente à informação de que possamos dispor. Mas, repito, nós utilizamos esse material, criticamente analisado, com a maior liberdade, tendo plena consciência de que jamais chegaremos a uma verdade objetiva.".


Georges Duby, in "O Historiador, Hoje"

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Fotos perdidas da Primeira Guerra Mundial


Negativos descobertos em uma caixa de metal enferrujado revelam devastação de campos de batalha franceses no final da Primeira Guerra Mundial.

Esta coleção surpreendente de fotografias foi descoberto em uma caixa de metal enferrujado por Peter Berry Ottaway, 71, na casa de seu falecido avô, Hubert Ottaway, que era um engenheiro de combate no Exército Territorial entre 1914 e 1919. Ele capturou as imagens raras, enquanto ele estava estacionado no norte da França. Ele trabalhou com a luz. Engenheiros de empresas de trem que foram encarregados de fornecimento de linhas de comunicação no sentido de Belguim e trincheiras de atualização. Fotos de Hubert fornecem uma visão única sobre a vida na Frente Ocidental nos últimos 18 meses da Grande Guerra. Ele capturou o rescaldo de ofensivas britânicas, incluindo a Batalha de Arras, e tirou fotos da devastação e desolação de aldeias que foram arrasadas no caminho dos exércitos de ambos os lados durante o conflito. Peter, que vive em Hereford, passou quatro anos tentando conseguir as imagens desenvolvidos. Depois de um trabalho meticuloso, 40 dos 50 quadros foram resgatados junto com o diário de Hubert.





Veja mais fotos aqui: http://migre.me/hD1ng

[ Fonte: Jornal Daily Mail ]

Pesquisadora quer provar que Hitler morreu no Brasil aos 95 anos

Oficialmente, Adolf Hitler suicidou-se em 30 de abril de 1945 após ingerir cianureto e disparar uma arma contra a própria cabeça. Apesar das inúmeras referências historiográficas que comprovam essa versão, não faltam teorias para contrariá-la. Uma das versões mais célebres é de que o ditador nazista teria fugido para a América do Sul, vindo a se esconder no Brasil.
É esta versão que a pesquisadora brasileira Simoni Renée Guerreiro Dias explora em sua dissertação de mestrado em jornalismo. Da pesquisa surgiu a obra "Hitler no Brasil - sua vida e sua morte", onde Simoni desafia a versão oficial e aponta que Adolf Hitler escapou do bunker de Berlim, no final da Segunda Guerra, e morreu no Brasil, em 1984, aos 95 anos, na cidade de Nossa Senhora do Livramento, a 42 km de Cuiabá. 
A autora acredita que o führer fugiu para a Argentina e depois para o Paraguai antes de se estabelecer no estado brasileiro de Mato Grosso, onde passou a utilizar o nome falso de Adolf Leipzig.
 
A obra ainda destaca outra teoria bizarra: a de que Hitler teria vindo ao país em busca de um tesouro enterrado. Se não bastasse, Hitler teria em mãos um mapa dado a ele por aliados do Vaticano. A teoria bizarra aponta ainda que ele teria tido um relacionamento com uma mulher negra chamada Cutinga, para não chamar a atenção para sua verdadeira identidade.
 
Como ninguém quer acreditar nesta teoria maluca, Simoni planeja usar testes de DNA para mostrar semelhanças entre o material genético de um suposto parente de Hitler que vive em Israel com restos mortais de Adolf Leipzig a partir de seu suposto lugar de descanso final em Nossa Senhora do Livramento. Só que ainda falta-lhe a permissão da Justiça para exumar o corpo.
 
Candido Moreira Rodrigues, professor de história na Universidade Federal de Mato Grosso, disse ao jornal Daily Mail que não há nada de novo em pessoas que se dizem historiadores chegando com teorias mirabolantes sobre a vida de Hitler na América do Sul, já que alguns dos nazistas mais famosos se refugiaram comprovadamente na região depois do fim da guerra, como Adolf Eichmann e Josef Mengele.
 
Isso acontece porque falta qualquer evidência física de sua morte. Ao atirar contra a própria cabeça, seu crânio se espatifou em centenas de fragmentos. Para piorar, os fragmentos encontrados, de acordo com testes de DNA, pertenciam a uma mulher.


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Como foram construídas as pirâmides do Antigo Egito?

