" História, o melhor alimento para quem tem fome de conhecimento" PPDias

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Rock & cinema no CCBB

Em tempos de Rock'n'Rio, quem quiser se aprofundar mais no rock brazuca - e, de quebra, curtir um cinema - pode ir ao CCBB no Rio de Janeiro conferir a mostra "O cinema rock’n’roll – filmes brasileiros da jovem guarda aos dias de hoje", que fica em cartaz até 6 de outubro. Serão 19 longas-metragens exibidos em sessões regulares e também quatro curtas e videoclipes em sessões especiais, durante o horário de almoço.
Os filmes retratam a revolução cultural no país do rock em versão nacional e a febre dos ídolos na época da Jovem Guarda. A mostra revela também que, na época, a presença dos ídolos lotou as salas de cinema ajudou a formar um novo público frequentador.

Raridades
Há, por exemplo, algumas preciosidades, como “Minha Sogra é da Polícia, que traz o trio formado por Roberto Carlos – na época com apenas 17 anos –, Erasmo Carlos e Carlos Imperial que aparecem como banda de apoio para o astro Cauby Peixoto durante uma apresentação de Let’s rock.
Outra raridade é "Geração Bendita", lançado em 1971. O longa foi rodado em Nova Friburgo, Região Serrana do Rio, em uma comunidade hippie que de fato existiu e foi proclamado como o “primeiro filme hippie brasileiro”. Recuperado em 2002, o filme teve trilha sonora da banda Spectrum – cujo disco em vinil é um dos mais cultuados e caros no mundo inteiro. 

Evolução do rock
A mostra vai traçar a evolução do rock de forma cronológica a partir de sua inclusão nas chanchadas – quando Carlos Manga, em 1957, dirige “De Vento em Popa” – até os filmes pós-retomada dos anos de 1990, como “Baile Perfumado”,de Lírio Ferreira e Paulo Caldas, sem esquecer a tendência saudosista com a qual o rock é tratado no início do século XXI em “Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’roll”.
Para mostrar essa trajetória, serão exibidos ainda filmes como “Juventude e Ternura”, estrelado por Wanderléa,“Meteorango Kid”, de André Luiz Oliveira e “Abismu” de Rogério Sganzerla, lançados nas décadas de 1960 e 1970. Os longas-metragens que marcaram a geração dos anos de 1980 também fazem parte da programação, com apresentações do Barão Vermelho, em “Bete Balanço”, e dos Titãs em “Areias Escaldantes”.
Mais informações no telefone (21) 3808-2020 ou no site do Centro Cultural Banco do Brasil.

Download: Projeto Canta Carangola - Brasil 500 anos

A Prefeitura de Carangola, através da Secretaria Municipal de Educação, em comemoração aos 500 anos da chegada dos portugueses no Brasil, realizou o trabalho "Brasil 500 anos - Projeto Canta Carangola", o projeto consistiu na gravação de um cd, o qual trazia as músicas escritas pelos alunos da rede municipal de ensino e cantadas por artistas de Carangola e algumas pelos próprios alunos. Mesmo 11 anos depois da gravação, as músicas permanecem atuais, ou seja, podem muito bem serem utilizadas em sala de aula ou mesmo para apreciação pessoal. Vale a pena baixar o arquivo e conhecer a obra, afinal, o que é bom deve ser divulgado.



Link para download: http://www.megaupload.com/?d=S1F4OBVW

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Saindo da rotina... Nem o Senhor Jesus agüentaria ser um professor nos dias de hoje....


O Sermão da montanha 
(*versão para educadores*)
Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado
sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.

Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.

Tomando a palavra, disse-lhes:
- Em verdade, em verdade vos digo:

- Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
- Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
- Felizes os misericordiosos, porque eles...?

Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?

André perguntou:
- É pra copiar?

Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!

Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?

João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?

Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?

Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!

Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?

Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?

Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.

Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?

Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!

Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula?
- Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica?
- Quais são os objetivos gerais e específicos?
- Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?

Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas?
- E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais?
- Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?

Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade.
- Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto.
- E vê lá se não vai reprovar alguém!

E, foi nesse momento que Jesus disse: "Senhor, por que me abandonastes..."

sábado, 24 de setembro de 2011

Comissão da verdade: Governo enrola, entidades civis pressionam


Entidades de direitos humanos reivindicam alterações no projeto da Comissão da Verdade e pedem cumprimento da Sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que prevê punição aos torturadores da ditadura militar.
Por Tatiana Merlino

Demanda antiga de ex-presos, torturados e familiares de mortos e desaparecidos durante a ditadura civil-militar (1964-1985), a instalação da Comissão Nacional da Verdade caminha a passos lentos.

Ponto de divergências dentro do governo Lula, em 20 de maio de 2010 o Poder Executivo apresentou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei (PL) nº 7.376, que “cria a Comissão Nacional da Verdade, no âmbito da Casa Civil da Presidência da República”. O projeto será composto por sete pessoas designadas pelo presidente da República e terá dois anos para averiguar as violações de direitos humanos praticadas no período de 1946 a 1988, “a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional”. O PL está na Câmara dos Deputados e ainda precisa passar pelo Senado.

A proposta sofre pressões de militares da reserva, que querem incluir no texto a investigação de supostos crimes cometidos por militantes da luta armada contra a ditadura. Porém, em ato ocorrido em 11 de agosto em apoio ao PL que cria a Comissão da Verdade, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Maria do Rosário disse que o projeto não sofre mais resistência dos militares e que sua votação ainda não ocorreu por conta da “morosidade” do Congresso. Segundo ela, apesar de a pauta parlamentar estar travada com outros temas, o tema deve ser votado ainda este ano.

Com tantos anos de atraso, a instalação da Comissão seria motivo de comemoração entre ex-presos, familiares de mortos e desaparecidos e militantes de direitos humanos, que há décadas lutam pelo direito à memória, verdade e justiça. Porém, embora uma comissão para esclarecer os crimes da ditadura seja bem-vinda, há, com diferentes intensidades, um clima de decepção entre setores da sociedade civil em relação ao texto do projeto. “Ele é bom, mas deixa algumas lacunas, que poderiam ser aperfeiçoadas para garantir mais independência e imparcialidade para a comissão”, acredita Marlon Weichert, procurador regional da República e coordenador do Grupo de Trabalho Memória e Verdade, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal (MPF).

Weichert critica a ausência de um processo de participação democrática da sociedade civil na definição dos membros da comissão: “o projeto deixa essa escolha a inteiro critério da Presidência da República. Com base na experiência de outros países que já tiveram comissões de verdade, sabemos que um dos elementos essenciais é a legitimidade social dos membros que as compõem”, explica.

A ausência de diálogo com a sociedade civil durante a elaboração do projeto também é alvo de críticas. Segundo Beatriz Affonso, diretora para o Brasil do Centro pela Justiça e Direito Internacional (Cejil), as organizações que trabalham com o tema da dívida histórica da ditadura tentaram dialogar com o grupo que elaborou o projeto de lei. “O Cejil e o Grupo Tortura Nunca Mais oficializaram um pedido de reunião com o professor Paulo Sérgio Pinheiro, que era o representante da sociedade civil, e ele não a concedeu. Não houve diálogo para que esses responsáveis por elaborar o projeto conhecessem quais eram as necessidades e expectativas dos ex-presos”, lamenta.

Para ler a matéria completa e outras matérias confira edição de setembro da revista Caros Amigos, já nas bancas, ou clique aqui e compre a versão digital da Caros Amigos.

