" História, o melhor alimento para quem tem fome de conhecimento" PPDias
Mostrando postagens com marcador Arte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Arte. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Jogos infantis

Quantas brincadeiras você consegue identificar nesta pintura?

No quadro “Jogos Infantis”, o flamengo Pieter Brueghel (1525?-1569) mostra cerca de 250 personagens participando de 84 brincadeiras, em 1560. Grande parte delas é conhecida ainda hoje.
É o caso da maria-cadeira,em que duas crianças trançam os braços para formar uma cadeira humana, usada para lançar um dos companheiros, após o canto de um versinho: “Onde vai, Maria Cadeira?/ Vai à casa do capitão,/ O capitão não está em casa,/ Joga Maria Cadeira no chão/ joga Maria Cadeira no chão...”.

De onde vêm as brincadeiras? Ninguém responde com certeza. Elas são universais e fazem parte da cultura popular _como a literatura oral, a música, a culinária.

Leia mais em: http://www1.folha.uol.com.br/fol/brasil500/brinca8.htm

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

“A Missão Artística Francesa e seus discípulos”, na Pinakotheke Cultural Rio

A Pinakotheke Cultural Rio apresenta, no dia 22 de setembro de 2016 para convidados e no dia seguinte para o público, a exposição “A Missão Artística Francesa e seus discípulos”, que comemora o bicentenário da chegada Missão Artística Francesa (1816-2016). Com curadoria de Maria Eduarda Marques e Max Perlingeiro, a mostra reúne pinturas, desenhosgravuras esculturas, documentos, além de peças de numismática. São obras raramente vistas, produzidas por artistas que integraram a Missão, seus discípulos e também de seu antecessor Nicolas Poussin (1594-1665), cuja pintura em óleo sobre tela “Himeneu travestido assistindo a uma dança em honra a Príapo, 1634-1638”, da coleção do MASPe pela primeira vez em exposição no Rio de Janeiro. 
Como sempre nas exposições da Pinakotheke Cultural, a mostra será acompanhada de uma publicação, com as imagens das obras e textos dos dois curadores, e ainda do filósofo, sociólogo e crítico francês Jacques Leenhardt, que recentemente publicou o livro “Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil – Jean-Baptiste Debret” (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo), resultado de mais de dez anos de pesquisa.

A vinda da Missão Francesa ao Brasil é o fato fundamental da história da pintura no século XIX
A vinda da Missão Francesa ao Brasil é o fato fundamental da história da pintura no século XIX

A vinda da Missão Francesa ao Brasil é o fato fundamental da história da pintura no século XIX. A corte portuguesa, fugindo à invasão das tropas francesas de Napoleão, sob o comando do general Jean-Andoche Junot (1771-1813), aportou na Bahia no início de 1808, transferindo-se em seguida para o Rio de Janeiro. O fato é que a “Missão Francesa” – o grupo de artistas e artífices reunidos por seu líder Joachim Lebreton (1760-1819) – chegou ao Rio de Janeiro a bordo do brigue de três mastros “Calpe”, de bandeira norte-americana, na data de 20 de março de 1816
Um dos destaques da mostra é o quadro de Nicolas Poussin (1594-1665), um dos mestres da pintura francesa, que pertenceu à família real espanhola. O painel de grandes dimensões dacoleção MASP, que mede 167cm x 376cm, será exposto pela primeira vez no Rio de Janeiro. A grande surpresa do processo da restauração foi a aparição de um falo ereto na figura central do quadro, o “deus Príapo”, da fecundidade e dos jardins, que sofreu, em séculos anteriores, "repinte de pudor". A tela “Himeneu travestido assistindo a uma dança em honra a Príapo” mostra o deus grego do casamento, vestido de mulher, em uma dança para Príapo, que costuma ser representado com o falo em perpétua ereção. Sua pintura repercutiu nos pintores neoclássicos dos séculos XVII ao XIX. Considerado fundador do classicismo francês, Poussin influenciou todo o classicismo europeu, em especial a arte de Jacques Louis David, que adotou o rigor formal de suas composições. David acrescentou o sentido da virtude revolucionária ao ideal clássico de Poussin. Os artistas franceses que integraram a chamada “Missão Artística” de 1816, formados nos cânones do neoclássico, e contemporâneos de David, eram filiados à arte de Poussin, que lhes serviu de referência estética. 
Pintura de Debret que retrata chefe indígena Bororo (Foto: Divulgação/ Pinakotheke Cultural Rio)
Fonte: Jornal do Brasil

