Mais um clipe musical que usa como tema a evolução do mundo, vídeo muito criativo e engraçado, que tenta contar a História com algumas pitadas de imaginação e humor. Vale a pena dar uma olhada. Vídeo indicado pelo amigo Gilberto, valeu !
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Divulgação: A História da Psicologia
Dos espíritos à psicoterapia: compreendendo a mente através dos tempos
O que o faz ser "você"? O que produz suas preferências e antipatias, medos e fantasias? O que o distingue dos outros e o faz semelhante a eles?
Durante milênios, as pessoas tentaram identificar a essência do espírito, da alma e da mente que caracteriza o homem e constitui sua identidade. As respostas abrangem um amplo campo da fisiologia à psicologia, a influência das experiências precoces e da educação.
O estudo da psicologia, que se originou da filosofia no século XIX, dedicou-se a responder perguntas referentes à formação da individualidade, ao processo de aprendizado e da razão, à discussão do conhecimento inato e da mente como uma página em branco, do livre-arbítrio e do equilíbrio da natureza e da educação na formação da personalidade.
As experiências no campo da psicologia frequentemente sondam as partes mais obscuras da mente: Quão cruéis podemos ser? Qual a importância de se adequar? O quanto a mente pode se iludir?
Neste livro, Anne Rooney reuniu os diversos elementos que constituem a história da psicologia, desde o pensamento da Grécia Antiga às descobertas da ressonância magnética. História da Psicologia é a narrativa da curiosidade do homem em conhecer a essência de sua unicidade.
SOBRE A AUTORA:
ANNE ROONEY é mestre e doutora pelo Trinity College, de Cambridge. Após lecionar nas universidades de Cambridge e York, decidiu dedicar-se à literatura. Seus livros abordam temas de história, filosofia da ciência e tecnologia. Anne Rooney vive em Cambridge e é membro do Royal Literary Fund no Newnham College, Cambridge.
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sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Dia do Historiador

LEI Nº 12.130, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009.
Institui o Dia Nacional do Historiador, a ser celebrado anualmente no dia 19 de agosto.
O VICE–PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o É instituído o Dia Nacional do Historiador, a ser celebrado anualmente no dia 19 de agosto.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
e escalpelar os mortos, as condecorações, as liturgias, as espadas, o espectro das fazendas submergidas,
o muro de pedra entre membros da família,
o ardido queixume das solteironas, os negócios de trapaça,
as ilusões jamais confirmadas
nem desfeitas.
Veio para contar o que não faz jus a ser glorificado e se deposita, grânulo, no poço vazio da memória. É importuno, sabe-se importuno e insiste, rancoroso, fiel.
Carlos Drummond de Andrade
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Curiosidades sobre a Teoria da Evolução.
Se o homem veio do macaco, por que ainda existem macacos?
por Diogo Antonio Rodriguez
"Porque, na verdade, não evoluímos do macaco atual, e sim de um antepassado em comum", explica Neuza Reja Wille de Lima, professora de biologia evolutiva da Universidade Federal Fluminense. Ainda não se sabe exatamente como era esse primata ancestral, apelidado na cultura pop de "elo perdido". Apenas que ele existiu há 80 milhões de anos e que, a partir dele, seguindo a teoria da seleção natural de Charles Darwin (1809-1882), desenvolveram-se paralelamente o ser humano e todos os macacos que conhecemos. Assim como o homem, os macacos sofreram uma série de evoluções para chegar às espécies atuais.
Cada macaco no seu galho
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Conheça algumas espécies na evolução dos primatas
A árvore da vida
Este esquema, utilizado na biologia, se chama árvore filogenética. Ele simplifica* o processo evolutivo de uma ou mais espécies. Cada bifurcação na linha indica um momento (nem sempre definido com precisão pela ciência) em que indivíduos de uma espécie sofreram uma mutação e, ao longo de milhares de anos, acabaram gerando outra espécie distinta.
Tatatatatataravô
O Dryopithecus foi um gênero de primatas que viveu há 26 milhões de anos e originou tanto hominídeos (antepassados do ser humano atual) quanto macacos. Tinha dentes caninos maiores do que os do homem, mas menores do que os de outros primatas. Seus membros eram mais curtos e o crânio menos desenvolvido que o dos macacos atuais. Habitava florestas na África.