*Esta charge não consta na matéria.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

África, e tudo mais

Por Rachel Bertol | Para o Valor, do Rio
Ana Carolina Fernandes/FolhapressAlberto da Costa e Silva, poeta, ensaísta, historiador, diplomata e membro da Academia Brasileira de Letras: aos 80 anos, terceiro volume de memórias está a caminho
Histórias surpreendentes despontam durante a conversa com Alberto da Costa e Silva: são memórias da avó cafuza, da tia que mandou matar o marido no Ceará, dos jantares mensais com o amigo José Saramago, dos bate-papos sobre África com Jorge Amado e de momentos inusitados ao lado de Guimarães Rosa. A vida extraordinária do poeta, ensaísta, historiador e diplomata, que comemorou 80 anos recentemente, seria tema para uma vasta coleção de livros. São tantos amigos, entre eles tantos escritores, que Costa e Silva poderia escrever muitas histórias saborosas sobre cada um deles, como reconhece.
Parte dessas histórias encontra-se em "A Invenção do Desenho - Ficções da Memória", que a Nova Fronteira acaba de reeditar, com nova introdução do historiador José Murilo de Carvalho. O livro retrata 15 anos da vida de Costa e Silva, desde os tempos da mocidade até o período em que se tornou diplomata em Lisboa. A editora está reeditando toda sua obra e iniciou a série, este ano, com o monumental "A Enxada e a Lança - A África Antes dos Portugueses", de quase mil páginas, o primeiro livro publicado no Brasil com tamanho fôlego sobre a história antiga do continente. Lançado em 1992, chegou à 5ª edição, acrescida de introdução do jornalista Laurentino Gomes. No momento, Costa e Silva prepara o terceiro volume de suas memórias. O primeiro, "Espelho do Príncipe" - que considera seu melhor livro -, sobre a infância em Fortaleza, também será reeditado.
"Quase todos os estudiosos do negro no Brasil não enxergavam nele toda sua vestimenta cultural africana, inclusive Freyre"
Nesta entrevista, concedida em seu apartamento do bairro de Laranjeiras, no Rio, repleto de esculturas africanas e belos quadros, o imortal da Academia Brasileira de Letras conta um pouco de suas histórias, especialmente as de sua epopeia africana. Costa e Silva foi embaixador na Nigéria e na República do Benim. Sua obra é pioneira ao despertar no país um interesse renovado pela região. A relação dos brasileiros com a África é marcada por um distanciamento, que Costa e Silva aponta na obra de autores que falam de negros e escravos, como Gilberto Freyre e Castro Alves.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Violência contra educadores e contra a educação em Minas

É hora de parar de olhar para o dedo e prestar atenção para onde a greve das/os professoras/res aponta
19/09/2011
Frei Gilvander Moreira

"Do rio que tudo arrasta, se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem.” (Bertold Brecht)

A greve dos professores da Rede Estadual de Minas Gerais, como uma ocupação de propriedade que não cumpre a função social, revelou uma grande ferida: um problema social que com certeza não existiria se o povo mineiro tivesse recebido, historicamente falando, uma educação pública de qualidade.

Uma professora, cujo nome fictício é Maria (é melhor não citar o nome para evitar retaliação), escreveu-me dizendo:

“Tenho estado em sala de aula há 24 anos, desde 1987. Fui parar numa sala de aula da Rede Estadual de Educação de Minas Gerais por amor à profissão e por incentivo salarial, pois quando comecei a lecionar, em 1987, o nosso Salário Base (vencimento básico) correspondia a três salários mínimos (hoje, R$1.635,00) para quem lecionava de 5ª à 8ª série, e cinco salários mínimos (hoje, R$2.725,00) para quem lecionava para o Ensino Médio. Tinha perspectiva de carreira profissional. Com o tempo, vi a nossa situação piorando ano a ano, suportável durante algum tempo, mas há 9 anos sinto-me no fundo do poço. Sou mãe e tenho dificuldades para manter as despesas da casa. Moro de aluguel, não consigo viajar de férias há uns seis anos, dependo de um Plano de Saúde que não funciona  (IPSEMG), gasto dinheiro com antidepressivos para conseguir trabalhar dois horários em condições que não carecem de serem descritas aqui. Sei que existem outras/os professoras/res em situações piores e me firmo nisso para não cair no desespero diante das consequências dessa nossa luta que é justíssima.”

