terça-feira, 18 de agosto de 2020
Publicada lei que regulamenta a profissão de historiador
O Diário Oficial da União publicou, nesta terça-feira (18), a Lei 14.038, de 2020, que regulamenta a profissão de historiador. Pelo texto, poderá ser historiador quem tem diploma de curso superior, mestrado ou doutorado em história; diploma de mestrado ou doutorado obtido em programa de pós-graduação reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com linha de pesquisa dedicada a história; e profissionais diplomados em outras áreas que comprovarem ter exercido a profissão por mais de cinco anos a contar do dia 17 de agosto, data de promulgação da lei.
A regulamentação da profissão só foi possível porque o Congresso derrubou o veto total (VET 10/2020) ao projeto original (PLS 368/2019) na sessão do último dia 12. O Ministério da Economia e a Advocacia-Geral da União recomendaram o veto por acreditar que o projeto, ao disciplinar a profissão de historiador com a imposição de requisitos e condicionantes, restringia “o livre exercício profissional” e feria o princípio constitucional que determina ser livre “a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

Atribuições
Entre as atribuições dos historiadores, o texto prevê o magistério da disciplina de história nas escolas de ensino fundamental e médio, desde que cumprida a exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394, de 1996) quanto à obrigatoriedade da licenciatura.
O profissional poderá ainda planejar, organizar, implantar e dirigir serviços de pesquisa histórica; assessorar, organizar, implantar e dirigir serviços de documentação e informação histórica; e elaborar pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre temas históricos.
Registro
Para o provimento e exercício de cargos, funções ou empregos de historiador, o projeto exige registro profissional junto à autoridade trabalhista competente. Já as entidades que prestam serviços em história deverão manter historiadores legalmente habilitados em seu quadro de pessoal ou em regime de contrato para prestação de serviços.
O projeto que originou a lei é de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS). Foi modificado pela Câmara, que introduziu a previsão de que o exercício da profissão de historiador deixará de ser privativo dos historiadores para se tornar apenas “assegurado” a esses profissionais, eliminando a possibilidade de reserva de mercado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
quarta-feira, 15 de julho de 2020
V Café Filosófico - "Vidas NEGRAS importam"
A organização vai disponibilizar a exibição Ao Vivo das rodas de conversa através do canal da escola no YouTube e, simultaneamente, pelo Facebook. Quem quiser poderá solicitar e receber certificação. Todas elas contam com especialistas na área e serão mediadas por professores da instituição.Para mais informações sobre o evento, acesse o site https://sites.google.com/view/escolaaltivo/
Fonte: https://www.portalesperafeliz.com.br/noticias/v-cafe-filosofico-da-e-e-altivo-leopoldino-de-souza/
quarta-feira, 24 de junho de 2020
POR QUE ESTUDAR HISTÓRIA?
Para responder esta pergunta, a primeira frase que me ocorre é a resposta clássica dada pelo grande Marc Bloch a seu neto, quando o menino lhe perguntou para que servia a História e ele disse que, pelo menos, servia para divertir. Após 45 anos de vida profissional efetiva, como pesquisadora durante seis anos e, desde então – 39 anos – também como docente do ensino universitário, considero que a diversão é essencial, entendida no sentido de prazer pessoal: a melhor coisa do mundo é fazer algo que gostamos de fato, e eu sempre adorei História, sempre foi minha matéria preferida na escola, junto com as línguas em geral.sábado, 20 de junho de 2020
Um pouco sobre homossexualidades na Colônia Portuguesa da América
| Jean-Baptiste Debret - Família de um chefe Camacã preparando-se para uma festa |
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Filmes e séries sobre o racismo nos Estados Unidos.

Green Book - O Guia: Dr. Don Shirley é um pianista afro-americano de renome mundial, prestes a embarcar em uma turnê pelo sul dos Estados Unidos, em 1962. Como precisa de um motorista e guarda-costas, Shirley recruta Tony Lip, um ítalo-americano fanfarrão do Bronx. Apesar de suas diferenças, os dois homens desenvolvem uma ligação inesperada ao enfrentar o racismo e os perigos de uma era de segregação racial.
Mississipi em Chamas: "Mississipi em Chamas" nos conta uma história verdadeira em que dois agentes do FBI, interpretados por Gene Hackman e Willem Dafoe, são enviados ao estado norte-americano do Mississipi para investigar o desaparecimento de três jovens engajados na luta pelos Direitos Civis (dois brancos e um negro).Em Infiltrado na Klan, que se passa em 1978, Ron Stallworth (John David Washington), um policial negro do Colorado, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Ele se comunicava com os outros membros do grupo através de telefonemas e cartas, quando precisava estar fisicamente presente enviava um outro policial branco no seu lugar. Depois de meses de investigação, Ron se tornou o líder da seita, sendo responsável por sabotar uma série de linchamentos e outros crimes de ódio orquestrados pelos racistas.