O impostor
Provavelmente parecido com o orangotango, o Ramapithecus existiu entre 16 e 5 milhões de anos atrás. Só foi identificado nos anos 60, apesar de seus fósseis terem sido encontrados em 1932, na Índia. Por causa dos dentes pequenos, pensou-se que era uma espécie de "transição" entre homens e macacos. Mas essa distinção só ocorreu entre 6 e 8 milhões de anos atrás.
Quase humanos
O Australopithecus é, provavelmente, o parente mais próximo dos humanos atuais. Esse gênero de hominídeo englobava diversas espécies que viveram entre 5 milhões e 11 mil anos atrás. Como nós, andavam em duas pernas e tinham caninos pequenos, mas eram baixos (1,50 m) e seu cérebro era menor. O fóssil mais famoso se chama Lucy e foi achado na Etiópia, em 1974.
Segunda divisão
Por algumas décadas, cientistas achavam que o Homo neanderthalensis (acima) também era um Homo sapiens. Após pesquisas, ele foi reclassificado como outro tipo de hominídeo, que conviveu com o sapiens (e, suspeita-se, até cruzou com ele). Era baixo (1,64 m, em média), com rosto anguloso e comprido e um grande nariz. Surgiu há 300 mil anos, na Europa e na Ásia.
Enfim, nós
O Homo sapiens (homem sábio, em latim) foi a única espécie de hominídeos que não se extinguiu. Sim, somos nós! Os "sabichões" surgiram há cerca de 300 mil anos e consolidaram os traços físicos atuais há 50 mil anos. Têm o cérebro altamente desenvolvido, andam em duas pernas, têm dentes pequenos, adoram bacon e ainda não compreendem as mulheres.
Nossos brothers
Há muitas evidências de que compartilhamos um ancestral com os macacos. Por exemplo, os chimpanzés africanos têm a mesma disposição de órgãos internos, o mesmo número de ossos e quase a mesma configuração genética que o homem (98% de semelhança). E, claro, o polegar opositor, que permite segurar objetos com precisão e transformá-los em ferramentas.
*Esta é uma árvore filogenética resumida, porque não inclui todas as espécies de primatas conhecidas
Fonte Livros A Origem das Espécies, de Charles Darwin, e Biologia para Leigos, de Donna Rae Sigfried; sites Encyclopedia Britannica, Revista Pesquisa Fapesp, PBS, BBC,Universidade de Berkeley e Smithsonian Natural History Museum
Consultoria Marcus Aguiar, pesquisador do Instituto de Física da Unicamp, Ayana B. Martins, pesquisadora do Instituto de Biociências da USP
Fonte: Revista Mundo Estranho
Fonte: Revista Mundo Estranho
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sábado, 13 de agosto de 2016
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
A evolução do movimento
Clique na imagem abaixo e descubra os meios utilizados pelo homem para se locomover em toda sua História.
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Por que estudar História?
Laura de Mello e Souza é professora
titular de História Moderna da Universidade de São Paulo. É autora de O
Diabo e A Terra de Santa Cruz (1986) e O Sol e a Sombra (2006), entre
outros livros. Organizou e foi co-autora do primeiro volume de A
História da Vida Privada no Brasil.
Para responder esta pergunta, a primeira frase que me ocorre é a
resposta clássica dada pelo grande Marc Bloch a seu neto, quando o
menino lhe perguntou para que servia a História e ele disse que, pelo
menos, servia para divertir. Após 35 anos de vida profissional efetiva,
como pesquisadora durante seis anos e, desde então – 29 anos – também
como docente na Universidade de São Paulo, considero que a diversão é
essencial, entendida no sentido de prazer pessoal: a melhor coisa do
mundo é fazer algo que gostamos de fato, e eu sempre adorei História,
sempre foi minha matéria preferida na escola, junto com as línguas em
geral, sobretudo italiano e português, e sempre mais a literatura que a
gramática.