ENGENHEIRO BRITÂNICO PODE TER DESCOBERTO O SEGREDO POR TRÁS DA CONSTRUÇÃO DAS PIRÂMIDES EGÍPCIAS



Um engenheiro britânico apelidado Indiana James surpreendeu os arqueólogos, alegando as suas teorias sobre como as pirâmides foram construídas estão errados.
Peter James disse que acredita que os antigos egípcios formaram as estruturas por acumulando entulho do lado de dentro e anexando tijolos depois.
Sua reivindicação choque desafia centenas de anos de crença aceite de que as pirâmides foram construídas com blocos gigantes realizadas enormes rampas.
Avalia o engenheiro estrutural que seriam impossíveis como as rampas teriam que ter sido pelo menos um quarto de milha de comprimento para obter o ângulo direito para os tijolos a serem tomadas para tais grandes alturas.
James, que passou os últimos 20 anos estudando as pirâmides, disse: "De acordo com as teorias atuais, para colocar os dois milhões de blocos de pedra necessários os egípcios tinham que ter colocado um grande bloco a cada três minutos em rampas longas.
"Se isso acontecesse, haveria ainda sinais de que as rampas estavam lá, e não há qualquer.
"Eu vou ter uma guerra com os arqueólogos Eles vão dizer:".? Como você sabe que não é um arqueólogo. Mas, se você queria uma casa construída que você me ou um arqueólogo usar? "Os arqueólogos nunca tiveram a experiência de engenharia."
James, um engenheiro de 54 anos, e sua equipe na Cintec Internacional em Newport, País de Gales, são líderes mundiais em restauração de estruturas antigas.
Confira o vídeo que demonstra como as pirâmides foram construídas


[ Fontes: Daily Mirror Online ]

sábado, 18 de janeiro de 2014

Professor recria a Segunda Guerra Mundial em um post do Facebook




Às vezes entender história pode parecer complicado, especialmente para crianças e adolescentes. Afinal, os tempos eram outros, tudo era diferente e é difícil compreender o contexto. O que pode ajudar muito é tentar trazer a história para os dias atuais – e que forma melhor de fazer isso do que com o Facebook? O professor de história Paulo Alexandre Filho (www.historiablog.wordpress.com) fez uma montagem muito legal de como seria a Segunda Guerra Mundial se os países tivessem perfis na rede social.

O post looongo fala sobre todo o momento da disputa e explica direitinho o que aconteceu com cada país e qual foi o seu papel durante a Guerra. Uma das coisas mais legais é visualizar os países conversando com a linguagem coloquial que a gente usa no Facebook. Além das fotos, claro!
Paulo explica que sempre usa coisas do tipo em suas aulas. “Humor sempre fez parte de meu trabalho. Minhas aulas costumam envolver algum tipo de interpretação, de brincadeira orquestrada para chamar a atenção e facilitar a interação com os alunos”, disse ao Globo. [Texto: www.youpix.com.br]

Confira aqui: http://www.failwars.blog.br/tirinhas/segunda-guerra-mundial-segundo-facebook/


domingo, 5 de janeiro de 2014

Série Gigantes da Indústria - The History Channel - Episódios 01 ao 04

A América não foi descoberta, foi construída. Os nomes Rockefeller, Vanderbilt, Carnegie, Astor, Ford e Morgan são sinônimos do chamado "sonho americano". Eles desenvolveram uma visão ousada e criaram grandes indústrias que foram base para o progresso no mundo. São indústrias de combustível, estradas de ferro, aço, transportes, automóvel e finanças. Eles estabeleceram políticas econômicas, se envolveram em eleições presidenciais, e sua influência sobre os acontecimentos mais importantes do século passado é incalculável.

Episódio 01: Começa outra guerra
Em uma cruzada para reconstruir uma nação destruída pela Guerra da Secessão, Cornelius Vanderbilt é o primeiro a ver a necessidade de união e assim recuperar sua posição no mundo.




Episódio 02: Encontrando petróleo

Enquanto as luzes de querosene iluminam as noites no país, a demanda por petróleo alcança o seu pico mais alto e Vanderbilt entra em contato com John Rockefeller, um jovem petroleiro empreendedor de Ohio, para desenvolver um combustível bom para seus trens.





Episódio 03: Nasce a rivalidade

Andrew Carnegie emigra da Escócia para os Estados Unidos e começa a trabalhar muito jovem ainda. Ele então conhece Tom Scott, que lhe ensinaria tudo sobre o negócio de estradas de ferro. Aos 30 anos, dono de uma empresa própria, é contratado por Scott para construir uma ponte sobre o rio Mississippi, parte do projeto para ligar o leste e oeste do país. Carnegie aceita, mas tem dúvidas de que os materiais disponíveis sejam fortes o suficiente para o projeto. A solução vem com o aço, mas antes que Carnegie consiga atingir o potencial deste material de construção, Scott morre. 



