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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Filmes e séries sobre o racismo nos Estados Unidos.


Pequena relação de filmes que ajudam a ilustrar um pouco da relação de preconceito e racismo existentes na sociedade estadunidense. 

O Nascimento de uma Nação (original: The Birth of a Nation) é um dos filmes mais populares da era do cinema mudo. É bastante importante devido a suas inovações técnicas. Porém, ele glorifica a escravatura e justifica a segregação racial, em linha com o movimento intelectual denominado Lost Cause. Ao mostrar um grupo de brancos linchando um negro que praticara um crime, de maneira aprovativa, o filme afirma e promove o contexto cultural para o aparecimento da Ku Klux Klan, que liderou grupos de brancos vestindo lençóis brancos ao linchamento dos afro-americanos.
Muito controverso, o filme dirigido por D. W. Griffith foi baseado nas novelas de Thomas Dixon The Clansman e The Leopard's Spots. Ele foi lançado em 1915 e é creditado por garantir o futuro dos longa-metragens e solidificar os símbolos da linguagem cinematográfica. O filme estreou em 8 de fevereiro de 1915 em Los Angeles, Califórnia, com o título de The Clansman, mas foi retitulado em sua estréia em Nova Iorque três meses mais tarde.
O título original do filme, The Clansman foi mudado para O nascimento de uma nação para refletir na teoria de que antes da Guerra Civil Americana, os Estados Unidos da América era uma grande coalizão de estados antagonistas entre si, e que a conquista dos estados do norte no sul finalmente enlaçou todos os estados sob a autoridade nacional.
A controvérsia que o filme causou gira em torno da premissa de que a primeira Ku Klux Klan restauraria a ordem no sul pós-guerra, que estaria "ameaçado" por afro-americanos "incontroláveis" e seus aliados: abolicionistas, mulatos e republicanos do norte. O filme denuncia um suposto revanchismo dos negros libertos, após a guerra civil, que se aliam aos nortistas, os ianques, e se tornam hostis aos brancos sulistas, levando os brancos a reagirem contra este revanchismo criando a KKK. Outros filmes pró-sulistas como filme The Undefeated e E o Vento Levou também mostram negros associados a nortistas explorando os endividados fazendeiros do sul.
O filme e o diretor Griffith foram muito elogiados pelo cineasta russo Sergei Eisenstein no livro "A Forma do Filme", no capítulo "Dickens, Griffith e nós", no qual compara a técnica de Griffith a técnica do escritor Charles Dickens.
Apesar de lucrativo, e também popular entre os críticos e público brancos, o filme gerou protestos significantes em seu lançamento por afro-americanos. Estréias do filme eram acompanhadas de prostestos da recém-fundada NAACP. Griffith disse que ficou surpreso com as duras críticas. O nascimento de uma nação é associado ao segundo surgimento da Ku Klux Klan, que renasceu no ano de lançamento do filme, após um período de decadência.
Até o lançamento de The Big Parade em 1925, O nascimento de uma nação foi o filme mais lucrativo de todos os tempos, conseguindo mais de 10 milhões de dólares americanos nas bilheterias do mundo todo (o que seria mais de 216 milhões de dólares dos dias atuais, segundo o Inflation Calculator do US Bureau of labor Statistics). Este filme ainda é estudado por historiadores de cinema e cultura, e em 1992 a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos renomeou-o "culturalmente significante" e selecionou-o para preservação no Registro Nacional dos Filmes.
Atualmente apenas a institituição Filmsite.org mantém o filme como um dos 100 maiores filmes feitos nos Eua. Fonte: Wikipedia.org





Green Book - O GuiaDr. Don Shirley é um pianista afro-americano de renome mundial, prestes a embarcar em uma turnê pelo sul dos Estados Unidos, em 1962. Como precisa de um motorista e guarda-costas, Shirley recruta Tony Lip, um ítalo-americano fanfarrão do Bronx. Apesar de suas diferenças, os dois homens desenvolvem uma ligação inesperada ao enfrentar o racismo e os perigos de uma era de segregação racial.



A 13ª Emenda: Documentário que discute a décima terceira emenda à Constituição dos Estados Unidos - "Não haverá, nos Estados Unidos ou em qualquer lugar sujeito a sua jurisdição, nem escravidão, nem trabalhos forçados, salvo como punição de um crime pelo qual o réu tenha sido devidamente condenado" - e seu terrível impacto na vida dos afro-americanos.