Mas a História é, tenho certeza disso, uma forma de conhecimento
essencial para o entendimento de tudo quanto diz respeito ao que somos,
aos homens. Os humanistas do renascimento diziam que tudo o que era
humano lhes interessava. A História é a essência de um conhecimento
secularizado, toda reflexão sobre o destino humano passa, de uma forma
ou de outra, pela História. Sociologia, Antropologia, Psicologia,
Política, todas essas disciplinas têm de se reportar à História
incessantemente, e com tal intensidade que o historiador francês Paul
Veyne afirmou, com boa dose de provocação, que como tudo era História, a
História não existia (em Como escrever a História). Quando os homens da
primeira Época Moderna começaram a enfrentar para valer a questão de
uma história secular, que pudesse reconstruir o passado humano
independente da história da criação – dos livros sagrados, sobretudo da
Bíblia – eles desenvolveram a erudição e a preocupação com os detalhes,
os fatos, os vestígios humanos – as escavações arqueológicas, por
exemplo – e criaram as bases dos procedimentos que até hoje norteiam os
historiadores. Mesmo que hoje os historiadores sejam descrentes quanto à
possibilidade de reconstruir o passado tal como ele foi, qualquer
historiador responsável procura compreender o passado do modo mais
cuidadoso e acurado possível, prestando atenção aos filtros que se
interpõem entre ele, historiador, e o passado. Qualquer historiador
digno do nome busca, como aprendi com meu mestre Fernando Novais,
compreender, mesmo se por meio de aproximações. Compreender importa
muito mais do que arquitetar explicações engenhosas ou espetaculares, e
que podem ser datadas, pois cada geração almeja se afirmar com relação
às anteriores ancorando-se numa pseudo-originalidade.
Sem querer provocar meus companheiros das outras humanidades, eu diria
que a Antropologia nasce a partir da História, e porque os homens dos
séculos XVI, XVII e XVIII começaram a perceber que os povos tinham
costumes diferentes uns dos outros, e que esses costumes deviam ser
entendidos nas suas peculiaridades sem serem julgados aprioristicamente.
É justamente a partir desse conhecimento específico que os observadores
podem estabelecer relações gerais comparativas e tecer considerações,
enveredar por reflexões mais abstratas. Portanto, a História permite
lidar com as duas pontas do fio que possibilita a compreensão do que é
humano: o particular e o geral.
A História é fundamental para o pleno exercício da cidadania. Se
conhecermos nosso passado, remoto e recente, teremos melhores condições
de refletir sobre nosso destino coletivo e de tomar decisões. Quando
dizemos que tal povo não tem memória – dizemos isso frequentemente de
nós mesmos, brasileiros – estamos, a meu ver, querendo dizer que não nos
lembramos da nossa história, do que aconteceu, por que aconteceu, e daí
escolhermos nossos representantes de modo um tanto irrefletido – na
história recente do país, o caso de meu estado e de minha cidade são
patéticos - de nos sentirmos livres para demolirmos monumentos
significativos, fazermos uma avenida suspensa que atravessa um dos
trechos mais eloquentes, em termos históricos, da cidade do Rio de
Janeiro, o coração da administração colonial a partir de 1763, o palácio
dos vice-reis. Quando olho para a cidade onde nasci, onde vivo e que
amo profundamente fico perplexa com a destruição sistemática do passado
histórico dela, que foi fundada em 1554 e é dos mais antigos centros
urbanos da América: refiro-me a São Paulo. Se administradores e elites
econômicas tivessem maior consciência histórica talvez São Paulo pudesse
ter um centro antigo como o de cidades mais recentes que ela – Boston,
Quebec, até Washington, para falar das cidades grandes, que são mais
difíceis de preservar.