Episódio 03: Nasce a rivalidade
Andrew Carnegie emigra da Escócia para os Estados Unidos e começa a trabalhar muito jovem ainda. Ele então conhece Tom Scott, que lhe ensinaria tudo sobre o negócio de estradas de ferro. Aos 30 anos, dono de uma empresa própria, é contratado por Scott para construir uma ponte sobre o rio Mississippi, parte do projeto para ligar o leste e oeste do país. Carnegie aceita, mas tem dúvidas de que os materiais disponíveis sejam fortes o suficiente para o projeto. A solução vem com o aço, mas antes que Carnegie consiga atingir o potencial deste material de construção, Scott morre. 


Episódio 04: Derramamento de sangue
Carnegie contrata Henry Frick, um personagem de moralidade duvidosa, para ajudá-lo a superar Rockefeller, e assim realizar sua vingança. A sociedade é promissora, mas Carnegie não sabe que Frick está muito longe de ter a capacidade para levar a obra adiante. Frick corta orçamentos e rapidamente os dois acabam sendo responsáveis pelo maior desastre provocado pelo homem já visto no país. A inundação que atinge Johnstown tira mais de 2.000 vidas. Carnegie odeia ser impopular e seu ímpeto inicial de se vingar de Rockefeller, diminui rapidamente.

Série Gigantes da Indústria - The History Channel - Episódios 05 ao 08

A América não foi descoberta, foi construída. Os nomes Rockefeller, Vanderbilt, Carnegie, Astor, Ford e Morgan são sinônimos do chamado "sonho americano". Eles desenvolveram uma visão ousada e criaram grandes indústrias que foram base para o progresso no mundo. São indústrias de combustível, estradas de ferro, aço, transportes, automóvel e finanças. Eles estabeleceram políticas econômicas, se envolveram em eleições presidenciais, e sua influência sobre os acontecimentos mais importantes do século passado é incalculável.




Episódio 05: Surge um novo rival

Enquanto Carnegie e Rockefeller continuam sua batalha, JP Morgan aparece e monta um banco na cidade de Nova York com um único propósito: promover o avanço tecnológico dos Estados Unidos. Morgan investe pela primeira vez, apoiando uma nova invenção de Thomas Edison: a luz elétrica.


Episódio 06: Tomando posse de tudo
Com uma contribuição em dinheiro de Morgan, é criada a Edison Electric Company, que começa a levar energia elétrica às casas de Nova York. Mas Nikola Tesla aparece, com uma tecnologia diferente, e nasce uma grande rivalidade. Eventualmente a tecnologia de Tesla prevalece, com sua teoria da corrente alternada (AC), que se tornou padrão. Morgan despede Edison e muda o nome da empresa, transformando-a na "General Electric", que continua sendo uma das maiores empresas do mundo.


Episódio 07: Tomando a Casa Branca
Vanderbilt, Rockefeller, Carnegie e Morgan trabalharam livremente durante décadas, mas os políticos americanos estavam a ponto de intervir. Eles achavam que esses homens deveriam estar sob o controle do governo. Os empresários, alguns deles inimigos entre si, se unem então para elaborar um plano e comprar as "decisões" da Casa Branca, doando, o que seria em dinheiro de hoje, cerca de 30 milhões de dólares para o governador de Ohio, William McKinley. McKinley retribui revogando regulamento após regulamento para lhes permitir a liberdade de fazer coisas.


Episódio 08: A nova máquina
Um jovem engenheiro chamado Henry Ford está trabalhando em uma invenção, um carro movido à gasolina a preços acessíveis para a classe média. Ele consegue um patrocínio e desenvolve uma novidade: a linha de montagem. McKinley é assassinado e seu vice-presidente, Theodore Roosevelt, assume o comando do país. Começa a surgir um novo conjunto de regras que aumentam a vigilância sobre os negócios. Rockefeller é levado a julgamento por crimes contra a Receita Federal, causando a falência de sua empresa, a Standard Oil, sendo o primeiro monopólio a quebrar nas mãos do governo.

sábado, 19 de outubro de 2013

Google presta homenagem ao centenário de Vinícius de Moraes.