Mississipi em Chamas"Mississipi em Chamas" nos conta uma história verdadeira em que dois agentes do FBI, interpretados por Gene Hackman e Willem Dafoe, são enviados ao estado norte-americano do Mississipi para investigar o desaparecimento de três jovens engajados na luta pelos Direitos Civis (dois brancos e um negro).
São encarados com hostilidade pela comunidade local, inclusive pelas autoridades políticas e policiais, envolvidas nos desmandos que preservam e estimulam o preconceito. A comunidade negra local, por seu lado, acuada diante da possibilidade de sofrerem novas perseguições e de ocorrerem novas mortes depois do final das investigações, prefere ficar em silêncio, pouco se pronunciando sobre os desaparecimentos, mesmo quando sabe algo a respeito.
Ameaçados pela Ku Klux Klan, os agentes são obrigados a pedir reforços para poder continuar buscando depoimentos que possam levar-lhes aos jovens desaparecidos. Buscam e encontram pessoas corajosas e determinadas que podem ajudar a juntar todas as peças que levem a solução desse intrigante mistério. Fonte: Planeta Educação








Em Infiltrado na Klan, que se passa em 1978, Ron Stallworth (John David Washington), um policial negro do Colorado, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Ele se comunicava com os outros membros do grupo através de telefonemas e cartas, quando precisava estar fisicamente presente enviava um outro policial branco no seu lugar. Depois de meses de investigação, Ron se tornou o líder da seita, sendo responsável por sabotar uma série de linchamentos e outros crimes de ódio orquestrados pelos racistas.




A outra história americana: Edward Norton (em atuação irrepreensível, foi indicado ao Oscar) interpreta Derek Vinyard, jovem de família abalada pela perda precoce do pai, um bombeiro, que ao tentar apagar um incêndio num bairro negro acabou sendo baleado por marginais. Dono de uma grande capacidade de convencimento das outras pessoas e de inteligência privilegiada, Derek é aliciado por Cameron (Stacy Keach) um notório neo-nazista investigado pela polícia local e pelo FBI, mas nunca incriminado.
Incitado em seu ódio aos negros e as minorias pela tragédia que abateu seu pai, Derek se torna uma referência para os jovens brancos e fracassados de seu bairro, que acompanham o crescimento de outros grupos étnicos em sua vizinhança (especialmente a comunidade negra, mas também os coreanos e os judeus). Passa então a comandar ações de depredação e espancamentos contra todos aqueles que, de acordo com o pensamento do grupo ao qual pertence, causam constrangimentos como o desemprego e o empobrecimento local, ou sejam as minorias.
Em virtude de suas atitudes rascistas e de sua postura intolerante Derek acaba cometendo um assassinato brutal e é condenado a passar alguns anos na cadeia. Influenciado por tudo o que viu, o irmão mais novo de Derek, Danny Vinyard (vivido por Edward Furlong, muito convincente) acaba seguindo os passos do irmão e buscando apoio em Cameron. Será a repetição de tudo aquilo que viveu o primogênito? De que forma a cadeia poderá influenciar os posicionamentos de Derek?
Confiram! Imperdível! Realmente chocante! Fonte: Planeta Educação

Tempo de matarUma garota negra de apenas 9 anos de idade é estuprada por dois racistas brancos completamente bêbados. Em um ato desesperado deódio  e vingança, seu pai mata os homens a tiros. Agora. Carl Lee Hailey (Samuel L. Jackson) irá a julgamento pelo assassinato de doiscidadãos brancos. É assim que a lei pretende tratar o caso. Para defendê-lo, Hailey conta com o corajoso Jake brigance (Matthew Mc Conaughey) e a idealista Ellen Roark (Sandra Bullock), dois jovensadvogados em busca da verdade. E poucos dias, o julgamento transforma-se em uma verdadeira batalha racial, onde a vida de todasas pessoas envolvidas com o caso está correndo perigo. O destino de um homem injustiçado está nas mãos de Jake e o tempo está se esgotando. A violenta batalha pode explodir a qualquer  momento.


No calor da noite: Quando um rico empresário que planejava construir uma fábrica na cidade de Sparta, no estado do Mississipi, é encontrado assassinado em uma rua escura, o chefe de polícia Bill Gillespie pede a seus homens que procurem nas cercanias. O guarda Sam encontra o negro Virgil Tibbs na estação, esperando o trem das três da manhã para Memphis e suspeita dele. Ao revistá-lo e ver a carteira de Tibbs com muito dinheiro, Sam resolve levá-lo para a chefatura.
Gillespie descobre que Tibbs é um detetive perito em homicídios da Filadélfia e pede a ele, então, que o ajude a investigar o caso. Tibbs reluta, mas acaba aceitando. Ao amanhecer a polícia prende um fugitivo com a carteira roubada do empresário. Gillespie dá o caso por encerrado, mas Tibbs tem evidências de que o suspeito é inocente.
A viúva do empresário percebe que apenas Tibbs poderá esclarecer o caso e força Gillespie a continuar, ameaçando desistir da fábrica planejada pelo marido. Gillespie e Tibbs levam adiante as investigações, cada vez mais complicadas, pois a população racista da cidade não quer colaborar com o detetive negro, e o ameaça.