Não acho que se toda a humanidade fosse alimentada desde o berço com
doses maciças de conhecimento histórico o mundo poderia estar muito
melhor do que está. Mas a falta do conhecimento histórico é, a meu ver,
uma limitação grave e, no limite, desumanizadora. Acho interessante o
fato de muitas pesquisas indicarem que, excluindo os historiadores,
obviamente, o segmento profissional mais interessado em História é o dos
médicos. Justamente os médicos, que lidam com pessoas doentes, frágeis e
amedrontadas diante da falibilidade de seu corpo e da inexorabilidade
do destino humano. E que têm que reconstituir a história da vida
daquelas pessoas, com base na anamnese, para poder ajudá-las a enfrentar
seus percalços. Carlo Ginzburg escreveu um ensaio verdadeiramente
genial, sobre as afinidades do conhecimento médico e do conhecimento
histórico, ambos assentados num paradigma indiciário (refiro-me ao
ensaio “Sinais – raízes de um paradigma indiciário”, que faz parte do
livro Mitos – emblemas – sinais). Portanto, volto ao início, à diversão,
e acrescento: o conhecimento histórico humaniza no sentido mais amplo,
porque ajuda a enxergar os outros homens, a enfrentar a própria condição
humana.
Fonte: A Folha de Gragoatá
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quarta-feira, 10 de agosto de 2016
A História da cerveja no Brasil
Infográfico mostra a história da cerveja no Brasil do início até a popularização
Entre expulsão dos holandeses, produções artesanais, fusões e até fuga da Família Real, entenda como a bebida se estabeleceu e virou paixão nacional.
Fonte: G1
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Museu Imperial lança Projeto História nas mãos.
O Museu Imperial lança o projeto HISTÓRIA NAS MÃOS no dia 5 de agosto, com a disponibilização de informações sobre ambientes e peças dispostas ao longo do circuito de exposição permanente do Museu Imperial. Essa iniciativa conta com o apoio da Sociedade de Amigos do Museu Imperial – SAMI.
O aplicativo estará disponível para os sistemas Android e iOS, que o interessado poderá baixar através do seu celular antes da visita, ou se preferir, fazê-lo com um pouco mais de antecedência, pelo site do Museu utilizando o link www.museuimperial.gov.br/app e assim realizar sua visita ao Palácio Imperial de Petrópolis de forma independente. O visitante deverá aproximar seu smartphone do código que estará afixado na sala de interesse para obter imagens, textos e demais informações sobre os ambientes e peças que pertenceram à Família Imperial Brasileira. Disponível em dois idiomas: português e inglês, a ferramenta visa atender, igualmente, ao público com necessidades especiais: de audição e de visão.
QR Code – É um código de barras que pode ser escaneado através de um celular equipado por câmera. No caso do Museu Imperial, o visitante poderá obter maiores informações sobre 20 ambientes desejados.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2016
terça-feira, 2 de agosto de 2016
Zumbi dos Palmares em quadrinhos
A história de Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, contada em forma de história em quadrinhos como nunca antes se viu. O Quilombo dos Palmares, localizado na Capitania de Pernambuco, atual região de União dos Palmares, Alagoas, era uma comunidade, um reino formado por escravos negros que haviam escapado das fazendas, prisões e senzalas brasileiras. Ele ocupava uma área próxima ao tamanho de Portugal. Naquele momento sua população alcançava por volta de trinta mil pessoas. Confira a história completa:http://goo.gl/3nc46w
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segunda-feira, 1 de agosto de 2016
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Bucéfalo, o cavalo de Alexandre
"Aos 12 anos, Alexandre iniciou um dos principais relacionamentos de sua vida, com um cavalo. O amigo Demarato ofereceu a Felipe um enorme garanhão preto por 13 talentos, mais de três vezes a quantia já paga por um cavalo. Felipe deu ordens para levarem o cavalo, mas o animal empinou e recuou, recusando-se a obedecer. Felipe estava preste a desistir de comprá-lo, quando Alexandre se ofereceu para domar o garanhão. Alexandre segurou-o pelo cabresto, lhe fez uma carícia e o acalmou. Em seguida, montou o cavalo e partiu a galope diante do aplauso geral. Felipe disse orgulhoso que a Macedônia nunca conseguiria reprimir um menino como ele. Ou assim conta a história. Alexandre percebera que o cavalo tinha medo de sua sombra. ao virar sua cabeça em direção ao sol, ele superou o medo do cavalo.
