" História, o melhor alimento para quem tem fome de conhecimento" PPDias

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Filmes de fundo histórico ideais para dar uma boa risada.

Conheça uma pequena lista de filmes (nunca definitiva) baseados em fatos, períodos ou personagens históricos, mas que na verdade só servem para darmos uma boa risada, pois o expectador não precisa esperar algum sentido histórico, nexo ou compromisso com a realidade. 



Ele está de volta - Baseado no livro de mesmo título, Adolf Hitler acorda em um terreno baldio em Berlin, no ano de 2011, sem memória alguma do que aconteceu depois de 1945. Perdido, ele se vê em uma sociedade completamente diferente, onde não há partido nazista, a guerra e o país é governado por uma mulher. Ele é reconhecido pelas pessoas que acreditam que seja apenas um artista que não consegue sair do seu personagem. Mas, um discurso de Hitler é viralizado na internet, e a partir daí todos querem ouvi-lo, saber sobre ele, até que ganha um programa de televisão onde propaga suas ideias ao mesmo tempo em que tenta convencer a todos que ele é quem realmente diz ser.


Rrrrrrr! - Na Idade da Pedra  - 35.000 A.C., em plena pré-história. A tribo dos Cabelos Limpos passa os dias de forma tranquila, guardando para si a fórmula secreta do xampu, enquanto que a tribo dos Cabelos Sujos passa o dia a se coçar e queixar. Até que um dia ocorre na tribo dos Cabelos Limpos o 1º crime da história da humanidade: a morte de uma mulher. Intrigados nos motivos que fariam alguém matar uma pessoa que morreria de qualquer forma, os integrantes da tribo tentam descobrir quem foi o autor do crime.






Nazistas no centro da Terra - Um grupo de cientista de uma base na antártica saem à procura de colegas desaparecidos, encontram um túnel que os leva ao centro da Terra, onde, descobrem uma base militar e científica nazista, neste local, soldados nazistas liderados pelo Dr. Josef Mengele fazem experiências para regenerar os seus próprios corpos e se manterem vivos, e, além disso, dar a vida novamente a Adolf Hitler. 








Deu a louca nos Nazis (Iron Sky) - Iron Sky é um filme futurístico ambientado em 2018, que trata de temas como nazistas espaciais e invasão à Terra.
Quando a Segunda Guerra Mundial chega ao fim em 1945, Hans Kammler e outros cientistas alemães fazem uma revolução na investigação da antigravidade. Partindo de uma base secreta na Antártica, as espaçonaves nazistas são enviadas para a Lua (mais especificamente no lado negro da Lua) para fundar a base espacial secreta de Schwarze Sonne (em português: "Sol negro"). Desde então seu plano é construir uma poderosa frota para, no futuro, voltar a conquistar a Terra. Em 2018, 73 anos depois, os nazistas retornam a Terra.


Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros - O filme tem como foco o personagem real de Abraham Lincoln, o 16º Presidente dos Estados Unidos (1861–1865), mas no livro e no filme ele é, secretamente, um caçador de vampiros,  a mãe do presidente Abraham Lincoln foi assassinada por uma criatura sobrenatural. Incorfomado com o fato, ele declara uma guerra sem piedade contra os seres das trevas e começa a destruir todos os vampiros e os escravos que os ajudam. A caça aos vampiros leva os Estados Unidos da América á Guerra Civil.





Piratas do Caribe - Um série de filmes de fantasia e aventura. Os filmes seguem as aventuras do Capitão Jack Sparrow e muitos outros personagens que se aventuram em busca de tesouros e poder pelos mares e que constantemente lidam com seres sobrenaturais. A franquia rendeu uma legião de fãs pelo mundo inteiro, além de gigantescas bilheterias, tanto que o quinto filme da saga já está a caminho. 






Dead Snow - Um grupo de amigos vão a uma estação de esqui isolada pela neve e encontra um velho que conta uma história de horror sobre nazistas. Ao encontrar um baú cheio de ouro eles inadvertidamente erguem um exército de zumbis nazistas que haviam morrido ali.










