Clique na imagem abaixo e conheça alguns segredos do Antigo Egito.
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5779 - Calendário hebraico - marca a criação do mundo calculada pelas genealogias na Bíblia.2771 - Anno urbis - da fundação de Roma.2019 - Ano astronômico, no qual 1 d.C. é o chamado ano 0.2561 - Ano budista, do nascimento de Sidarta Gautama, o Buda original.5120 - Ano hindu, pela contagem a partir do começo do Kali Yuga - A Era do Mal. A atual.1440 - Calendário islâmico, medido da Hégira, a fuga de Maomé de Meca para Medina.1735 - Calendário dos Mártires, ainda hoje usado pela Igreja Ortodoxa Copta do Egito.12018 - Calendário Holoceno, que conta desde o fim do Paleolítico e começo da civilização.
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| Trabalho infantil nas minas de carvão |

Filme: "Amistad" - 1997 - 148 min.: Costa de Cuba, 1839. Dezenas de escravos negros se libertam das correntes e assumem o comando do navio negreiro La Amistad. Eles sonham retornar para a África, mas desconhecem navegação e se vêem obrigados a confiar em dois tripulantes sobreviventes, que os enganam e fazem com que, após dois meses, sejam capturados por um navio americano, quando desordenadamente navegaram até a costa de Connecticut. Os africanos são inicialmente julgados pelo assassinato da tripulação, mas o caso toma vulto e o presidente americano Martin Van Buren (Nigel Hawthorn), que sonha ser reeleito, tenta a condenação dos escravos, pois agradaria aos estados do sul e também fortaleceria os laços com a Espanha, pois a jovem Rainha Isabella II (Anna Paquin) alega que tanto os escravos quanto o navio são seus e devem ser devolvidos. Mas os abolicionistas vencem, e no entanto o governo apela e a causa chega a Suprema Corte Americana. Este quadro faz o ex-presidente John Quincy Adams (Anthony Hopkins), um abolicionista não-assumido, sair da sua aposentadoria voluntária, para defender os africanos.
Filme: "Quanto vale ou é por quilo"? - 2005 - 110 min.: Uma analogia entre o antigo comércio de escravos e a atual exploração da miséria pelo marketing social, que forma uma solidariedade de fachada. No século XVII um capitão-do-mato captura um escrava fugitiva, que está grávida. Após entregá-la ao seu dono e receber sua recompensa, a escrava aborta o filho que espera. Nos dias atuais uma ONG implanta o projeto Informática na Periferia em uma comunidade carente. Arminda, que trabalha no projeto, descobre que os computadores comprados foram superfaturados e, por causa disto, precisa agora ser eliminada. Candinho, um jovem desempregado cuja esposa está grávida, torna-se matador de aluguel para conseguir dinheiro para sobreviver





"A crise provoca a mudança, que pode ser ‘boa’ ou ‘má’ para a humanidade. Algumas pessoas se adaptam aos momentos difíceis ou têm habilidades específicas que ajudam a fazer da crise algo positivo. Em muitas ocasiões críticas, como a situação econômica atual, há oportunidades que podem beneficiar alguns", afirma Lisa Rosner, professora de história da ciência da Universidade de Stockton (EUA), pesquisarora e autora de The Technological Fix: How People Use Technology to Create and Solve Problems ("O Conserto Tecnológico: Como as Pessoas Usam a Tecnologia para Criar e Resolver Problemas", sem tradução para o português).
Em tempos de crise, a História pode ser vista como uma das formas de resistência visando a continuidade e amadurecimento de nossa experiência democrática. O tema do XX Encontro Regional de História da ANPUH-MG, ocorrido em 2016, na Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) em Uberaba, Minas Gerais, já prenunciava o momento vivenciado pela nossa área do conhecimento quando abordou a "História em tempos de crise". Naquele encontro acadêmico, citou-se: "Crise política, ambiental, econômica, moral e epistemológica. Crise dos refugiados, dos paradigmas e das universidades. A Crise, esta filha direta da Modernidade apresenta-se na aurora do século XXI enquanto objeto sedento pela atenção da História. Cabe, então, transformá-la em algo para além do algoz que deseja nos manter cativo, e sim motor para análise, ações e criações".
Nos últimos anos, em quase todo o mundo, ganharam destaque as comemorações do Dia internacional da Mulher. Depois de milhares de anos em que a mulher permaneceu em posição familiar, social e profissional inferior à do homem, finalmente passaram a ser reconhecidas como iguais e parceiras do homem na direção de empresas, da família e até de países. A mulher deixou de ser valorizada apenas por suas funções de mãe, de responsável pelo lar e pela família, quanto ao conforto dentro de casa: passou a assumir postos de mando e de decisão, o que representa um grande progresso. Infelizmente, em muitos países da África e da Ásia, subsistem condições de desigualdade, e de humilhação, o mesmo acontecendo nas regiões pobres da América Latina, onde a mulher padece o peso de preconceitos, injustiças dentro de casa e das empresas, e sofre violências que começam já na infância. Essa repressão sexual e social ainda é um fato que devemos combater com vigor.