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Desigualdade social em quadrinhos

O ilustrador australiano Toby Morris criou uma história em quadrinhos levantando uma polêmica muito em voga nos últimos tempos no Brasil, especialmente nas redes sociais, privilégios e igualde social ganharam discussões acaloradas, especialmente ligadas as questões de cotas e distribuição de renda. 
A história consiste em demonstrar de forma clara e didática como uma estrutura familiar e cultural interfere na formação educacional e oportunidades, especialmente em uma sociedade cada vez mais competitiva, e que, aqueles que defendem a tal 'meritocracia'  acabam na verdade reforçando o status quo da desigualdade e exclusão social. Como George Orwell escreveu em sua obra Revolução dos Bichos: "Todos são iguais, mas uns são mais iguais que outros."
Título original: “On a Plate“ (“De bandeja”, em tradução livre),i traduzido pelo site  catavento*.
Publicação original de The Wireless. Tradução por catavento*.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Fotos perdidas da Primeira Guerra Mundial


Negativos descobertos em uma caixa de metal enferrujado revelam devastação de campos de batalha franceses no final da Primeira Guerra Mundial.

Esta coleção surpreendente de fotografias foi descoberto em uma caixa de metal enferrujado por Peter Berry Ottaway, 71, na casa de seu falecido avô, Hubert Ottaway, que era um engenheiro de combate no Exército Territorial entre 1914 e 1919. Ele capturou as imagens raras, enquanto ele estava estacionado no norte da França. Ele trabalhou com a luz. Engenheiros de empresas de trem que foram encarregados de fornecimento de linhas de comunicação no sentido de Belguim e trincheiras de atualização. Fotos de Hubert fornecem uma visão única sobre a vida na Frente Ocidental nos últimos 18 meses da Grande Guerra. Ele capturou o rescaldo de ofensivas britânicas, incluindo a Batalha de Arras, e tirou fotos da devastação e desolação de aldeias que foram arrasadas no caminho dos exércitos de ambos os lados durante o conflito. Peter, que vive em Hereford, passou quatro anos tentando conseguir as imagens desenvolvidos. Depois de um trabalho meticuloso, 40 dos 50 quadros foram resgatados junto com o diário de Hubert.





Veja mais fotos aqui: http://migre.me/hD1ng

[ Fonte: Jornal Daily Mail ]

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A Guerra e Arte III

Guerra e Paz são dois painéis de, aproximadamente, 14 x 10 m cada um produzidos pelo pintor brasileiro Cândido Portinari, entre 1952 e 1956. Os painéis foram encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, mas antes de partirem, em 1956, foram expostos numa cerimônia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, que contou com a presença do então Presidente Juscelino Kubitschek.
Com 14 metros de altura por 10 de largura, obra monumental de Portinari foi encomendada pelo Governo Brasileiro como um presente à Sede da Organização das Nações Unidas na década de 1950
Os primeiros estudos para a obra surgiram em 1952, quando Portinari realizava uma outra encomenda, feita pelo Banco da Bahia, com a temática de retratar a chegada da família real portuguesa à Bahia. Com o auxílio de Enrico Bianco e de Maria Luiza Leão, os painéis Guerra e Paz foram pintados a óleo sobre madeira compensada naval. Enquanto um é uma representação da guerra, o outro representa a paz. Por seu trabalho com os painéis, Portinari foi agraciado em 1956 com o prêmio concedido pela Solomon Guggenheim Foundation de Nova York. Naquela ocasião, o crítico de arte Mario Barata publicou a seguinte nota no Diário de Notícias:
"Nunca, na arte moderna do mundo inteiro, um pintor viu as suas obras substituírem-se aos acorde de Wagner e Verdi, à fantasia dos ballets de Chopin, à majestade das orquestras sinfônicas. Pela primeira vez no século XX, o maior teatro de uma cidade transforma-se em templo da pintura" — Mario Barata
Cinquenta e quatro anos depois, em dezembro de 2010, os painéis deixaram a sede da ONU e retornaram ao Brasil para uma restauração que ocorrerá no Palácio Gustavo Capanema, de fevereiro a maio de 2011, em ateliê aberto ao público. Graças aos esforços do Projeto Portinari, do Governo Federal, através do Ministério da Cultura e do Itamaraty, de instituições internacionais e de empresas estatais e privadas, a obra será exposta no Brasil e no exterior até agosto de 2013, enquanto a sede da ONU sofrerá uma grande reforma.
No retorno ao Brasil, contou com uma exibição franca que foi de 22 de dezembro de 2010 até 6 de janeiro de 2011, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A exposição foi visitada por mais de 40 mil pessoas.6 Do Rio, os painéis seguiram para São Paulo (Memorial da América Latina) e, após, um itinerário que deve passar pelo Grand Palais, em Paris, pelo Memorial da Paz de Hiroshima, no Japão, pelo Auditório Municipal de Oslo, onde ficarão expostos durante a entrega do Prêmio Nobel da Paz, e pelo Museu de Arte Moderna de Nova York.



