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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Mais uma novela época da Rede Globo.


Ambientada no início do século 20, no Rio de Janeiro, Lado a Lado, nova novela das seis da Rede Globo vai falar sobre o começo da república, o surgimento do samba, o fim dos cortiços, o início das favelas e trazer como tema principal o nascimento da mulher moderna na sociedade brasileira.

No elenco da trama, escrita por João Ximenes Braga e Cláudia Lage, estão Camila Pitanga, Lázaro Ramos, Marjorie Estiano, Thiago Fragoso, Patrícia Pillar, Werner Schunemann, Caio Blat, Cássio Gabus Mendes, Isabela Garcia, Bia Seidl, Rafael Cardoso, Klebber Toledo e Daniel Dalcin, entre outros. A direção de núcleo é de Dennis Carvalho.
Fonte: G1.com

É sempre necessário ressaltar que as obras de ficção (Novelas, Séries, Filmes, Livros, etc.), mesmo que baseadas em fatos reais ou em períodos históricos, não tem o compromisso de reproduzir a verdade histórica, ou melhor falando, os fatos como realmente ocorreram, motivada pela grande dificuldade em reproduzir diálogos que possam fazer a ligação entre os vários personagens de uma mesma história, assim, sempre são criados personagens ou versões para se elaborar um enredo  que possa criar uma história mais romantizada, para ser vendida para o grande público, que na maioria das vezes está mais interessado na trama do que no fundo histórico. É necessário também destacar a importância dessas obras que tentam destacar fatos ou períodos históricos, pois, a disciplina histórica exige que o estudante se transporte mentalmente para o tempo histórico estudado, assim é necessário recriar mentalmente a sociedade que cerca tal período, então, assim novelas, filmes, séries, etc. que reproduzem figurinos, vocabulários, costumes, objetos e outras características de época, podem servir como ótimos exemplos para que os estudantes possam ilustrar mentalmente os textos históricos lidos ou mesmo as explicações dos professores, claro sempre sendo necessários guardar os devidos cuidados contra os ufanismos, simplismos ou anacronismo.


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Novela do Sbt, Amor e Revolução, faz referência a Guerrilha do Caparaó

A novela exibida pelo Sbt, Amor e Revolução , exibida no horário das 22:15, fez referência ao episódio histórico conhecido como Guerrilha do Caparaó, ocorrido durante a Ditadura Civil Militar Brasileira (1964-1985). Em 1966 um grupo de 20 militantes instalou na serra do Caparaó a primeira guerrilha contra a ditadura militar, relatada no livro “Caparaó – a primeira guerrilha contra a ditadura” (Editora Boitempo, SP), de José Calda da Costa, o qual serviu de referência para o autor da novela, Tiago Santiago
É sempre bom salientar que a novela é uma obra de ficção, que mesmo baseando-se em fatos reais, o autor tem a liberdade para alterar alguns dados e criar uma visão, nem sempre verídica do assunto abordado. A novela chegou a citar o Hospital Casa de Caridade de Carangola como o hospital mais próximo para levar um guerrilheiro doente.
Confira abaixo os links que os levarão a um resumo dos episódios que retratam a guerrilha na novela.

domingo, 6 de março de 2011

Novela do Sbt retrata o período da Ditadura Militar no Brasil.



Segundo algumas informações que já foram divulgadas sobre a novela, toda a historia da mesma passara entre os anos 60 e 70 com a presença de fatos reais históricos que acabaram marcando a ditadura e com um elenco que vai misturar o romance e a aventura tudo para deixar a historia mais bonita.
Alguns fatos como amor, traição, aventura e também ódio devem marcar presença nesta nova produção onde a emissora diz que esta não será apenas uma novela de época mais sim um relato verdadeiro dos anos compreendidos entre 1964 e 1972 com cenas muito emocionantes nas quais deixarão o publico ainda mais vidrado na novela.

Depoimentos

Para encerrar todos os capítulos de Amor e Revolução, serão usados depoimentos de pessoas que sofreram com a ditadura militar entre1964 a 1985, seu tempo de duração. É semelhante aos depoimentos que iam ao final de cada capítulo das novelas Páginas da Vida e Viver a Vida ambas de Manoel Carlos, transmitidas pela Rede Globo em 2006 e 2009, retradando as dificuldades verídicas do dia a dia da população.
José Dirceu foi o primeiro a gravar o depoimento, que durou cerca de 70 minutos. O material captado foi elogiado pelo diretor da trama Reynaldo Boury: "Foi maravilhoso, tranquilo". Dirceu foi um líder estudantil na época, preso no final da década de 60 e liberdado após o sequêstro de um embaixador americano arquitetado por guerrilheiros, se exilou na Cuba e após o fim da ditadura virou um político importante.
A produção da telenovela aguarda o sinal verde da assessoria da Presidente da República Dilma Roussef, a qual também tem forte identificação com o período político.

Veja também:

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