Essa é a realidade da maioria esmagadora das/os professoras/res em Minas. É isso que sustenta a mais longa greve de Minas. Não é a direção do SINDUTE e alguns deputados, como alegam os que não ouvem os clamores ensurdecedores de milhares de professoras/res, como o descrito acima.

É insensatez o governador Antonio Anastasia, o Ministério Público e o Tribunal de Justiça de Minas pensarem que vão resolver um grave problema social como o suscitado pela greve dos professores com repressão, com canetada judicial mandando voltar para a sala de aula, com propagandas mentirosas nas TVs (em horário nobre), jornais e rádios. Injustiça como a que estamos vendo com os trabalhadores e com a própria educação em Minas não pode ser jogada para debaixo do tapete.

Senador Cristovam Buarque comenta Greve dos Professores em Minas Gerais e a Copa do mundo

Senador Cristovam Buarque comenta Greve dos Professores em Minas Gerais e a Copa do mundo, fazendo uma analogia entre os acontecimentos. Brilhante discurso que merece ser visto, na íntegra, no site do TV SENADO do dia 16-09-2011.
www.senado.gov.br



DIVULGADO NO SITE DO SENADOR CRISTOVAN BUARQUE

Agência Senado
Enquanto cidades de todo o país comemoram os mil dias que faltam para a Copa do Mundo de 2014, o governo federal não se mobiliza para resolver o problema da educação no país, disse o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) em discurso nesta sexta-feira (16). Segundo o parlamentar, a capacidade do Brasil para se preparar para o megaevento esportivo e angariar recursos para construir estádios e reformar aeroportos contrasta com a falta de ímpeto para investir em educação.
[senador Cristovam Buarque (PDT-DF)]

- Se a gente investisse isso em educação, não seria uma festinha passageira de três semanas para mostrar ao mundo,
 seria uma festa permanente de um país com competência, com preparo, com redução de desigualdades, com 
construção de uma economia do conhecimento - disse o parlamentar.
Ao comentar o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010, divulgado pelo Ministério da Educação,
 Cristovam Buarque classificou de "trágicos" os indicadores de qualidade de ensino das escolas brasileiras.
- Na mesma semana que o Brasil comemora mil dias para a Copa do Mundo e mostra a pujança desse país para 
construir tantos estádios gigantescos, belíssimos, a tragédia da educação apresentada pelos indicadores do 
Enem passa quase despercebida - alertou.
Como saída para o problema do sistema de educação pública, o senador defendeu a federalização de todas as escolas do país.
- Das 100 melhores escolas públicas do país 13 são públicas. É pouco, muito pouco, mas o que é interessante dessas 13, 
é que 12 são federais. Está aí a solução. A solução está na federalização da educação - defendeu.
Segundo Cristovam, para que seja posta em prática essa "revolução na educação", é necessário dobrar o investimento 
atual do governo com a educação básica.
- Essa revolução educacional exigiria apenas passar de 3,1% do PIB o que hoje que se gasta com educação de base para 6,4%. 
Mais ou menos o dobro em 20 anos.Mais do que possível, isso é absolutamente necessário - afirmou.



domingo, 18 de setembro de 2011

Primavera dos museus


A Primavera é a estação do ano ligada à renovação. Essa época de reflorescimento da flora e fauna terrestre foi escolhida pelo Instituto Brasileiro de Museus, órgão vinculado ai Ministério da Cultura (Ibram/MinC), para desenvolver o evento Primavera de Museus que em 2011 chega à sua 5ª edição.
A iniciativa será realizada entre os dias 19 e 25 de setembro em 310 cidades brasileiras.
Nesse período serão oferecidas 1779 atividades em 586 instituições museológicas. O tema de 2011 será “Mulheres, Museus e Memórias”. Assim, entendemos que é de suma importância homenagear mulheres brilhantes de nossa cidade através do evento em nosso Museu, evidenciando as que fizeram e fazem história em Carangola.  Neste sentido, o Museu de Carangola tem o prazer de convidar toda a população para participarem da programação da 5ª Primavera de Museus.