Preto ou branco: O advogado Elliot Anderson (Kevin Costner) acaba de perder sua esposa em um acidente de carro. Os dois criavam, juntos, a neta Eloise (Jillian Estell), já que a mãe da menina morreu no parto. Enquanto luta com sua dor, ele recebe a visita inesperada da avó paterna da garota, Rowena (Octavia Spencer), que exige que a neta seja criada pelo pai, Reggie (Andre Holland), um viciado em drogas, cuja negligência faz Elliot culpá-lo pela morte de sua filha. Agora, os avôs de Eloise vão entrar em uma luta pela guarda dela.




O ódio que você semeia: Starr Carter (Amandla Stenberg) é uma adolescente negra de dezesseis anos que presencia o assassinato de Khalil, seu melhor amigo, por um policial branco. Ela é forçada a testemunhar no tribunal por ser a única pessoa presente na cena do crime. Mesmo sofrendo uma série de chantagens, ela está disposta a dizer a verdade pela honra de seu amigo, custe o que custar.




O sol é para todos: Tudo começa na pequena cidade sulista de Maycomb na época da depressão. Atticus (Gregory Peck) é um advogado simples que vive com seus dois filhos e sua empregada sem nenhum luxo, porém com muita dignidade. Os filhos de Atticus são obedientes, responsáveis e, principalmente, educados. Mesmo ainda pequenos, já aprenderam com o pai os princípios da justiça, do respeito e da igualdade. Aliás, as duas crianças promovem cenas de pura sensibilidade, além de grande valor e significação para uma melhor convivência. A relação entre pai e filhos é harmoniosa, terna, e ainda mais solidificada, já que Atticus é pai e mãe ao mesmo tempo.

Quando aceita defender o negro Tom Robinson (Brock Peters), acusado de estupro a uma moça branca, Atticus passa a sofrer o ódio e o racismo de alguns habitantes da cidadezinha, inconformados com a defesa do advogado. Ao mesmo tempo que leva o caso adiante, tenta proteger os filhos dos mesmos sentimentos de que é vítima sem nunca instigar ou promover a violência. No dia do julgamento, Atticus prova a inocência do réu, evidenciando a hipocrisia e o cinismo de tal acusação de caráter preconceituoso, uma vez que jamais ele deveria ter sido levado a julgamento, visto a falta de provas evidenciais. Ainda assim, o veredicto não envereda pelos caminhos da justiça e o desfecho da história é surpreendente.


Malcolm X: Biografia do famoso líder afro-americano (Denzel Washington) que teve o pai, um pastor, assassinado pela Klu Klux Klan e sua mãe internada por insanidade. Ele foi um malandro de rua e enquanto esteve preso descobriu o islamismo. Malcolm faz sua conversão religiosa como um discípulo messiânico de Elijah Mohammed (Al Freeman Jr.). Ele se torna um fervoroso orador do movimento e se casa com Betty Shabazz (Angela Bassett). Malcolm X ora uma doutrina de ódio contra o homem branco até que, anos mais tarde, quando fez uma peregrinação à Meca abranda suas convicções. Foi nesta época que se converteu ao original islamismo e se tornou um "Sunni Muslim", mudando o nome para El-Hajj Malik Al-Shabazz, mas o esforço de quebrar o rígido dogma da Nação Islã teve trágicos resultados.


As barreiras do amor: Lurene Hallette (Michelle Pfeiffer) é uma dona de casa de Dallas que direciona grande parte do seu tempo para saber o que a família Kennedy faz. Ela fica arrasada quando descobre que o presidente foi assassinado poucas horas depois de chegar na cidade onde ele estava. Apesar da proibição do seu marido, ela decide ir ao funeral e, na viagem de ônibus, ela conhece uma garotinha negra (Stephanie McFadden) que viaja com Paul Cater (Dennis Haysbert), o pai. Em dado momento ela acredita que se trata de um seqüestro e avisa o FBI. Quando entende que cometeu um grande erro, a polícia já está pronta para prender o "criminoso". Assim, decide acompanhar pai e filha para ajudá-los no que for possível para escapar do cerco que está se fazendo para capturá-los.