O cinema é uma das mais revolucionárias e enriquecedoras invenções humanas, o cinema é uma expressão artística muito importante para a sociedade, a qual pode unir conhecimento e entretenimento. Assim como a literatura, a música e as artes plásticas, o cinema, cada vez mais, vem se tornando uma fonte de conhecimento para todos os conteúdos escolares. Especialmente na disciplina de História, o cinema tem se destacado como uma ferramenta de trabalho de ampla utilização pelos professores. A utilização de filmes como estratégia de ensino-aprendizagem estimula os alunos e proporciona aulas mais interessantes e reflexivas. 
Professores, estudantes ou amantes da História tem a disposição um gigantesco número de filmes que podem servir-lhes como ferramenta para entenderem as características de uma determinada época ou do fato em destaque. 
É sempre necessário ressaltar que as obras de ficção (Novelas, Séries, Filmes, Livros, etc.), mesmo que baseadas em fatos reais ou em períodos históricos, não tem o compromisso de reproduzir a verdade histórica, ou melhor falando, os fatos como realmente ocorreram, motivada pela grande dificuldade em reproduzir diálogos que possam fazer a ligação entre os vários personagens de uma mesma história, assim, sempre são criados personagens ou versões para se elaborar um enredo  que possa criar uma história mais romantizada, para ser vendida para o grande público, que na maioria das vezes está mais interessado na trama do que no fundo histórico.
É necessário também destacar a importância dessas obras que tentam destacar fatos ou períodos históricos, pois, a disciplina de história exige que o estudante se transporte mentalmente para o tempo histórico estudado, assim é necessário recriar mentalmente a sociedade que cerca tal período, então, assim novelas, filmes, séries, etc. que reproduzem figurinos, vocabulários, costumes, objetos e outras características de época, podem servir como ótimos exemplos para que os estudantes possam ilustrar mentalmente os textos históricos lidos ou mesmo as explicações dos professores, claro sempre sendo necessários guardar os devidos cuidados contra os ufanismos, simplismos ou anacronismo.

domingo, 13 de março de 2016

DOCUMENTÁRIO - Victor Nunes Leal

Documentário em homenagem ao jurista e escritor carangolense Victor Nunes Leal, autor de "Coronelismo, enxada e voto".

sábado, 5 de março de 2016

As Dez Estratégias de Manipulação das Massas de Noam Chomsky





1. A estratégia da distracção. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distracção, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distracções e de informações insignificantes. A estratégia da distracção é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, presa a temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à quinta com outros animais (citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).
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2. Criar problemas e depois oferecer soluções. Esse método também é denominado “problema-reacção-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reacção no público a fim de que este seja o mandante das medidas que desejam que sejam aceites. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja quem pede leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise económica para forçar a aceitação, como um mal menor, do retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços púbicos.
3. A estratégia da gradualidade. Para fazer com que uma medida inaceitável passe a ser aceita basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira, condições sócio-económicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4. A estratégia do diferimento. Outra maneira de forçar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e desnecessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacríficio imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregue imediatamente. Logo, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isso dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5. Dirigir-se ao público como se fossem menores de idade. A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entoação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse uma pessoa menor de idade ou portador de distúrbios mentais. Quanto mais tentem enganar o espectador, mais tendem a adoptar um tom infantilizante. Por quê? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, em razão de factores de sugestão, então, provavelmente, ela terá uma resposta ou reacção também desprovida de um sentido crítico (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
6. Utilizar o aspecto emocional mais do que a reflexão. Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional e, finalmente, ao sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos…
7. Manter o público na ignorância e na mediocridade. Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais menos favorecidas deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que planeia entre as classes menos favorecidas e as classes mais favorecidas seja e permaneça impossível de alcançar (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).
8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade. Levar o público a crer que é moda o facto de ser estúpido, vulgar e inculto.
9. Reforçar a autoculpabilidade. Fazer as pessoas acreditarem que são culpadas por sua própria desgraça, devido à pouca inteligência, por falta de capacidade ou de esforços. Assim, em vez de revoltar-se contra o sistema económico, o indivíduo se auto-desvaloriza e se culpabiliza, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de agir. E sem acção, não há revolução!
10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem. No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência gerou uma brecha crescente entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento e avançado do ser humano, tanto no aspecto físico quanto no psicológico. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que ele a si mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior do que o dos indivíduos sobre si mesmos.
VIA: Adital (com alterações)