Alexandre batizou-o de Bucéfalo, por causa da "cabeça semelhante à de um boi", com uma marca branca. Bucéfalo foi amigo inseparável de Alexandre e o acompanhou nas campanhas pelo mundo distante. Alexandre montou-o em todas as principais batalhas e ensinou-o a se ajoelhar à sua frente, mesmo com a armadura. Quando as tribos das montanhas perto do Mar Cáspio raptaram o cavalo, a raiva de Alexandre foi tão terrível que elas o devolveram imediatamente.
Alexandre Montou pela última vez em Bucéfalo na batalha contra o rajá indiano Poro em 326 a.C. Logo depois Bucéfalo morreu em razão da idade avançada, talvez com 30 anos. (Os gregos não sabiam calcular a idade de um cavalo pelos dente, um método padrão.) Alexandre homenageou seu adorado garanhão com a fundação da cidade de Bucéfala no norte do atual Paquistão."
Fonte: RODGERS, Nigel - A Extraordinária História de Alexandre, o Grande; São Paulo - 2015 - M. Books do Brasil Editora Ltda.
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quinta-feira, 14 de julho de 2016
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Dia mundial do Rock

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.
Foi transimtido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof oragnizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.
Desde então o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.
Clique na imagem abaixo e vejo um infográfico da História do Rock
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sábado, 9 de julho de 2016
Documentário - Menino 23
SÃO PAULO (Reuters) - Apoiado numa pesquisa de doutorado do historiador Sidney Aguilar Filho, o documentário de Belisário Franca, “Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil”, denuncia uma clandestina experiência de virtual escravização de um grupo de 50 garotos negros e órfãos, retirados em meados dos anos 1930 de um orfanato carioca (Romão de Mattos Duarte), para uma fazenda no interior paulista, em Campina do Monte Alegre.
O criminoso experimento de limpeza étnico-social estava enraizado numa política eugenista, que acontecia no Brasil no contexto internacional de crescimento do nazismo e do fascismo, que no país se expressava também pela vertente integralista.
Tijolos com a suástica, aliás, ainda hoje podem ser encontrados nas imediações da fazenda, então de propriedade da família Rocha Miranda – cujos integrantes foram procurados mas não quiseram manifestar-se no filme. De todo modo, as provas mais evidentes são mesmo os documentos do orfanato, que contêm os nomes dos garotos – todos entregues aos cuidados de um único tutor, da família Rocha Miranda – e mais ainda os relatos em primeira pessoa de dois sobreviventes, Aloísio Silva e Argemiro Santos, ambos nonagenários, e da família de um terceiro, José Alves de Almeida, que era chamado de “Dois”.
Ser chamado por um número – como acontecia aos prisioneiros de campos de concentração -, aliás, era a regra. O próprio sr. Aloísio era o “23” que dá título ao documentário. É dele o depoimento mais doloroso sobre os tempos passados na fazenda, em que os garotos eram submetidos a uma estafante rotina diária, que incluía trabalho na roça e com animais, sem recebimento de qualquer remuneração, banhos frios, castigos físicos e nenhum contato externo. Qualquer semelhança com uma prisão, portanto, não era mera coincidência. Era uma experiência de aguda desumanização, cujos efeitos se fazem sentir até hoje nestes sobreviventes e mesmo em seus familiares.
A primeira pista da história surgiu, justamente, quando uma das alunas de Sidney Aguilar lhe trouxe um dos tijolos com a suástica – um símbolo que aparecia também no gado da fazenda, marcado com ele, como se descobriu em imagens da época. O contato com o cineasta Belisário Franca deu-se bem depois, quando o historiador pesquisava para o seu doutorado e já havia descoberto o sr. Aloísio, na época com 89 anos, o que deu a medida da urgência de filmá-lo.
No decorrer da produção do filme, que durou mais de quatro anos, a primeira providência foi foi filmar esses sobreviventes – o sr. Argemiro, localizado depois, também contava 89 anos. Depois disso é que foram realizadas outras pesquisas que permitiram, como o diretor pretendia, dar mais consistência e contexto à espantosa história.
A contextualização é bem realizada no documentário, que recorre a imagens da época, bem como a pesquisas dando conta de que a Constituição de 1934 continha até mesmo um artigo eugenista (o de número 138).