Faça a coisa certa: Sal (Danny Aiello), um ítalo-americano, é dono de uma pizzaria em Bedford-Stuyvesant, Brooklyn, (lá também há um armazém cujos donos são coreanos). Com predominância de negros e latinos, é uma das áreas mais pobres de Nova York. Sal é um cara boa praça, que comanda a pizzaria juntamente com Vito (Richard Edson) e Pino (John Turturro), seus filhos, além de ser ajudado por Mookie (Spike Lee), um funcionário. Sal cultua decorar seu estabelecimento com fotografias de ídolos ítalo-americanos dos esportes e do cinema, o que desagrada sua freguesia. No dia mais quente do ano, Buggin' Out (Giancarlo Esposito), o ativista local, vai até lá para comer uma fatia de pizza e se desentende com Sal por não existirem negros na "Parede da Fama" dele. Sal retruca dizendo que esta parede é só para ítalo-americanos e se Buggin' Out quer ver fotos dos "irmãos" que abra sua própria pizzaria. Notando que não vê nenhum italiano para proteger Sal, Buggin passa o resto do dia tentando organizar um boicote contra a pizzaria. Este incidente trivial é o ponto de partida para um efeito dominó, que vai gerar vários problemas. Um desentendimento com Mookie o leva a enfrentar uma série de mal-entendidos, que resultam em pancadaria. A polícia chega ao local e acaba matando um dos fregueses, transformando a confusão em tragédia.


A história de Rosa Parks: Rosa Parks (1913-2005), costureira, mulher negra cuja recusa em ceder o seu assento em um ônibus, 01/12/1955, ajudou a lançar nos EUA o Movimento dos Direitos Civis tornando-se o estopim do movimento antissegregacionista.
Martim Luther King incentivou os negros a boicotarem os ônibus. É o símbolo da luta anti-racista nos EUA. 
Rosa ganhou Medalha de ouro do congresso, em 1999, com a inscrição "Mãe do Movimento dos Direitos Civis dos dias atuais".
Filme: The Rosa Parks Story 






Quase Deuses: Nashville, 1930. Vivien Thomas (Mos Def) é um hábil marceneiro, que tinha um nome feminino pois sua mãe achava que teria uma menina e, quando veio um garoto, não quis mudar o nome escolhido. Eleé demitido quando chega a Grande Depressão, pois estavam dando preferência para quem tinha uma família para sustentar. A Depressão o atinge duplamente, pois sumiram as economias de 7 anos, que ele guardou com sacrifício para fazer a faculdade de medicina, pois o banco faliu. Thomas consegue emprego de faxineiro, trabalhando para Alfred Blalock (Alan Rickman), um médico pesquisador que logo descobre que ele tem uma inteligência privilegiada e que poderia ser melhor aproveitado. Blalock acaba se tornando o cirurgião-chefe na Universidade Johns Hopkins, onde está pesquisando novas técnicas para a cirurgia do coração. Os dois acabam fazendo um parceria incomum e às vezes conflitante, pois Thomas nem sempre era lembrado quando conseguiam criar uma técnica, já que não era médico.

A História de Ruby Bridges: New Orleans, 1960: embora o governo federal garantisse o acesso dos negros às escolas de brancos, a realidade local era outra. Ruby Bridges, uma menina de 6 anos, se destaca intelectualmente e por isso uma associação procura os Bridges para que ela seja uma das primeiras crianças negras a estudar numa tradicional escola de brancos. Mesmo receosos, os pais autorizam, mas agentes federais a acompanham, pois os protestos eram diários e o preconceito estava até na escola. Sua sorte foi ter encontrado uma professora que a protegia.

  




A cor púrpura: Georgia, 1909. Em uma pequena cidade Celie (Whoopi Goldberg), uma jovem com apenas 14 anos que foi violentada pelo pai, se torna mãe de duas crianças. Além de perder a capacidade de procriar, Celie imediatamente é separada dos filhos e da única pessoa no mundo que a ama, sua irmã, e é doada a "Mister" (Danny Glover), que a trata simultaneamente como escrava e companheira. Grande parte da brutalidade de Mister provêm por alimentar uma forte paixão por Shug Avery (Margaret Avery), uma sensual cantora de blues. Celie fica muito solitária e compartilha sua tristeza em cartas (a única forma de manter a sanidade em um mundo onde poucos a ouvem), primeiramente com Deus e depois com a irmã Nettie (Akosua Busia), missionária na África. Mas quando Shug, aliada à forte Sofia (Oprah Winfrey), esposa de Harpo (Willard E. Pugh), filho de Mister, entram na sua vida, Celie revela seu espírito brilhante, ganhando consciência do seu valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece. 
 

História cruzadas: Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter (Emma Stone) é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark (Viola Davis), a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.





12 anos de escravidão: 1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois senhores, Ford (Benedict Cumberbatch) e Edwin Epps (Michael Fassbender), que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.