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Divulgação de livro: "Um francês no Vale do Carangola"

por: Heloísa Azevedo da Costa

Um francês no vale do Carangola faz um estudo econômico e social do Brasil dos meados do século XIX, principalmente do leste da Mata mineira e do noroeste do Rio de Janeiro, ou seja, o vale do rio Carangola, a partir das cartas do imigrante francês Alexandre Bréthel. Essas cartas são registros de fontes primárias valiosos para os estudos da História. 
Publicada originalmente em 1977, a obra chega, quase quarenta anos depois, ao público de língua portuguesa e aos aficionados pela historiografia brasileira em particular. 
Foram quase 4 anos desde meu primeiro contato com a autora. Meu empenho para o trabalho se deveu ao fascínio que senti ao conhecer o livro de Françoise Massa sobre Alexandre Bréthel.

O leitor tem em mãos um livro que seduz. Sedução pela envergadura do trabalho de Françoise Massa e por aquilo que nos revela; sobremaneira, a sensibilidade de Bréthel para se identificar com o outro em contraponto a sua solidão existencial. Trajetória deveras inusitada. Um francês no vale do Carangola chega com crivo e chancela de Oseias Ferraz da Editora Crisalida e está disponível em www.crisalida.com.br ou www.estantevirtual.com.br.
O livro é um mergulho na história de Carangola e região. Além das cartas, o livro oferece ao leitor farta documentação, fruto de pesquisas realizadas na Europa e no Brasil pela jornalista Heloísa Azevedo da Costa.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

10 dicas para ajudar seu filho a estudar História e Geografia


História e Geografia nos dão instrumentos para olhar o mundo e compreendê-lo. Veja como estimular seu filho a estudar essas disciplinas com 10 dicas práticas

Fonte: Site Educar para Crescer











terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Documentário: Rio de Memórias.


A transição da monarquia para a república em imagens do Rio de Janeiro

O filme Rio de Memórias, dirigido por José Inácio Parente em 1987, é um documentário com cerca de 30 minutos de duração. A produção narra, ao mesmo tempo, a história da fotografia e a história da cidade do Rio de Janeiro entre as décadas de 1840 e 1920. O documentário expõe imagens importantes da história da então capital do Brasil, do Segundo Império aos primeiros anos da República, passando pela escravidão, abolição, imigração, industrialização, reforma urbanística do Rio de Janeiro e a Belle Époque Carioca.  

domingo, 24 de janeiro de 2016

Site Escravidão, Abolição e Pós-Abolição


No site Escravidão, Abolição e Pós-Abolição (http://bit.ly/1RZ09kn), organizado pela Casa de Rui Barbosa, você terá acesso a documentos digitalizados, referências e links para sites correlatos, além de um vocabulário sobre o tema. O site também possui um espaço interativo, onde o usuário pode participar de uma série de jogos organizados a partir de cópias dos documentos. Confira!

Fonte: Ministério da Cultura

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Vídeos: Conhecendo os presidentes - Canal Futura



"Pense rápido no nome de cinco presidentes brasileiros! Agora fale sobre uma medida importante tomada no governo de cada um deles. E aí, conseguiu? Foi difícil? Esse pequeno desafio serve apenas para mostrar como a história republicana do Brasil não costuma fazer parte das nossas conversas e do nosso dia a dia.

Conhecer a própria história, no entanto, é fundamental para compreender a situação atual, cobrar soluções para os problemas do presente e votar com consciência. Pensando nisso, o Futura estreia a série Conhecendo os Presidentes. São 32 episódios ao todo, que explicam através de charges os principais acontecimentos de cada mandato, desde Deodoro da Fonseca até Lula, o último presidente eleito antes do governo vigente."