Programação da 5ª Semana Nacional deMuseus – Carangola – MG
19/09/2011 – 19h às 21h
- ABERTURA – Abertura oficial da participação do Museu na 5ª Primavera de Museus. – Minipalestra: “Mulheres e História: Um Casamento na Linha do Tempo”.
- Homenagens póstumas: Dona Quita e Luiza Valladão.
Local: sede do Museu Municipal – Salão Nobre “Jayro Mota Hosken”.

20/09/2011 – 19h às 21h
- Mesa redonda: A importância da mulher na sociedade. Debate entre mulheres brilhantes na sociedade carangolense.
- Apresentações Culturais.
Local: Sede do Museu Municipal.

19/09/2011 a  25/09/2011 das 08  às   17 horas.
VISITA GUIADA-Visitas às exposições permanentes e temporárias do Museu.
Local: Sede do Museu Municipal.

Fonte: Portal Carangola

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Saindo da rotina...

O filho do professor de história estava enchendo o saco do filho do professor de física: 
- Seu pai é professor de física, é bitolado, doido, só fica resolvendo equação, desenhando esqueminha no quadro-negro, fica olhando raios luminosos, não faz outra coisa. O meu pai não, ele é professor de história, ele gosta de artes, pintura, escultura, música, literatura. Ele é bem melhor que o seu pai... 
- Não, meu pai não é doido não... - saiu magoado o filho do professor de física, que foi procurar o pai.
Chegando em casa ele viu o pai na frente do quadro-negro tentando resolver uma questãozinha básica de física quântica. E foi logo falando: 
- Pô! Oh pai, assim não dá o senhor tem essa fama toda de doido, só fica aí resolvendo equação e eu é que tenho que agüentar as encheções de saco do filho do professor de história. Por que o pai dele é isso, é aquilo, sabe de geografia, pintura, escultura, música,literatura... e o senhor aí... 
- Que é isso filhinho não é bem assim... papai é professor de física mas ele também gosta de artes, literatura, essas coisas, vou até contar uma historinha pra você: - respondeu o pai, e continuou. - Era uma vez três porquinhos P1, P2 e P3, de respectivas massas M1, M2, e M3, dado um lobo L1...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A Independência em tempos de Facebook

O site YouPix, que discute - e celebra - a cultura da internet, incluindo novos aspectos comportamentais e comunicacionais, resolveu recontar a história da Proclamação da Independência em tempos de Facebook.

A brincadeira começa em 1807. Napoleão Bonaparte posta uma mensagem com ameaças a Portugal, enquanto Dom João VI anuncia ao povo português, pelo Facebook, que está fugindo para o Brasil. O "mural da independência" usa e abusa de jargões típicos da internet, com direito a portugueses revoltosos convocando o povo para a marcha da revolução liberal do porto, incluindo a hashtag "#VoltaDJoao". Clique na imagem abaixo e divirta-se.



domingo, 11 de setembro de 2011

DOSSIE ESPECIAL: 10 ANOS DO 11 DE SETEMBRO - História Viva


Nesse mês de setembro, o mundo relembra os dez anos dos ataques da Al Qaeda ao World Trade Center, em Nova York. Aproveitando esse momento em que todo o planeta reflete sobre o legado do maior ataque terrorista sofrido pelos Estados Unidos, História Viva reuniu matérias publicadas em sua edição impressa ao longo dos últimos quatro anos e preparou um dossiê especial sobre o assunto.