A outra história americana: Edward Norton (em atuação irrepreensível, foi indicado ao Oscar) interpreta Derek Vinyard, jovem de família abalada pela perda precoce do pai, um bombeiro, que ao tentar apagar um incêndio num bairro negro acabou sendo baleado por marginais. Dono de uma grande capacidade de convencimento das outras pessoas e de inteligência privilegiada, Derek é aliciado por Cameron (Stacy Keach) um notório neo-nazista investigado pela polícia local e pelo FBI, mas nunca incriminado.
Incitado em seu ódio aos negros e as minorias pela tragédia que abateu seu pai, Derek se torna uma referência para os jovens brancos e fracassados de seu bairro, que acompanham o crescimento de outros grupos étnicos em sua vizinhança (especialmente a comunidade negra, mas também os coreanos e os judeus). Passa então a comandar ações de depredação e espancamentos contra todos aqueles que, de acordo com o pensamento do grupo ao qual pertence, causam constrangimentos como o desemprego e o empobrecimento local, ou sejam as minorias.
Tempo de matar: Uma garota negra de apenas 9 anos de idade é estuprada por dois racistas brancos completamente bêbados. Em um ato desesperado deódio e vingança, seu pai mata os homens a tiros. Agora. Carl Lee Hailey (Samuel L. Jackson) irá a julgamento pelo assassinato de doiscidadãos brancos. É assim que a lei pretende tratar o caso. Para defendê-lo, Hailey conta com o corajoso Jake brigance (Matthew Mc Conaughey) e a idealista Ellen Roark (Sandra Bullock), dois jovensadvogados em busca da verdade. E poucos dias, o julgamento transforma-se em uma verdadeira batalha racial, onde a vida de todasas pessoas envolvidas com o caso está correndo perigo. O destino de um homem injustiçado está nas mãos de Jake e o tempo está se esgotando. A violenta batalha pode explodir a qualquer momento.Preto ou branco: O advogado Elliot Anderson (Kevin Costner) acaba de perder sua esposa em um acidente de carro. Os dois criavam, juntos, a neta Eloise (Jillian Estell), já que a mãe da menina morreu no parto. Enquanto luta com sua dor, ele recebe a visita inesperada da avó paterna da garota, Rowena (Octavia Spencer), que exige que a neta seja criada pelo pai, Reggie (Andre Holland), um viciado em drogas, cuja negligência faz Elliot culpá-lo pela morte de sua filha. Agora, os avôs de Eloise vão entrar em uma luta pela guarda dela.

O ódio que você semeia: Starr Carter (Amandla Stenberg) é uma adolescente negra de dezesseis anos que presencia o assassinato de Khalil, seu melhor amigo, por um policial branco. Ela é forçada a testemunhar no tribunal por ser a única pessoa presente na cena do crime. Mesmo sofrendo uma série de chantagens, ela está disposta a dizer a verdade pela honra de seu amigo, custe o que custar.

O sol é para todos: Tudo começa na pequena cidade sulista de Maycomb na época da depressão. Atticus (Gregory Peck) é um advogado simples que vive com seus dois filhos e sua empregada sem nenhum luxo, porém com muita dignidade. Os filhos de Atticus são obedientes, responsáveis e, principalmente, educados. Mesmo ainda pequenos, já aprenderam com o pai os princípios da justiça, do respeito e da igualdade. Aliás, as duas crianças promovem cenas de pura sensibilidade, além de grande valor e significação para uma melhor convivência. A relação entre pai e filhos é harmoniosa, terna, e ainda mais solidificada, já que Atticus é pai e mãe ao mesmo tempo.
Quando aceita defender o negro Tom Robinson (Brock Peters), acusado de estupro a uma moça branca, Atticus passa a sofrer o ódio e o racismo de alguns habitantes da cidadezinha, inconformados com a defesa do advogado. Ao mesmo tempo que leva o caso adiante, tenta proteger os filhos dos mesmos sentimentos de que é vítima sem nunca instigar ou promover a violência. No dia do julgamento, Atticus prova a inocência do réu, evidenciando a hipocrisia e o cinismo de tal acusação de caráter preconceituoso, uma vez que jamais ele deveria ter sido levado a julgamento, visto a falta de provas evidenciais. Ainda assim, o veredicto não envereda pelos caminhos da justiça e o desfecho da história é surpreendente.