Fonte: Canal futura

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A História do Absorvente


Mulheres improvisavam com panos, chumaço de lã e rolinho de grama

Dizia o comercial de TV que incomodadas ficavam as nossas avós. Ele tinha razão. Antes da invenção do absorvente descartável, a mulherada sofria. E improvisava.
De acordo com dados da instituição americana Museu da Menstruação e da Saúde Feminina, na Antiguidade, em Roma, as mulheres enfiavam pequenos chumaços de lã no interior da vagina para conter o fluxo menstrual. Em algumas tribos da África, usavam rolinhos de grama. As gregas revestiam ripas de madeira com várias camadas de retalho. Já as japonesas se viravam confeccionando canudinhos de papel. Na Indonésia, fibras vegetais eram usadas na tentativa de absorver o fluxo, ao passo que, no Egito, canutilhos de papiro faziam as vezes de absorvente higiênico. Todas essas invenções eram intravaginais – por isso, era melhor deixar um pedacinho para fora, para facilitar a retirada.
Registros arqueológicos mostram que, desde o século 15 a.C, as mulheres já pensavam em alguma espécie de proteção para aqueles dias. Mas uma das referências mais conhecidas acerca do assunto é encontrada nos escritos deixados pelo grego Hipócrates, mencionando expressamente a utilização de protetores intravaginais entre suas contemporâneas – ele viveu de 460 a 370 a.C.
Durante toda a Idade Média uma opção eram as toalhinhas higiênicas, feitas de qualquer resto de tecido – não raro, elas levavam ao surgimento de coceiras, assaduras e irritações no corpo. De todo modo, qualquer coisa devia ser melhor do que o isolamento a que as mulheres de diversas tribos indígenas eram submetidas: elas ficavam longe dos olhos dos outros, sentadas numa espécie de ninho, que absorvia o sangue.
Só no século 19 têm início pesquisas voltadas ao desenvolvimento de apetrechos mais funcionais. Em 1933 o absorvente interno foi patenteado, mas a novidade só chegou ao Brasil 40 anos depois. Por outro lado, toalhas descartáveis já ocupavam as prateleiras desde o fim da Primeira Guerra. Algumas tinham o formato de uma calcinha, ficando presas à cintura, enquanto outras eram presas com alfinetes – os absorventes com fita adesiva chegaram em 1970.
Um alívio sem precedentes, que livrou as mulheres de preocupações, como a de o que fazer para que ninguém visse o varal coalhado de retalhos suspeitos – afinal, as moças de boa família não podiam expor suas intimidades.
Fonte: Revista Aventuras na História

Infográfico: Pirâmides


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

8ª ONHB

Calendário Oficial da 8ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (2016)
Postado por Comissão Organizadora em 19 de janeiro de 2016
Calendário oficial
Inscrições e pagamento dos boletos
As inscrições na 8ª Olimpíada Nacional em História do Brasil iniciam em 22/02/2016 e finalizam dia 29/04/2016 ou até que o limite de inscrições seja atingido.
Para a Olimpíada 2016, serão praticados os seguintes valores para as taxas de inscrição:
Primeiro período de Inscrição:
De 22 de fevereiro a 23 de março de 2016
Escolas públicas
R$30,00 (trinta reais) por equipe
Escolas particulares
R$60,00 (sessenta reais) por equipe
Os Boletos bancários emitidos até as 23:59hrs do dia 23/03/2016 podem ser pagos até as 22:00hrs do dia 24/03/2016.
Segundo período de inscrição:
De 24 de março a 29 de abril de 2016
Escolas públicas
R$45,00 (quarenta e cinco reais) por equipe
Escolas particulares
R$90,00 (noventa reais) por equipe
Os Boletos bancários emitidos de 23/03/2016 até as 23:59hrs do dia 29/04/2016 podem ser pagos até as 22:00 do dia 02/05/2016.
Primeira fase
A primeira fase inicia no dia 09/05/2016 e finaliza no dia 14/05/2016.
Segunda fase
A segunda fase inicia no dia 16/05/2016 e finaliza no dia 21/05/2016.
Terceira fase
A terceira fase inicia no dia 23/05/2016e finaliza no dia 28/05/2016.
Quarta fase
A quarta fase inicia no dia 30/05/2016e finaliza no dia 04/06/2016.
Quinta fase
A quinta fase inicia no dia 06/06/2016 e finaliza no dia 11/06/2016.
Divulgação do nome das equipes selecionadas para a fase final presencial pela
Comissão Organizadora: Dia 16/06/2016.
Grande Final presencial
Prova: Dia 20/08/2016
Cerimônia de Premiação: Dia 21/08/2016
A Comissão Organizadora da 8ª Olimpíada Nacional em História do Brasil reserva-se o direito de alterar as datas das provas em caso de imprevistos de força maior, que fujam da alçada de controle da ONHB.
Utilizaremos como hora-padrão o horário de Brasília.
Atenciosamente Comissão Organizadora
Fonte: www.olimpiadadehistoria.com.br