O planejado encontro entre os sobreviventes Aloísio (que morreu depois do filme) e Argemiro acabou não acontecendo devido a dificuldades extremas de locomoção de Argemiro, um ex-marinheiro residente em Foz do Iguaçu.
(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
Fonte: Reuters
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segunda-feira, 4 de julho de 2016
Vestuário e higiene no Brasil colônia.
Da imposição de vestuário europeu a populações habituadas à pura nudez ou a cobrirem-se apenas o bastante para lhes decorar o corpo ou protegê-lo do sol, do frio ou dos insetos conhecem-se hoje os imediatos e profundos efeitos disgênicos. Atribui-se ao seu uso forçado influência não pequena no desenvolvimento das doenças da pele e dos pulmões que tanto concorrem para dizimar populações selvagens logo depois de submetidas ao domínio dos "civilizados"; doenças que no Brasil dos séculos XVI e XVII foram terríveis.
O vestuário imposto aos indígenas pelos missionários europeus vem afetar neles noções tradicionais de moral e higiene, difíceis de se substituírem por novas. É assim que se observa a tendência, em muitos dos indivíduos de tribos acostumados à nudez, para só se desfazerem da roupa européia quando esta só falta largar de podre ou de suja. Entretanto são povos de um asseio corporal e até de uma moral sexual às vezes superior à daqueles que o pudor cristão faz cobrirem-se de pesadas vestes.
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| Banhos públicos romanos. Pompeianas no Frigidarium, pintado por Pedro Weingartner 1897. |
Pela Europa os banhos à romana, ou de rio, às vezes promíscuos, contra os quais por muito tempo a voz da Igreja clamara em vão, haviam cessado quase de todo, depois das Cruzadas e dos contatos comerciais mais íntimos com o Oriente. O europeu se contagiara de sífilis e de outras doenças, transmissíveis e repugnantes. Daí resultara o medo ao banho e o horror à nudez.
Em contraste com tudo isso é que surpreendeu aos primeiros portugueses e franceses chegados nesta parte da América um povo ao que parece sem mancha de sífilis na pele; e cuja maior delícia era o banho de rio. Que se lavava constantemente da cabeça aos pés; que se conservava em asseada nudez; que fazia uso de folhas de árvores, como os europeus ainda mais limpos de toalhas de enxugar as mãos e de panos de limpar menino novo; que ia lavar no rio a sua roupa suja, isto é, as redes de algodão - trabalho esse, a cargo dos homens.
Adaptado de: FREYRE, Gilberto, Casa-grande e senzala, São Paulo, Circulo do Livro, p. 143-7. 1. ed., 1933.
Leia também: http://www.fatoscuriososdahistoria.com/2016/06/habitos-higiene-brasileiros.html
segunda-feira, 20 de junho de 2016
sábado, 4 de junho de 2016
HISTORY estreia a superprodução "Gigantes do Brasil"
Primeira produção original brasileira do History Channel, a minissérie Gigantes do Brasil estreia neste sábado, às 21h45, para contar a trajetória de quatro empreendedores que trabalharam para mudar o país: Francesco Matarazzo, Percival Farquhar, Giuseppe Martinelli e Guilherme Guinle. Cada episódio concentra-se na história de cada um.
Desenvolvida pela Boutique Filmes, a trama se passa no fim do século 19 e metade do século 20. Com quatro capítulos, retoma a transformação de um Brasil rural em uma nação industrializada. Na série, o agricultor italiano Matarazzo desembarca no país, quando conhece Percival, Martinelli e Guinle. Uma das histórias narradas não consta em biografias, como a briga entre Martinelli e o filho de Matarazzo.
A equipe da produção se concentrou em uma pesquisa histórica para a elaboração do roteiro, com acervo de jornais italianos e livros, e composição do cenário e caracterização dos personagens. Também houve entrevistas com familiares dos homens de negócios. Gigantes do Brasil relembra o surgimento das primeiras indústrias e as estradas de ferro, a navegação e a urbanização das cidades e a exploração do petróleo.