  







Amistad: Costa de Cuba, 1839. Dezenas de escravos negros se libertam das correntes e assumem o comando do navio negreiro La Amistad. Eles sonham retornar para a África, mas desconhecem navegação e se vêem obrigados a confiar em dois tripulantes sobreviventes, que os enganam e fazem com que, após dois meses, sejam capturados por um navio americano, quando desordenadamente navegaram até a costa de Connecticut. Os africanos são inicialmente julgados pelo assassinato da tripulação, mas o caso toma vulto e o presidente americano Martin Van Buren (Nigel Hawthorn), que sonha ser reeleito, tenta a condenação dos escravos, pois agradaria aos estados do sul e também fortaleceria os laços com a Espanha, pois a jovem Rainha Isabella II (Anna Paquin) alega que tanto os escravos quanto o navio são seus e devem ser devolvidos. Mas os abolicionistas vencem, e no entanto o governo apela e a causa chega a Suprema Corte Americana. Este quadro faz o ex-presidente John Quincy Adams (Anthony Hopkins), um abolicionista não-assumido, sair da sua aposentadoria voluntária, para defender os africanos.



Crash - No limite: Jean Cabot (Sandra Bullock) é a rica e mimada esposa de um promotor, em uma cidade ao sul da Califórnia. Ela tem seu carro de luxo roubado por dois assaltantes negros. O roubo culmina num acidente que acaba por aproximar habitantes de diversas origens étnicas e classes sociais de Los Angeles: um veterano policial racista, um detetive negro e seu irmão traficante de drogas, um bem-sucedido diretor de cinema e sua esposa, e um imigrante iraniano e sua filha.











Um grito de liberdade: A história de uma amizade memorável entre dois homens inesquecíveis. A tensão e o terror da atualidade da África do Sul é poderosamente retratada neste emocionante filme realizado por Richard Attenborough, que nos conta a história de um ativista negro Stephen Biko (Denzel Washington) e de um editor liberal de um jornal branco que arrisca a sua própria vida para divulgar ao Mundo a mensagem de Biko. Depois de ter conhecimento dos verdadeiros horrores do Apartheid, através das descrições de Biko, o editor Donald Woods (Kevin Kline) descobre que o seu amigo foi silenciado pela polícia. Determinado a fazer ouvir a mensagem de Biko, Woods embarca numa perigosa aventura para escapar da África do Sul e divulgar ao mundo a impressionante história de coragem de Biko. A fascinante história mostra as facetas da humanidade nas suas vertentes mais terríveis e mais heróicas.






Se a rua Beale Falasse:   Baseado no célebre romance de James Baldwin, o filme acompanha Tish (Kiki Layne), uma grávida do Harlem, que luta para livrar seu marido de uma acusação criminal injusta e de subtextos racistas a tempo de tê-lo em casa para o nascimento de seu bebê.





Loving: Richard (Joel Edgerton) e Mildred Loving (Ruth Negga), um casal interracial, são presos em junho de 1958 por terem se casado. Jogados na prisão e exilados do estado onde viviam, eles lutam pelo matrimônio e pelo direito de voltar para casa como uma família.








Atlanta (série): Earnest "Earn" Marks (Donald Glover) sai da faculdade para virar o agente da carreira de súbito sucesso de seu primo. Porém, os dois discordam em diversos âmbitos sobre a divisão entre arte e entretenimento no hip-hop. Além disso, ele terá que lidar com a mãe de seu filho e com o colaborador do primo.









Olhos que condenam (série): Cinco jovens negros do Harlem foram injustamente acusados de estuprarem uma mulher no Central Park.

Eles só foram inocentados em 2014, depois que evidências de DNA comprovaram que o grupo não estava conectado ao brutal crime contra Trisha Meili.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Rebeliões do Período Regencial.


Toda a agitação política do governo de Dom Pedro I culminou em sua rápida saída do governo durante os primeiros meses de 1831. Surpreendidos com a vacância deixada no poder, os deputados da Assembléia resolveram instituir um governo provisório até que Dom Pedro II, herdeiro legítimo do trono, completasse a sua maioridade. É nesse contexto de transição política que observamos a presença do Período Regencial.


Estendendo-se de 1831 a 1840, o governo regencial abriu espaço para diferentes correntes políticas. Os liberais, subdivididos entre moderados e exaltados, tinham posições políticas diversas que iam desde a manutenção das estruturas monárquicas até a formulação de um novo governo republicano. De outro lado, os restauradores –funcionários públicos, militares conservadores e comerciantes portugueses – acreditavam que a estabilidade deveria ser reavida com o retorno de Dom Pedro I. 


Em meio a tantas posições políticas, a falta de unidade entre os integrantes da política nacional em nada melhorou o quadro político brasileiro. As mesmas divergências sobre a delegação de poderes políticos continuaram a fazer da política nacional um sinônimo de disputas e instabilidade. Mesmo a ação reformadora do Ato Adicional, de 1834, não foi capaz de resolver os dilemas do período. 
Umas das mais claras conseqüências desses desacordos foram a série de revoltas deflagradas durante a regência. A Sabinada na Bahia, a Balaiada no Maranhão e a Revolução Farroupilha na região Sul foram todas manifestações criadas em conseqüência da desordem que marcou todo o período regencial.