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Projeto Baquaqua

Ele nasceu livre. Mahommah Gardo Baquaqua, como muitos outros africanos escravizados nas Américas, teve uma cidade natal, uma família e em alguma parte de sua juventude sofreu com a violência da guerra. Ele foi escravizado e enviado para o Brasil em um tumbeiro (navio negreiro), chegando em Pernambuco em 1845. Esta é apenas uma parte da história de Baquaqua, que lançou sua biografia nos EUA em 1854. Agora, a população brasileira poderá ter acesso a uma versão em português do único registro em primeira pessoa, que se tem notícia, sobre a trajetória de um africano escravizado em nossas terras. http://bit.ly/2323K4z

Você também pode acessar o site educativo "Projeto Baquaqua" para mais informações: http://www.baquaqua.com.br/
Fonte: Ministério da Cultura

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016


Maldito o filho
A independência do reino de Portugal em relação à Espanha foi recebida com alegria por muitos lusitanos em 1640, quando chegou ao fim a União Ibérica. Mas, segundo a lenda, deixou uma nuvem sinistra pairando sobre a nova dinastia, a de Bragança. Conta-se que o novo rei, D. João IV, desferiu chutes em um frade franciscano que lhe havia pedido esmolas – o religioso, em resposta, lançou uma maldição: todos os primogênitos da família morreriam antes de assumir o trono. O fato é que quase todos os homens primogênitos da casa de Bragança morreram nestas circunstâncias, até o fim da monarquia no Brasil (em 1889) e em Portugal (1910). Apenas dois escaparam: D. Pedro V, que assumiu o trono português em 1853, morrendo oito anos depois e passando o trono para o irmão; e D. Carlos I, também em Portugal, que virou rei em 1889 e foi assassinado (junto com seu primogênito) em 1908. No Brasil, os primogênitos da Casa Imperial foram enterrados no convento dos franciscanos, supostamente como uma forma de aplacar a maldição.

Fonte: Revista de História da Biblioteca Nacional

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Divulgação: "A Extraordinária História de Alexandre, O Grande"


"Um dos maiores generais do mundo e líder militar, Alexandre é um personagem quase lendário, em torno do qual circulam histórias desde sua morte há mais de dois milênios. Alexandre dominou a época em que viveu como general e rei, seu desejo insaciável de conquista, de percorrer o mundo, e seu gênio militar o levaram a conquistar metade do mundo conhecido até então.
Este livro começa com a ascensão da Macedônia. Durante o reinado do pai de Alexandre, Felipe II, a Macedônia teve poder hegemônico no mundo grego e foi a base das futuras vitórias do filho. Em seguida, a narrativa descreve o início da vida de Alexandre e de sua educação. O texto relata em detalhes o progresso militar extraordinário de Alexandre, desde de sua subida ao trono ao clímax das conquistas na Índia. O livro descreve também o que aconteceu com o enorme império de Alexandre após sua morte repentina e suas ligações  com pessoas famosas, entre elas os reis ptolomaicos, Aníbal e Cleópatra.


O livro descreve o poder do exército de Alexandre, assim como as armas, as tropas, o treinamento dos soldados, os navios e os equipamentos de guerra essenciais em suas campanhas. Uma narrativa fiel da estratégia e do poder político e militar no contexto da vida de alguns dos maiores soldados do mundo, de Filipe da Macedônia a Adriano.
Ricamente ilustrado, contém imagens de cerâmicas antigas, mosaicos, afrescos, mapas e descrições de estratégias militares, além de imagens expressivas da vida de Alexandre retratadas por artistas do Renascimento e mestres românticos. As fotografias dos lugares dos principais acontecimentos dão contexto histórico à narrativa. O conhecimento da Antiguidade aprofunda-se com esse relato minucioso e perspicaz de um dos períodos mais importantes da história do mundo."