domingo, 11 de novembro de 2012

Projeto - Teatro do Dia Nacional da Consciência Negra.

Um pequeno apoio para os colegas professores que pretendem realizar algumas atividades em comemoração ao mês ou mesmo ao dia que celebra-se a Consciência Negra no Brasil, é sabido que o estudo da história e das manifestações culturais que estão relacionadas a cultura afro-brasileira devem ser trabalhadas durante todo o ano letivo, mas também não é segredo que durante o mês de novembro, especialmente no dia 20 (Dia Nacional da Consciência Negra) as escolas reservam um espaço em suas programações pra destacar a temática. Pensando nisso, rascunhei um pequeno texto (que humildemente chamo de teatral) que talvez possa ajudar os colegas professores a trabalhar o tema. O texto está sendo disponibilizado para quem interessar usá-lo, pode ser alterado ou acrescentado, de acordo com sua necessidade ou criatividade, apenas peço que seja dado crédito ao autor e que aqueles que por ventura realizarem o teatrinho, me informem pelo blog, e-mail, Twitter ou Facebook, se possível com fotos da apresentação, para que eu possa matar a minha curiosidade e ver se realmente a ideia foi aproveitada. 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Discurso final do filme: "O Grande Ditador"

Charles Chaplin em "O grande ditador"

"Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo - não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos
 outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades. 
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. 
A aviação e o rádio nos aproximou. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloquente à bondade do homem, um apelo à fraternidade universal, a união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora. Milhões de desesperados: homens, mulheres, criancinhas, vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que podem me ouvir eu digo: não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia, da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá. 
Soldados! Não vos entregueis a esses brutais, que vos desprezam, que vos escravizam, que arregimentam vossas vidas, que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos. Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão. Não sois máquina. Homens é que sois. E com o amor da humanidade em vossas almas. Não odieis. Só odeiam os que não se fazem amar, os que não se fazem amar e os inumanos. 
Soldados! Não batalheis pela escravidão. Lutai pela liberdade. No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o reino de Deus está dentro do homem - não de um só homem ou grupo de homens, mas de todos os homens. Está em vós. Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas; o poder de criar felicidade. Vós o povo tendes o poder de tornar esta vida livre e bela, de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto - em nome da democracia - usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice. 
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam. Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão. Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e a prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos. 
Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos. Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam. Estamos saindo da treva para a luz. Vamos entrando num mundo novo - um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergue os olhos, Hannah. A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah. Ergue os olhos."


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Capela Sistina completa 500 anos e poderá limitar número de visitantes


O diretor dos Museus Vaticanos, Antonio Paolucci, anunciou que um estudo está sendo feito para avaliar a possibilidade de limitar o número de pessoas que visitam a Capela Sistina diariamente. A famosa capela completa 500 anos neste 31 de outubro de 2012.

Configuração atual da famosa capela completa 500 anos
neste 31 de outubro de 2012. 
Flickr/DanieVDM
"Se não instalarmos rapidamente um novo sistema de climatização, teremos que limitar as visitas para preservar um patrimônio artístico tão valioso", disse A célébre capela faz parte do palácio apostólico do Vaticano e é decorada com afrescos de Michelângelo, Rafael e Botticelli. O local é visitado por cerca de 30 mil pessoas todos os dias durante a alta temporada. Em média cinco milhões de visitantes passam pela Capela Sistina por ano. "A Capela Sistina é a atração fatal, o objeto de desejo, o objetivo ao qual o público internacional que se interessa por museus, não pode ignorar", afirmou Paolucci.
Um sistema de climatização foi instalado na década de noventa, após o fim da restauração da obra O Juízo Final, de Michelângelo. Mas o sistema não é suficiente, por causa do número de visitantes que passam pelo local todos os dias. "A presença de tantos visitantes pode provocar danos pelo pó, pela pressão antrópica, pela umidade dos corpos, pelo anidrido carbônico, pelas temperaturas altas, pelas mudanças climáticas e pela transpiração. Esses elementos que os visitantes produzem alteram o microclima da capela e, a longo prazo, podem afetar os afrescos", explicou Paolucci.
Para evitar que o número de visitantes seja reuzido, o Vaticano contratou um novo sistema de climatização para proteger os afrescos, que eliminará o pó e outros agentes por meio de uma troca rápida do ar e de um controle da temperatura e umidade do local. O sistema será instalado em 2013.