Cabanagem (1835-1840) 


Foi grande a revolta popular ocorrida no Pará. Participaram deste movimento pessoas humildes.
Chamados de cabanos, eram constituídos por negros, índios, mestiços, pessoas exploradas pelas autoridades do Governo. Viviam miseravelmente. Diante das injustiças sociais, estes queriam tomar o poder da província. Seus principal líder foi o padre Batista Campos. Em 1835 conseguem ocupar a capital da Província. O que se observa a seguir é a incapacidade dos "cabanos" em estabelecer um governo eficaz.
Para combater os rebeldes, o Governo Central enviou tropas que combateram duramente a rebelião.
"É ela um dos mais, senão o mais notável movimento popular do Brasil. É o único em que as camadas mais inferiores da população conseguem ocupar o poder de toda uma província com certa estabilidade. Apesar de sua desorientação, apesar da falta de continuidade que o caracteriza, fica-lhe contudo a glória de ter sido a primeira insurreição popular que passou da simples agitação para uma tomada efetiva de poder."
(Caio Prado JÚnior., Evolução Política do Brasil, Brasiliense, 1979. Ap. 69) 


Links:
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/cabanagem-1835-1840-rebeliao-tem-fim-sangrento-no-periodo-regencial.htm
http://www.escolakids.com/cabanagem.htm
http://www.historiadigital.org/infograficos/infografico-para-na-epoca-da-cabanagem/
http://www.historiadigital.org/curiosidades/10-curiosidades-sobre-a-cabanagem/
http://parahistorico.blogspot.com/2009/02/cabanagem-no-para-1835-1840.html
http://www.mundoeducacao.com.br/historiadobrasil/cabanagem.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabanagem
http://www.historiabrasileira.com/brasil-imperio/cabanagem/
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u20.jhtm
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/cabanagem/cabanagem-1.php
http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&view=article&id=1020:cabanagem&catid=38:letra-c&Itemid=1


Revolução Farroupilha (1835 - 1845)

Apresentou um caráter federalista, tentando desarticular a área sulina do país. Teve grande duração; seus principais líderes foram: Bento Gonçalves, Antônio de Sousa Neto, entre outros. Esse Movimento significou uma reaçãoébntra os governos impostos pela Regência. Em 1836,proclamaram..a República Rio Grandense ou Piratini, estendendoio movimento até Santa Catariria, quando em 1839 foi proclamada a República Juliana federada à de Piratini.
Em 1845 foi pacificado movimento pelo Duque de Caxias.

Links:
http://www.sohistoria.com.br/ef2/revolucaofarroupilha/
http://www.todamateria.com.br/guerra-dos-farrapos/
http://www.escolakids.com/revolta-farroupilha-1835-1845.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_dos_Farrapos
http://www.pampasonline.com.br/tradicao/tradicao_revolucaofarroupilha.htm
http://www.riogrande.com.br/causas-b601_0-en.html
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u22.jhtm
http://www.mundoeducacao.com.br/historiadobrasil/guerra-dos-farrapos.htm
http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xvi-xix/guerra-dos-farrapos.htm
https://www.youtube.com/watch?v=M00UNW2Lka0
http://revistaescola.abril.com.br/historia/fundamentos/foi-revolucao-farroupilha-nao-deu-certo-499563.shtml


Balaiada (1838 - 1841)

Também de caráter popular, foi um movimento composto por uma população pobre, vaqueiros, sertanejos e escravos. 
"Cansada de tantos sofrimentos, essa multidão queria lutar contra as injustiças, a miséria, a fome, a escravidão e os  maus tratos. Além disso, a insatisfação política reinava entre a classe média maranhense da cidade. Essa classe média era formada pelo grupo dos bem-te-vis, que iniciaram a revolta contra os grandes fazendeiros conservadores do Maranhão, contando com a participação explosiva dos sertanejos." (COTRIN, Gilberto. História e Consciência do Brasil. p. 190)

Essa insurreição perdeu força à medida que os bandos armados se dividiram sob várias lideranças. Merece destaque líderes como Manuel dos Anjos (o "Balaio') e o vaqueiro "Cara Preta".
Em 1840 Duque de Caxias também foi responsável pela pacificação da região. Foi também nomeado como presidente da província.
Segundo Caio Prado Júnior,"na origem deste levante" encontram-se as mesmas causas dos demais movimentos da época: "a luta das classes médias, especialmente urbana, contra a política aristocrática e oligárquica das classes abastadas, grandes proprietários rurais, serihores de engenho e fazendeiros, que se implantaram no país".