SOBRE O AUTOR:
Nigel Rodgers é formado em História e História da Arte pela Universidade de Cambridge. Rodgers escreveu diversos livros sobre história, filosofia e arte. Entre suas mais recentes publicações destacam-se A Military History of Ancient Greece, The Art and Architecture of Ancient Greece, Rome: The Greatest Empire, The Roman Army e Roman Architecture. Também escreveu Incredible Optical Illusions (Simon and Schuster); Travaller’s Atlas – A Global Guide to Places You Must See in your Lifetime (Apple Press); Churchill e Hitler (Hodder); e em coautoria com Mel Thompson, Philosophers Behaving Badly (Peter Owen 2005) e Understand Existentialism (Teach Yoursel/Hodder). 

Saiba mais: www.mbooks.com.br

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

"Mein Kampf poderá ser reeditada em todo o mundo"


Há 68 anos, fracassava o atentado contra Hitler


Obra de Hitler “Minha Luta” cai no domínio público, reedições preocupam Europa

Criado em 01/01/16 17h53 e atualizado em 01/01/16 17h58
Por Agência Lusa
Berlim – A obra panfletária de Adolf Hitler “Mein Kampf” (Minha Luta) poderá a partir de sexta-feira ser livremente reeditada em todo o mundo, uma perspetiva que está a causar preocupação na Europa, 70 anos após o fim da Segunda Guerra Mundial.
Hoje, nos termos da legislação alemã, entram no domínio público os direitos de “A Minha Luta”, uma das mais controversas obras da história do Ocidente, o único livro escrito pelo ditador nazi, que o ditou ao seu fiel secretário, Rudolf Hess, em 1923, na prisão de Landsberg, na Baviera, enquanto cumpria uma pena de prisão de cinco anos por traição, após o golpe falhado de Munique.
Tornam-se, assim, propriedade de toda a humanidade, depois de detidos, desde 1945, pelo estado regional da Baviera, ao qual as forças de ocupação norte-americanas entregaram o controlo da principal editora nazi e que durante sete décadas recusou a republicação do manifesto antissemita, por respeito às vítimas dos nazis e para impedir qualquer incitamento ao ódio, embora a posse e a venda da obra não fossem penalizadas pela lei alemã, existindo mesmo exemplares em bibliotecas universitárias.
Em muitos países onde a obra que teoriza a ideologia nacional-socialista e o desejo de eliminação dos judeus já se encontrava disponível, o fim dos direitos de autor não alterará substancialmente a situação.
No Brasil e na Índia, por exemplo, o livro está já há muito tempo amplamente divulgado e, nos países árabes, “Mein Kampf” encontra-se facilmente, ao passo que na Turquia atingiu um novo recorde de popularidade: mais de 30.000 exemplares foram vendidos desde 2004.
Nos Estados Unidos, não é proibido, no Japão existe até uma versão “manga”, e foi igualmente publicado depois do fim do comunismo em alguns países da Europa de Leste.
Está ainda disponível na internet, nomeadamente em sites salafistas que utilizam, na maior parte dos casos, traduções piratas.
Todavia, a entrada da obra fundadora do Terceiro Reich no domínio público constitui, sobretudo na Europa, e particularmente na Alemanha, onde 12,4 milhões de exemplares foram vendidos até 1945, um momento altamente sensível.
“Com o fim dos direitos de autor, é muito grande o perigo de essa porcaria ser ainda mais disponibilizada no mercado”, disse o presidente da comunidade judaica da Alemanha, Josef Schuster, mostrando-se preocupado.
Segundo o responsável, “a obra de propaganda antissemita deveria continuar proibida”.
Iniciou-se um debate para saber se é apropriado reeditar a volumosa obra de 800 páginas, e os candidatos não estão propriamente a atropelar-se.
Tanto na Alemanha quanto em países que estiveram sob ocupação nazi, como a Áustria e a Holanda, continuará a partir de hoje proibida a publicação simples do texto integral, sob pena de acusação judicial por incitamento ao ódio racial.
Em contrapartida, serão agora possíveis na Alemanha reedições de versões comentadas e contextualizadas por historiadores, com objetivos pedagógicos, sete décadas após a derrota dos nazis.
O Instituto de História Contemporânea de Munique (IFZ) será o primeiro a optar por essa via, a 08 de janeiro, apesar do evidente desconforto das autoridades locais, que retiraram um projeto de subsídio.
Por 59 euros, esta edição crítica de 2.000 páginas em dois volumes, na qual investigadores estão a trabalhar desde 2009, colocará à disposição do público alemão a primeira reedição de sempre da obra panfletária do Führer.
A ideia é “desconstruir e contextualizar os escritos de Hitler: Como nasceram as suas teses? Quais eram os seus objetivos? E sobretudo: O que podemos nós contrapor, com os nossos conhecimentos de hoje, às inumeráveis afirmações, mentiras e declarações de intenções de Hitler?”, argumenta o instituto.
Para o jornalista Sven Felix Kellerhoff, autor de um livro sobre a história de “Mein Kampf”, a recusa das autoridades de permitir até agora a publicação desse manifesto do nacional-socialismo como Hitler o entendia contribuiu para fazer dele um mito.
A ministra da Educação alemã, Johanna Wanka, expressou o desejo de que o estudo da versão comentada de Munique seja integrado nos programas escolares “no âmbito da educação política” dos alunos – uma perspetiva que fez com que o presidente do maior sindicato de professores da Alemanha (VBE), Udo Beckmann, se insurgisse, classificando como “errada e completamente exagerada uma leitura obrigatória” do livro.
Por seu lado, Charlotte Knobloch, presidente da comunidade judaica de Munique e do norte da Baviera, advertiu que mesmo esta versão envolve alguns riscos, porque “contém o texto original”, e que “é do interesse de militantes da extrema-direita e islamitas propagarem tais ideias”.
Em França, cairá também um tabu: a editora Fayard tenciona publicar em 2016 uma versão anotada de “Mon Combat”, o título em francês, numa nova tradução.
“É um desastre”, de acordo com o presidente do Conselho Representativo das Instituições Judaicas (CRIF), Roger Cukierman, a quem preocupa que a obra possa tornar-se “um livro de cabeceira”.
Em Israel, a publicação da obra continua a ser proibida e tabu, e o fim dos direitos de autor não mudará nada.
Murray Greenfield, fundador da editora Gefen Publishing, especializada em História do Judaísmo, é categórico: “Nunca publicaria o livro, mesmo que me pagassem”.