As matérias mostram as origens daquilo que chamamos de “terrorismo” e do fundamentalismo islâmico que norteia boa parte das ações violentas praticadas por militantes árabes. Outros textos buscam reconstruir a história do Afeganistão e da Al Qaeda, mostrando que os conflitos que resultaram no 11 de setembro são muito mais complexos que um embate entre a “democracia” e o “fundamentalismo”. Além disso, apresentamos um artigo sobre a ofensiva americana no Oriente Médio, conflito que se tornou o maior símbolo da chamada “guerra ao terror”. Ao final, confira também uma entrevista exclusiva com o jornalista Robert Fisk, um dos maiores especialistas no assunto e famoso por ter entrevistado Osama Bin Laden pessoalmente por três vezes. Com isso, esperamos lançar luzes o debate que se coloca em todo o planeta nesse momento, continuando para o necessário balanço da conturbada primeira década do século XXI INDICE DE ARTIGOS


Dois séculos de terrorismo

O moderno uso da violência como arma política não é uma invenção do fundamentalismo islâmico ou do grupo de Bin Laden. A prática remonta à Revolução Francesa e foi assumindo diversas faces ao longo dos últimos 200 anos por Osvaldo Coggiola



A ascensão dos fundamentalistas

O nascimento do islamismo radical como força política tem data: junho de 1967. Naquele mês, Israel venceu a Guerra dos Seis Dias e sepultou o nacionalismo árabe, abrindo caminho para os extremistas por Richard Lebeau



Uma encruzilhada fatal

Vizinho de países detentores de armas nucleares, o Afeganistão está no cruzamento político mais “quente” do planeta. A história milenar do país ajuda a entender como se formou o caldeirão político que por anos abrigou as principais lideranças da Al Qaeda por Osvaldo Coggiola



A história da Al-Qaeda

Sinônimo de terror, a organização de Osama Bin Laden, se revelou ao mundo em 11 de setembro de 2001. Mas foi na década de 1970 que ela deu seus primeiros passos, combatendo os soviéticos com o apoio do Ocidente por Olivier Weber



O império ataca

A guerra contra o terror, que se espalhou pelo mundo sob a justificativa da autodefesa, foi deflagrada não em 11 de setembro de 2001, mas 20 anos antes por Noam Chomsky



“A Al Qaeda não depende de Bin Laden”

Em entrevista exclusiva concedida à História Viva Robert Fisk analisa a ascensão do grupo responsável pelos ataques de 11 de setembro e avisa que a morte do líder islâmico não tem grande impacto sobre a organização terrorista

DOSSIE ESPECIAL: 10 ANOS DO 11 DE SETEMBRO - História Viva

sábado, 10 de setembro de 2011

11 de Setembro - 10 anos depois

Clique na imagem abaixo e confira uma linha do tempo com os principais acontecimentos após os atentados terrorista de 11 de setembro de 2001 nos EUA, que mudaram os rumos da história.



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

domingo, 4 de setembro de 2011

Catacumbas e túneis revelam Paris renascentista


Em uma garagem de carros em Paris, uma longa e íngreme escadaria leva a um labirinto subterrâneo. Com um total de 290 quilômetros, a complexa rede de túneis abaixo de Paris é uma espécie de "cidade abaixo da cidade".
Catacumbas de Paris
Túneis estão fechados para o público, mas catacumbas ainda atraem turistas
Os túneis foram feitos de calcário e gesso. Todas as câmaras foram mapeadas e batizadas com o nome da rua correspondente no andar de cima. Hoje a rede subterrânea é um espelho da Paris renascentista.
Desde 1955 os túneis estão fechados para visitação pública, mas as catacumbas continua abertas. Na época em que os túneis estavam sendo abertos, alguns cemitérios superlotados estavam sendo fechados, e muitos corpos foram transportados para cá.
Hoje em dia os turistas passeiam pelas catacumbas que foram descritas pelo escritor Victor Hugo como o luxo magnífico de Paris.
Fonte: BBC Brasil

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