sábado, 13 de outubro de 2012

A pintura naturalista de Albert Eckhout

O pintor holandês Albert Eckhout integrou a comitiva de artistas e cientistas trazida ao Brasil pelo conde Maurício de Nassau na primeira metade do século XVII.
Com uma pintura de características naturalistas, descritivas e paisagísticas, Eckhout nos deixou valiosos registros da visão européia do novo Mundo e dos tipos humanos no Nordeste colonial.
O artista pintou oito grandes telas representando os habitantes da colônia. Nessas telas, Eckhout expressou a classificação europeia de povos civilizados, relativamente civilizados e completamente selvagens.
Logicamente, nessa escala evolutiva, os europeus estavam no topo da civilização. Assim, quanto mais próximos dos europeus estivessem os outros povos, mais civilizados eles seriam.  
Conheça algumas de suas obras:



terça-feira, 25 de setembro de 2012

Um encontro de personalidades históricas.

Conheça a origem e os personagens históricos de uma das pinturas mais interessante e criativa dos últimos tempos.
Pintada por artitas Chineses, Dai Dudu, Li Tiezi y Zhang An, pintura a oleo, 2006. 

 
Esta pintura é verdadeiramente surpreendente.

Mais surpreendente ainda, por sua tela ter sido computadorizada.
Quando clicar no link mais abaixo, 
uma versão maior da pintura aparecerá. Passe o cursor do mouse por cima das pessoas e o programa dirá quem é cada um deles. Se clicar sobre a pessoa, terá sua biografia e história. 
Quando a história aparecer, do lado esquerdo, há a possibilidade de traduzir o texto para vários idiomas.

Escolha o seu preferido e boa leitura!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Mais uma novela época da Rede Globo.


Ambientada no início do século 20, no Rio de Janeiro, Lado a Lado, nova novela das seis da Rede Globo vai falar sobre o começo da república, o surgimento do samba, o fim dos cortiços, o início das favelas e trazer como tema principal o nascimento da mulher moderna na sociedade brasileira.

No elenco da trama, escrita por João Ximenes Braga e Cláudia Lage, estão Camila Pitanga, Lázaro Ramos, Marjorie Estiano, Thiago Fragoso, Patrícia Pillar, Werner Schunemann, Caio Blat, Cássio Gabus Mendes, Isabela Garcia, Bia Seidl, Rafael Cardoso, Klebber Toledo e Daniel Dalcin, entre outros. A direção de núcleo é de Dennis Carvalho.
Fonte: G1.com

É sempre necessário ressaltar que as obras de ficção (Novelas, Séries, Filmes, Livros, etc.), mesmo que baseadas em fatos reais ou em períodos históricos, não tem o compromisso de reproduzir a verdade histórica, ou melhor falando, os fatos como realmente ocorreram, motivada pela grande dificuldade em reproduzir diálogos que possam fazer a ligação entre os vários personagens de uma mesma história, assim, sempre são criados personagens ou versões para se elaborar um enredo  que possa criar uma história mais romantizada, para ser vendida para o grande público, que na maioria das vezes está mais interessado na trama do que no fundo histórico. É necessário também destacar a importância dessas obras que tentam destacar fatos ou períodos históricos, pois, a disciplina histórica exige que o estudante se transporte mentalmente para o tempo histórico estudado, assim é necessário recriar mentalmente a sociedade que cerca tal período, então, assim novelas, filmes, séries, etc. que reproduzem figurinos, vocabulários, costumes, objetos e outras características de época, podem servir como ótimos exemplos para que os estudantes possam ilustrar mentalmente os textos históricos lidos ou mesmo as explicações dos professores, claro sempre sendo necessários guardar os devidos cuidados contra os ufanismos, simplismos ou anacronismo.