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo

1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.
2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer – contextualize e sensibilize!
3. Não classifique o outro pela cor da pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.
4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apoie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente. Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada.
5. Não deixe de denunciar. Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa no conselho tutelar, nas ouvidorias dos serviços públicos, na OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.
6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.
7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.
8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.
9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.
10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.

Fotos: João Ripper e Manuela Cavadas – © UNICEF

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Vídeo recria de forma impressionante o terramoto de Lisboa em 1755.





É impossível esquecer o que se passou a 1 de novembro de 1755. Faz parte da história de Lisboa e nunca será esquecido. Um sismo de magnitude 8.5, com epicentro a cerca de 250 quilómetros da capital portuguesa, criou um tsunami que devastou a cidade, cerca de 90 minutos após o choque entre duas placas tectónicas no Oceano Atlântico.
Segundo o documentário que começou a ser transmitido na televisão portuguesa em abril, eram 9H30 quando o terramoto foi sentido e pouco depois das 11H00 quando as vagas do tsunami – com ondas de seis metros – atingiram Lisboa, destruindo quase por completo a cidade. Foi um dos sismos mais mortíferos da história, marcando o que alguns historiadores chamam a pré-história da Europa Moderna.
O canal americano Smithsonian Channel, da CBS, transmitiu a recriação da catástrofe que assolou Lisboa em vídeo em 2014, mas só agora se tornou viral. No vídeo, que já tem mais de 200 mil visualizações, é possível ver o efeito do sismo nas ruas da capital portuguesa e imaginar a força das ondas que varreram a cidade.
Uma ação da natureza que gerou uma série de acontecimentos trágicos detalhados nestes dois minutos:

domingo, 18 de outubro de 2015

Reformulação do currículo do ensino de História

Ensino de História no Brasil em xeque

Base Nacional Curricular Comum, que está em fase de consulta pública, elimina tópicos da era antiga, medieval e contemporânea, causando questionamentos de professores