O formato mistura linguagem narrativa biográfica com depoimentos de historiadores e empresários da indústria nacional, a exemplo de Luiza Trajano (Magazine Luiza). Apesar de curta, o History não economizou no investimento da série: foram 228 horas de gravação, em mais de 50 locações, com 99 atores e 422 figurantes. No elenco, Tadeu Di Pietro (Matarazzo), Renan Paini (Matarazzo jovem), Alexandre Barros (Farquhar), Fernando Nitsch (Martinelli) e Ricardo Monastero (Guinle).
Fonte: Diário de Pernambuco
Acesse também: http://seuhistory.com/microsite/gigantes-do-brasil/home
quarta-feira, 11 de maio de 2016
O funcionamento de uma Câmara de gás da Segunda Guerra Mundial.
Nos campos de concentração nazistas, oficiais alemães trancavam prisioneiros em salas que eram infestadas de pesticida. As câmaras não foram o primeiro método de extermínio em massa usado pela Alemanha. Até 1941, oficiais da SS (a polícia militar de Hitler) eliminavam pequenos grupos de prisioneiros em caminhões de transporte, trancando-os em caçambas seladas que recebiam monóxido de carbono do escapamento. A técnica foi adaptada a salas trancadas e logo a fumaça de caminhão foi trocada por pesticida, mais barato e eficiente. A primeira aplicação em humanos rolou em agosto de 1941. As vítimas foram um grupo de prisioneiros russos. Para não serem acusados de crime de guerra, os alemães deixaram de enterrar os corpos em valas comuns e passaram a queimá-los.
por Danilo Cezar Cabral
INDÚSTRIA DA MORTE
O extermínio nas câmaras de gás era rápido, eficiente e não deixava vestígios.
Último banho
Idosos, crianças, pessoas doentes ou com limitações físicas não serviam para o trabalho nos campos de concentração e eram encaminhados para execução. A fim de evitar o pânico, soldados e médicos diziam aos prisioneiros que eles passariam por um banho e receberiam roupas limpas para se juntar a amigos e familiars
Terrível contra os humanos
O Zyklon B era usado principalmente para eliminar piolhos e insetos dos presos. Em Auschwitz, o maior campo de concentração nazista, apenas 5% da remessa do produto era usada nas câmaras de gás. Para não desesperar as vítimas, o veneno foi manipulado quimicamente para não emitir odor Dando um gás Equipamentos para ativação e exaustão do gás eram instalados em salas ao lado das câmaras. O Zyklon era colocado em um compartimento de metal para ser aquecido e gerar vapor. Após 30 minutos de queima, com todos nas câmaras já mortos, os exaustores sugavam o gás, permitindo a retirada dos corpos
Agonia coletiva
As câmaras de Auschwitz comportavam 800 pessoas – se houvesse lotação, quem sobrava era executado a tiros na hora. Quando o veneno começava a fazer efeito, as pessoas se distanciavam das saídas de gás e se amontoavam nas portas. Crianças e idosos eram esmagados por causa do pânico geral
Nuvem letal
O gás venenoso, baseado em cianeto de hidrogênio, interferia na respiração celular, tornando as vítimas carentes de oxigênio. O resultado era morte por sufocamento após crises convulsivas, sangramento e perda das funções fisiológicas. A morte era lenta e dolorida. Em média, da inalação ao óbito, o processo durava 20 minutos
De volta ao pó
Os sonderkommando limpavam as câmaras. Eles verificavam a arcada dentária, em busca de dentes de ouro e objetos de valor, como joias escondidas na boca das vítimas. Depois, queimavam os corpos em fornos gigantes para eliminar qualquer vestígio do processo de extermínio
A arquitetura da destruição
As câmaras, geralmente construídas no subsolo, eram interligadas para facilitar o fluxo e a retirada dos corpos. Os sonderkommando, prisioneiros encarregados de auxiliar no processo de extermínio, ficavam alojados no mesmo piso das câmaras e isolados dos demais trabalhadores
Fontes:
Livros
Five Chimneys: The Story of Auschwitz, de Olga Lengyel; Eyewitness Auschwitz: Three years in the Gas Chambers, de Flip Müller; e Inside de GasChambers: Eight Months in the Sonderkommando of Auschwitz, de Shlomo Venezia.
Site: holocaustresearchproject.org
Fonte: Revista Mundo Estranho
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