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Fotografias da Guerra do Vietnã


Larry Burrows


A fotografia de guerra sempre está envolta numa aura de aventura. A tragédia dos grandes conflitos, no entanto, sempre atingiu os jornalistas e, principalmente, os fotógrafos.
Grandes nomes da fotografia mundial estão relacionados às coberturas de conflitos. É o caso de Roger Fenton com a Guerra da Crimeia (1853-1856) e Robert Capa com a guerra Civil Espanhola (1936-1939) e a Segunda Guerra Mundial (1938-1945).
Na história recente, a Guerra do Vietnã foi, provavelmente, a experiência mais avassaladora e trágica para o fotojornalismo. Pelas características do conflito – a liberdade e mobilidade dos fotógrafos –, mais de 120 fotojornalistas morreram trabalhando. O sacrifício não foi em vão. Muitas imagens desses fotojornalistas foram fundamentais para que a opinião pública tomasse conhecimento do terror da guerra.
Das centenas de fotógrafos em solo vietnamita, um dos mais importantes foi o britânico Larry Burrows (1926-1971). Ele entra na fotografia aos dezesseis anos, durante a Segunda Guerra Mundial, como um “faz tudo” e laboratorista do escritório da revista LIFE em Londres. Para a mesma revista, ficou no Vietnã de 1962 até 1971, quando morreu  após o helicóptero no qual viajava, com mais três fotojornalistas, foi derrubado no Laos.
Larry Burrows é o autor de imagens vigorosas do Vietnã.  Seu livro Larry Burrows: Vietnam (Knopf, 2002, 244 pg.) é uma referência para o fotojornalismo mundial.
Alexandre Belém


1.  Infantaria vietnamita passa por vilarejo incendiado, Vietnã – 1962. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

2.  Soldados vietnamitas passam por arrozais, Vietnã – 1962. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

3.  Soldado vietnamita tenta ajudar companheiro atolado na lama, Vietnã – 1962. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

4.  Soldado vietnamita ameaça vietcong capturado, Vietnã – 1962. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

5.  Soldados americanos usam iluminação noturna durante patrulha, Vietnã – 1964. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

6.  Soldado americano fala com a base enquanto soldados vietnamitas queimam esconderijo vietcong, Vietnã – 1964. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

7.  Esconderijo vietcong é esvaziado após ser destruído pelos soldados americanos e vietnamitas, Vietnã – 1964. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

8.  Tropas americanas desembarcam na praia de Da Nang, Vietnã – 1965. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

9.  Membro da tripulação de helicóptero americano morre durante missão, Vietnã – 1965. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

10.  Missão americana perto de Da Nang, Vietnã – 1965. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

11.  Sargento Jeremiah Purdie (centro) após ser ferido durante batalha no Vietnã do Sul, 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

12.  Soldados durante a Guerra do Vietnã, 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

13.  Soldado americano recebendo os primeiros socorros durante a Guerra do Vietnã, 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

14.  Missão americana, Vietnã – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

15.  Militares feridos durante batalha no Vietnã do Sul – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

16.  Soldados carregam colega morto durante batalha no Vietnã do Sul. Ao fundo, a fotógrafa francesa Catherine LeRoy – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

17.  Soldado ferido durante batalha no Vietnã do Sul – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

18.  Soldado ferido durante batalha no Vietnã do Sul – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

19.  Soldados durante batalha no Vietnã do Sul – 1966. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

20.  Soldado vietnamita aguarda socorro médico para mulher ferida durante ataque vietcong, Vietnã – 1968. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

21.  Soldados americanos durante a Guerra do Vietnã – 1968. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

22.  Soldado ferido durante batalha no Vietnã do Sul – 1969. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

23.  Vietnamita chora ao receber restos mortais do marido, Vietnã – 1969. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

24.  Americanos e vietnamitas durante batalha em Dak To, Vietnã – 1969. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

25.  Soldados americanos na fronteira com o Cambodja, Vietnã – 1970. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

26.  Soldados cambojanos tentam recuperar vila em poder de vietcongues, Vietnã – 1970. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

27.  Soldados americanos na fronteira com o Cambodja, Vietnã – 1970. (Larry Burrows/Time Life Pictures/Getty Images)

28.  Fotógrafo Larry Burrows, Vietnã – 1968. (Express Newspapers/Getty Images)

Veja também:

Related Posts with Thumbnails