O ensino de História no Brasil está na berlinda. As polêmicas em torno do conteúdo descrito na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que até dezembro está em fase de consulta pública, levaram historiadores a se mobilizarem para tentar melhorar o documento, que já foi inclusive criticado pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e pelo antecessor, Renato Janine Ribeiro. O ponto principal da discórdia é a “eliminação” de tópicos de história Antiga, Medieval e Moderna, para priorizar a história do Brasil, das Américas e da África. Além disso, a periodização cronológica dá lugar a temas.
A BNCC foi apresentada pelo MEC em 16 de setembro e foi formulada por uma equipe de 116 especialistas. Ela propõe ser uma “cartilha” para nortear e padronizar o ensino básico no Brasil. De acordo com o secretário de educação básica do ministério, Manuel Palácios, a base contempla cerca de 60% do conteúdo escolar. O restante seria definido localmente, levando em conta o contexto regional.
As críticas ao documento começam aí: “Como quantificar o que será conteúdo comum e livre?”, questiona Joseli Mendonça, professora da UFPR. Em relação ao ensino de fatos históricos, há outros questionamentos. A Associação Nacional de História (Anpuh) está promovendo discussões entre seus grupos de trabalho para formular um documento único a ser enviado ao MEC. “Queremos fazer algumas propostas e envolver mais os professores da rede básica. Até agora a discussão ficou centrada em pesquisadores e professores de universidades”, declarou Circe Bittencourt, que preside a seção paulista da Anpuh.
Ente os pontos de divergência está a composição da comissão responsável pela BNCC. Não há menção oficial sobre quem são os integrantes, tampouco o MEC informou os nomes. Segundo o ministério, o documento com as bases da proposta de mudanças no ensino está em consulta pública e pode sofrer alterações. Para Joseli, porém, as opiniões devem ser consideradas conforme a formação e experiência de cada um. “Colocam como um debate público, mas precisa ser qualificado. Todo mundo deve dar sugestão, mas é preciso identificar, saber quais são dos especialistas na área. Não está mobilizando as pessoas que estão pensando nisso há muito tempo”, avalia.
Fonte: Gazeta do Povo

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Efemérides Carangolenses (1827-1959)



O Historiador Rogério Carelli, Professor de História Contemporânea, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Carangola, publicou em 2002, o livro "EFEMÉRIDES CARANGOLENSES 1827 - 1959" Contendo 644 páginas, a obra cita 1633 fatos ocorridos na cidade e na região. Abrange a vida social, política, religiosa, econômica, esportiva e curiosidades locais. O livro é ilustrado com 42 fotografias, verdadeiras raridades históricas. A obra se destina para fonte de pesquisas de estudantes e os que cultivam a memória histórica do lugar, cuja nostalgia é própria do carangolense.
Humildemente, o blog História Pensante pretende trazer ao público em geral, especialmente aos interessados em História do Brasil, alguns registros interessantes e importantes, curiosos e até mesmos engraçados, sobre a história de Carangola e sua importância no cenário nacional. 
Seguindo a linha da obra Efemérides Carangolenses, pretendo reproduzir diariamente neste blog, os eventos que se sucederam em Carangola em outubro de 1930, mês que marca uma grande ruptura política em nosso país, o fim da República Velha, através de um movimento registrado nos livros de história como a Revolução de 30, o qual levou Getúlio Vargas ao poder. A priori não pretendo analisar nestes posts a importância, motivações e conseqüências do evento de 1930, o qual inclusive celebra seus 85 anos, pretendo apenas reproduzir os fatos como foram registrados. Tenham uma boa leitura, vale a pena.


Efemérides significam, em latim, "memorial diário", "calendário" (ephemèris,ìdis), ou, em grego, "de cada dia" (ephémerís,îdos). A palavra efêmero/a ("que dura um dia") tem a mesma etimologia.
Uma efeméride é um fato relevante escrito para ser lembrado ou comemorado em um certo dia, ou ainda uma sucessão cronológica de datas e de seus respectivos acontecimentos. Há a possibilidade de classificá-la de diversas formas, como, por exemplo, histórica, vexilológica ou hagiográfica.
Na forma plural, "efemérides", nomeadamente, "efemérides astronômicas" ou "efemérides monárquicas", é o termo usado por magos, astrônomos, astrólogos e monarcas para anunciar a tanto as ocorrências de alguns acontecimentos celestiais (eclipse, cometas) bem como escolher a posição dos astros para assinaturas e tratados imperiais tudo de acordo com a posição dos astros de cada dia, normalmente encontrados num conjunto de tabelas denominadas hoje efemérides astronômicas, que indicam a posição dos astros para cada dia do ano.  Fonte: Wikipedia

Veja também:

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