As barreiras do amor: Lurene Hallette (Michelle Pfeiffer) é uma dona de casa de Dallas que direciona grande parte do seu tempo para saber o que a família Kennedy faz. Ela fica arrasada quando descobre que o presidente foi assassinado poucas horas depois de chegar na cidade onde ele estava. Apesar da proibição do seu marido, ela decide ir ao funeral e, na viagem de ônibus, ela conhece uma garotinha negra (Stephanie McFadden) que viaja com Paul Cater (Dennis Haysbert), o pai. Em dado momento ela acredita que se trata de um seqüestro e avisa o FBI. Quando entende que cometeu um grande erro, a polícia já está pronta para prender o "criminoso". Assim, decide acompanhar pai e filha para ajudá-los no que for possível para escapar do cerco que está se fazendo para capturá-los.Faça a coisa certa: Sal (Danny Aiello), um ítalo-americano, é dono de uma pizzaria em Bedford-Stuyvesant, Brooklyn, (lá também há um armazém cujos donos são coreanos). Com predominância de negros e latinos, é uma das áreas mais pobres de Nova York. Sal é um cara boa praça, que comanda a pizzaria juntamente com Vito (Richard Edson) e Pino (John Turturro), seus filhos, além de ser ajudado por Mookie (Spike Lee), um funcionário. Sal cultua decorar seu estabelecimento com fotografias de ídolos ítalo-americanos dos esportes e do cinema, o que desagrada sua freguesia. No dia mais quente do ano, Buggin' Out (Giancarlo Esposito), o ativista local, vai até lá para comer uma fatia de pizza e se desentende com Sal por não existirem negros na "Parede da Fama" dele. Sal retruca dizendo que esta parede é só para ítalo-americanos e se Buggin' Out quer ver fotos dos "irmãos" que abra sua própria pizzaria. Notando que não vê nenhum italiano para proteger Sal, Buggin passa o resto do dia tentando organizar um boicote contra a pizzaria. Este incidente trivial é o ponto de partida para um efeito dominó, que vai gerar vários problemas. Um desentendimento com Mookie o leva a enfrentar uma série de mal-entendidos, que resultam em pancadaria. A polícia chega ao local e acaba matando um dos fregueses, transformando a confusão em tragédia.
Quase Deuses: Nashville, 1930. Vivien Thomas (Mos Def) é um hábil marceneiro, que tinha um nome feminino pois sua mãe achava que teria uma menina e, quando veio um garoto, não quis mudar o nome escolhido. Eleé demitido quando chega a Grande Depressão, pois estavam dando preferência para quem tinha uma família para sustentar. A Depressão o atinge duplamente, pois sumiram as economias de 7 anos, que ele guardou com sacrifício para fazer a faculdade de medicina, pois o banco faliu. Thomas consegue emprego de faxineiro, trabalhando para Alfred Blalock (Alan Rickman), um médico pesquisador que logo descobre que ele tem uma inteligência privilegiada e que poderia ser melhor aproveitado. Blalock acaba se tornando o cirurgião-chefe na Universidade Johns Hopkins, onde está pesquisando novas técnicas para a cirurgia do coração. Os dois acabam fazendo um parceria incomum e às vezes conflitante, pois Thomas nem sempre era lembrado quando conseguiam criar uma técnica, já que não era médico.
A História de Ruby Bridges: New Orleans, 1960: embora o governo federal
garantisse o acesso dos negros às escolas de brancos, a realidade local
era outra. Ruby Bridges, uma menina de 6 anos, se destaca
intelectualmente e por isso uma associação procura os Bridges para que
ela seja uma das primeiras crianças negras a estudar numa tradicional
escola de brancos. Mesmo receosos, os pais autorizam, mas agentes
federais a acompanham, pois os protestos eram diários e o preconceito
estava até na escola. Sua sorte foi ter encontrado uma professora que a
protegia. A cor púrpura: Georgia, 1909. Em uma pequena cidade Celie (Whoopi Goldberg), uma jovem com apenas 14 anos que foi violentada pelo pai, se torna mãe de duas crianças. Além de perder a capacidade de procriar, Celie imediatamente é separada dos filhos e da única pessoa no mundo que a ama, sua irmã, e é doada a "Mister" (Danny Glover), que a trata simultaneamente como escrava e companheira. Grande parte da brutalidade de Mister provêm por alimentar uma forte paixão por Shug Avery (Margaret Avery), uma sensual cantora de blues. Celie fica muito solitária e compartilha sua tristeza em cartas (a única forma de manter a sanidade em um mundo onde poucos a ouvem), primeiramente com Deus e depois com a irmã Nettie (Akosua Busia), missionária na África. Mas quando Shug, aliada à forte Sofia (Oprah Winfrey), esposa de Harpo (Willard E. Pugh), filho de Mister, entram na sua vida, Celie revela seu espírito brilhante, ganhando consciência do seu valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece.