O centenário do diplomata, poeta e compositor carioca Vinícius de Moraes foi lembrado pela equipe do Google Brasil, que o homenageia com um doodle em sua página inicial neste sábado.

Nascido em 19 de outubro de 1913 na Gávea, Marcus Vinícius da Cruz de Melo Moraes, o Poetinha, foi também compositor, jornalista, teatrólogo e diplomata. Ele morreu em 9 de julho de 1980, em sua casa, no bairro da Gávea, perto do Jardim Botânico, onde nasceu, há 66 anos.

Em comemoração ao centenário, o Google criou desenho de Vinícius tocando violão, tendo como plano de fundo sua cidade-natal, o Rio de Janeiro.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Perfil ideológico do eleitor brasileiro.



Pesquisa do Datafolha tenta demonstrar as proporções de eleitores considerados de Direita ou Esquerda no Brasil. O perfil ideológico dos eleitores entrevistados foi elaborado a partir de um questionário adaptado de pesquisas internacionais do gênero. 



Faça o teste aqui: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/10/1357430-faca-o-teste-do-perfil-ideologico-e-descubra-se-voce-e-de-direita-ou-de-esquerda.shtml


Editoria de Arte/Folhapress

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A Guerra e Arte III

Guerra e Paz são dois painéis de, aproximadamente, 14 x 10 m cada um produzidos pelo pintor brasileiro Cândido Portinari, entre 1952 e 1956. Os painéis foram encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, mas antes de partirem, em 1956, foram expostos numa cerimônia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, que contou com a presença do então Presidente Juscelino Kubitschek.
Com 14 metros de altura por 10 de largura, obra monumental de Portinari foi encomendada pelo Governo Brasileiro como um presente à Sede da Organização das Nações Unidas na década de 1950
Os primeiros estudos para a obra surgiram em 1952, quando Portinari realizava uma outra encomenda, feita pelo Banco da Bahia, com a temática de retratar a chegada da família real portuguesa à Bahia. Com o auxílio de Enrico Bianco e de Maria Luiza Leão, os painéis Guerra e Paz foram pintados a óleo sobre madeira compensada naval. Enquanto um é uma representação da guerra, o outro representa a paz. Por seu trabalho com os painéis, Portinari foi agraciado em 1956 com o prêmio concedido pela Solomon Guggenheim Foundation de Nova York. Naquela ocasião, o crítico de arte Mario Barata publicou a seguinte nota no Diário de Notícias:
"Nunca, na arte moderna do mundo inteiro, um pintor viu as suas obras substituírem-se aos acorde de Wagner e Verdi, à fantasia dos ballets de Chopin, à majestade das orquestras sinfônicas. Pela primeira vez no século XX, o maior teatro de uma cidade transforma-se em templo da pintura" — Mario Barata
Cinquenta e quatro anos depois, em dezembro de 2010, os painéis deixaram a sede da ONU e retornaram ao Brasil para uma restauração que ocorrerá no Palácio Gustavo Capanema, de fevereiro a maio de 2011, em ateliê aberto ao público. Graças aos esforços do Projeto Portinari, do Governo Federal, através do Ministério da Cultura e do Itamaraty, de instituições internacionais e de empresas estatais e privadas, a obra será exposta no Brasil e no exterior até agosto de 2013, enquanto a sede da ONU sofrerá uma grande reforma.
No retorno ao Brasil, contou com uma exibição franca que foi de 22 de dezembro de 2010 até 6 de janeiro de 2011, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A exposição foi visitada por mais de 40 mil pessoas.6 Do Rio, os painéis seguiram para São Paulo (Memorial da América Latina) e, após, um itinerário que deve passar pelo Grand Palais, em Paris, pelo Memorial da Paz de Hiroshima, no Japão, pelo Auditório Municipal de Oslo, onde ficarão expostos durante a entrega do Prêmio Nobel da Paz, e pelo Museu de Arte Moderna de Nova York.



Um mundo sem professores...



"O ano é de 2063 D.C - ou seja, daqui a cinquenta anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação: 
– Vovô, por que o mundo está acabando? A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E, no mesmo tom, vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo. 

– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor? 

O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar. 

– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios? 

– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos. 

– E como foi que eles desapareceram, vovô? 

– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. 

Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa. Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. Os professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo. 

Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de ideias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. 

Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério. Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. 

As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade. Ah, mas teve um fator chave nessa história toda. Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país em nome do combate aos subversivos com apoio dos políticos... Foi o tiro de misericórdia nos professores... "

Autoria desconhecida

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