Links:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=31424
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=206
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/balaiada-1838-1841-revolta-popular-no-maranhao.htm
http://www.escolakids.com/revolta-da-balaiada-no-maranhao.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Balaiada
http://www.passeiweb.com/saiba_mais/fatos_historicos/brasil_america/balaiada
http://www.klepsidra.net/klepsidra5/balaiada.html
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u21.jhtm
http://www.brasilescola.com/historiab/balaiada.htm
http://www.mundoeducacao.com.br/historiadobrasil/balaiada.htm
http://www.mundovestibular.com.br/articles/2911/1/BALAIADA/Paacutegina1.html
http://www.geledes.org.br/a-balaiada/a-guerra-da-balaiada.html 
http://www.coladaweb.com/historia-do-brasil/a-balaiada

Sabinada - (1837-1838)

As origens desse movimento se encontram no lusofobismo e no antiabsolutismo dos baianos.Demonstra também uma insatisfação em relação ao centro.
 Embora tenham proclamado a República  Baiense, movimento não conseguiu expandir-se para o interior e outras províncias, ficando restrito à capital. Curioso é que os sabinos pretendiam  reincorporar a Bahia ao Império logo que D. Pedro fosse declarado maior.
Em 1838 forças comandadas pelo General Crisóstomo Calado e contando com o apoio da aristocracia rural baiana, esmagaram violentamente a insurreição. Violências, torturas, execuções, foram implementadas pelas tropas do governo. O movimento, no entanto, não possuiu o mesmo significado e importância da Balaiada, Cabanagem e Farroupilha. 


Revolta dos Malês - 1835

A chamada Revolta dos Malês (também conhecida como revolta dos escravos de Alá) registrou-se de 25 a 27 de Janeiro de 1835 na cidade de Salvador, capital da então Província da Bahia, no Brasil.
Consistiu numa sublevação de caráter racial, de escravos africanos das etnias hauçá e nagô, de religião islâmica, organizados em torno de propostas radicais para libertação dos demais escravos africanos. O termo "malê" deriva do iorubá "imale", designando o muçulmano.
Foi rápida e duramente reprimida pelos poderes constituídos.


Links:

* Apoio didático para a apresentação de seminários das turmas de 2º ano da E. E. Altivo Leopoldino de Souza.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

A Era Vargas

Em dois mandatos, de 1930 a 1945 e de 1951 a 1954, Getúlio Vargas foi o homem que por mais tempo governou o Brasil republicano e aquele que mudou a cara do país, acelerando a industrialização, ampliando a soberania nacional e estabelecendo os direitos trabalhistas. A era que receberia seu nome não quebrou o poder das oligarquias, mas trouxe novos atores sociais à cena política.

Governo Provisório (1930-1934): Os revolucionários que apoiaram a chegada de Vargas ao poder não constituíam uma corrente única. Havia diversas tendências políticas, dentre as quais destacavam-se o tenentismo e as oligarquias estaduais. Para chefiar os Governos de cada Estado, Getúlio nomeou diversos interventores ligados ao tenentismo. A influência do tenentismo junto ao Governo desgostou principalmente a oligarquia que, em 1932, deflagrou a chamada Revolução Constitucionalista. Os revoltosos exigiam  a "rápida reconstitucionalização do País e o retorno à vida democrática", pois ainda detinham o controle dos mecanismos eleitorais. A Revolução Constitucionalista durou três meses, sendo subjugada pelas tropas federais. Encerrando a Revolução Constitucionalista, e seguindo as determinações do Código Eleitoral, foram encaminhadas as providências para a elaboração da nova Constituição do País. Esta foi promulgada em 16 de julho de 1934. Principais inovações constitucionais: voto secreto; direito de voto expressamente garantido à mulher; criação da Justiça Eleitoral; estabelecimento dos direitos trabalhistas fundamentais; nacionalização das riquezas naturais encontradas no subsolo e de outras, como as quedas d'águas. 

Links:
http://www.colegioweb.com.br/historia/o-governo-provisorio.html
http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos-revista/revolucao-renovadora
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_1930
http://historiapensante.blogspot.com/search/label/Revolu%C3%A7%C3%A3o%20de%2030
http://www.brasilescola.com/historiab/revolucao-30.htm
http://www.mundovestibular.com.br/articles/9186/1/A-Revolucao-de-1930-Resumo/Paacutegina1.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Constitucionalista_de_1932
http://www.algosobre.com.br/historia/revolucao-constitucionalista-de-1932.html
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=340
http://www.marcillio.com/rio/hiregpro.html

Governo Constitucional (1934-1937): durante esse período, ganhavam destaque dois grupos políticos rivais: o integralismo e o aliancismo. O integralismo foi a versão brasileira do nazi-fascismo, tendo como principal líder Plínio Salgado. O aliancismo era uma "frente de oposição' que tinha como tônica geral uma pregação antifascista e anti-imperialística. Seu presidente de honra era  Luis Carlos Prestes.
Temendo a expansão das idéias aliancistas, o Governo decretou o fechamento da sede da ANL (Aliança Nacional Libertadora). A extinção da ANL provocou a reação de alguns militantes ligados ao Partido Comunista Brasileiro (Intentona Comunista, de novembro de 1935). Com a ajuda dos integralistas, Getúlio Vargas simulou a existência de um plano de derrubada do regime (Plano Cohen) e, fazendo grande alarde sobre o "perigo comunista", preparou um golpe de Estado que levou a Nação à ditadura do Estado Novo. 