História cruzadas: Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter (Emma Stone) é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark (Viola Davis), a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.
12 anos de escravidão: 1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto, que vive
em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o
leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se
fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e
emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois
senhores, Ford (Benedict Cumberbatch) e Edwin Epps (Michael Fassbender),
que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.
Amistad: Costa de Cuba, 1839. Dezenas de escravos negros se libertam das
correntes e assumem o comando do navio negreiro La Amistad. Eles sonham
retornar para a África, mas desconhecem navegação e se vêem obrigados a
confiar em dois tripulantes sobreviventes, que os enganam e fazem com
que, após dois meses, sejam capturados por um navio americano, quando
desordenadamente navegaram até a costa de Connecticut. Os africanos são
inicialmente julgados pelo assassinato da tripulação, mas o caso toma
vulto e o presidente americano Martin Van Buren (Nigel Hawthorn), que
sonha ser reeleito, tenta a condenação dos escravos, pois agradaria aos
estados do sul e também fortaleceria os laços com a Espanha, pois a
jovem Rainha Isabella II (Anna Paquin) alega que tanto os escravos
quanto o navio são seus e devem ser devolvidos. Mas os abolicionistas
vencem, e no entanto o governo apela e a causa chega a Suprema Corte
Americana. Este quadro faz o ex-presidente John Quincy Adams (Anthony
Hopkins), um abolicionista não-assumido, sair da sua aposentadoria
voluntária, para defender os africanos.
Crash - No limite: Jean Cabot (Sandra Bullock) é a rica e mimada esposa de um promotor, em
uma cidade ao sul da Califórnia. Ela tem seu carro de luxo roubado por
dois assaltantes negros. O roubo culmina num acidente que acaba por
aproximar habitantes de diversas origens étnicas e classes sociais de
Los Angeles: um veterano policial racista, um detetive negro e seu irmão
traficante de drogas, um bem-sucedido diretor de cinema e sua esposa, e
um imigrante iraniano e sua filha.Um grito de liberdade: A história de uma amizade memorável entre dois homens inesquecíveis. A tensão e o terror da atualidade da África do Sul é poderosamente retratada neste emocionante filme realizado por Richard Attenborough, que nos conta a história de um ativista negro Stephen Biko (Denzel Washington) e de um editor liberal de um jornal branco que arrisca a sua própria vida para divulgar ao Mundo a mensagem de Biko. Depois de ter conhecimento dos verdadeiros horrores do Apartheid, através das descrições de Biko, o editor Donald Woods (Kevin Kline) descobre que o seu amigo foi silenciado pela polícia. Determinado a fazer ouvir a mensagem de Biko, Woods embarca numa perigosa aventura para escapar da África do Sul e divulgar ao mundo a impressionante história de coragem de Biko. A fascinante história mostra as facetas da humanidade nas suas vertentes mais terríveis e mais heróicas.

Se a rua Beale Falasse: Baseado no célebre romance de James Baldwin, o filme acompanha Tish (Kiki Layne), uma grávida do Harlem, que luta para livrar seu marido de uma acusação criminal injusta e de subtextos racistas a tempo de tê-lo em casa para o nascimento de seu bebê.
Loving: Richard (Joel Edgerton) e Mildred Loving (Ruth Negga), um casal interracial, são presos em junho de 1958 por terem se casado. Jogados na prisão e exilados do estado onde viviam, eles lutam pelo matrimônio e pelo direito de voltar para casa como uma família.
Atlanta (série): Earnest "Earn" Marks (Donald Glover) sai da faculdade para virar o agente da carreira de súbito sucesso de seu primo. Porém, os dois discordam em diversos âmbitos sobre a divisão entre arte e entretenimento no hip-hop. Além disso, ele terá que lidar com a mãe de seu filho e com o colaborador do primo.
Olhos que condenam (série): Cinco jovens negros do Harlem foram injustamente acusados de estuprarem uma mulher no Central Park.
Eles só foram inocentados em 2014, depois que evidências de DNA comprovaram que o grupo não estava conectado ao brutal crime contra Trisha Meili.





