Links:
http://www.colegioweb.com.br/historia/o-governo-constitucional-19341937.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Era_Vargas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Get%C3%BAlio_Vargas
http://www.coladaweb.com/historia-do-brasil/constituicao-de-1934
http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_Integralista_Brasileira
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alian%C3%A7a_Nacional_Libertadora
http://pt.wikipedia.org/wiki/Intentona_Comunista
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/intentona-comunista.jhtm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Plano_Cohen
http://educacao.uol.com.br/biografias/olga-benario.jhtm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Integralismo
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/integralismo.jhtm

Governo Ditatorial  ou  Estado Novo (1937-1945): O Estado Novo teve início com a imposição à Nação da Constituição de 1937, a Constituição "Polaca". Com base nesta Constituição, o Governo pode exercer uma ação enérgica e rigorosa contra seus adversários. O Governo de cada Estado era chefiado por Interventores federais. Vigorava em todo o País o estado de emergência. O DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) exercia severa censura sobre os meios de comunicação. No plano econômico, O Estado Novo foi marcado pela crescente intervenção do Estado na economia. Mesmo recebendo substancial ajuda do Governo, o setor agrícola conheceu um período de crise que contrastou com a ascensão do setor industrial. Este diversificou suas atividades seguindo o processo de substituição de importações (a industria nacional foi favorecida pela desorganização do comércio internacional durante o período da Segunda Guerra Mundial). O Governo enfatizou o processo de industrialização construindo empresas de base como a Companhia Siderúrgica Nacional (Usina de Volta Redonda) e a Companhia Vale do Rio Doce.
Com o ingresso do Brasil na Segunda Guerra Mundial, lutando contra o nazifascismo, criou-se uma situação contraditória para o Estado Novo. À medida que as potências liberais iam derrotando as potências liberais iam derrotando as potências do eixo, um clima favorável às idéias liberais espalhavam-se pelo mundo. Getúlio instaurou, então, medidas redemocratizantes, procurando adaptar-se à nova conjuntura. Aproximou-se das massas populares, promovendo uma política nacionalista. Não conseguiu, entretanto, evitar que as classes dominantes se voltassem contra seu governo e articulassem o golpe de outubro de 1945 que o derrubou do poder. 

Links:
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u31.jhtm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_Novo_(Brasil)
http://www.colegioweb.com.br/historia/o-estado-novo-19371945.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Departamento_de_Imprensa_e_Propaganda
http://historiaglobal21.wordpress.com/2009/05/25/getulio-vargasgetulio-vargas-governo-ditatorial-1937-1945/
http://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/cultura-no-estado-novo.htm
http://veja.abril.com.br/especiais_online/segunda_guerra/edicaoespecial/indice.shtml
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=406
http://pt.wikipedia.org/wiki/Era_Vargas


Governo Democrático (1951-1954): Concorrendo para as eleições presidenciais, Vargas foi eleito com esmagadora maioria de votos. Assumindo o poder, foi apagando a imagem de ditador do Estado Novo e construindo em seu lugar a figura de estadista democrata. Nesta fase, Vargas empenhou-se em realizar um governo de caráter nacionalista (criou a Petrobras). Suas medidas governamentais provocaram violenta reação da alta burguesia, que o acusava de pretender implantar no Brasil uma República Sindicalista. Na verdade, sua política de aproximação com a classe trabalhadora preocupava a oposição, que se utilizou do crime ocorrido em 5 de agosto de 1954 para exigir sua renúncia. A crise terminou em 24 de agosto de 1954, data em que Getúlio Vargas suicidou-se.

Links:
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u62.jhtm
http://www.brasilescola.com/historiab/getulio-vargas.htm
http://prof-tathy.blogspot.com/2010/08/principais-acontecimentos-do-governo.html
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/governo-getulio-vargas/um-tiro-que-mudou-o-rumo-da-historia.php
http://www.sofi.com.br/node/521
http://www.infoescola.com/historia-do-brasil/industria-na-era-vargas/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Lacerda
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/brasil/2003/10/01/000.htm
http://www.ahistoria.com.br/historia-do-brasil/republica-populista.html
http://www.pitoresco.com.br/historia/republ303x.htm



* Apoio didático para a apresentação de seminários das turmas de 9º ano da E. M. Dr. Xenofonte Mercadante.

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